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De acordo com Ministério Público do Rio Grande do Sul, Nego Di teria fraudado uma rifa virtual cujo prêmio era um Porsche. Em conversa com o veículo, o promotor do caso informou que a vencedora do carro não existe.
- Ele fraudou a rifa para obter valores, induzir as pessoas a adquirirem os bilhetes em erro, obteve valores ilícitos em decorrência disso, não entregou o prêmio e, mais do que isso, ainda simulou a entrega ou a tentativa de entrega para uma pessoa que não existe.
Além de Nego Di, a sua esposa também foi denunciada. A defesa do casal se pronunciou e informou que irá provar a inocência de ambos.
A defesa de Nego Di, Dilson Alves da Silva Neto e sua companheira afirma que provará a inocência dos representados munida de provas que comprovam a licitude de seus bens, a realização de parte da doação por troca de cachê de publicidade e movimentação financeira lícita. Seus bens apreendidos foram adquiridos de forma lícita, comprovando que sua renda é compatível com seu patrimônio. Ainda, em que pese o requerimento por parte do Ministério Público de alienação antecipada dos bens, tal decisão foi suspensa a pedido da Defesa.
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