Palavra do Leitor Violência
A violência, que aflige a humanidade desde as últimas décadas do século XX e, atualmente, neste quase quarto do século XXI, mais do que antes, constitui uma das maiores preocupações da sociedade brasileira, duramente atingida por essa praga social. Não obstante os esforços empregados para minimizar essa angustiante chaga social, alimentada pelo também crescente incremento do tráfico e consumo de substâncias entorpecentes, não têm obtido o êxito desejado. Os responsáveis pela solução desse grave problema limitam-se aos aspectos superficiais, deixando de perquirir as causas mais profundas, geradoras da violência, mormente da violência criminosa. Infelizmente, ainda persistem condicionantes sociais, econômicos, políticos, psicológicos, familiares, educacionais, éticos, morais, jurídicos, religiosos e administrativos, os quais têm contribuído de forma negativa para piorar a situação, dificultando a retração da violência criminosa, impedindo-a de manter-se em níveis toleráveis, já que a sua completa erradicação é impossível, no atual estágio do processo de civilização. O arrefecimento da solidariedade humana, a supremacia dos valores econômicos sobre todos os demais, a falta de vontade política voltada para a prevalência do bem comum; as pressões que impedem o desabrochar das plenas potencialidades do ser humano; a desagregação da família; uma educação desviada dos reais objetivos, que deve perseguir qual seja o de formar a personalidade do educando; o desprezo aos valores éticos e morais; um ordenamento jurídico adrede elaborado para servir aos poderosos, em insultante desfavor dos mais fracos, gerando a institucionalização da injustiça; a crescente ausência do sentimento religioso e a corrupção voraz na administração pública, em todos os níveis, além da impunidade, são os ingredientes formadores do caldo de cultura que alimenta a violência, inclusive a infantojuvenil, nos dias correntes. Acrescente-se a tudo isso, a má distribuição da renda, o desabrigo, a doença, o constante desrespeito a outros direitos fundamentais do cidadão. As consequências não poderiam ser outras, senão a miséria e a revolta, que conduzem à violência, em suas mais diversas modalidades, mormente à criminosa.
Francisco Emídio Carneiro
São Bernardo
Venezuela – 1
‘Lula e a não vitória de Maduro’ (Opinião, dia 16). Lula, o defensor de ditadores e terroristas, sugere a realização de nova eleição presidencial na Venezuela como forma de resolver o impasse sobre o resultado do pleito de 28 de julho. A ideia foi levada ao petista pelo assessor especial da Presidência, Celso Amoral, digo Amorim. Apesar da maioria dos países considerarem Maduro um criminoso com a cabeça a premio pelos mal feitos ao seu país e ao mundo, o governo brasileiro insiste em passar pano para o ditador e narcotraficante venezuelano.
Vanderlei Retondo
Santo André
Venezuela – 2
Na linha do perguntar não ofende, pergunto ao presidente: você toparia fazer uma nova eleição? Pois é, não faça aos outros aquilo que não gostaria que fizessem a você. Teria sido mais fácil assumir que a Venezuela fraudou as eleições do que ficar em cima do muro tendo que achar saídas honrosas, pois elas não existem. Nem com atas, muito menos sem elas.
Izabel Avallone
Capital
Acidente aéreo
‘Avião da Voepass com destino a Guarulhos faz pouso de emergência em Uberlândia’ (www.dgabc.com.br). Um procedimento super normal, ainda bem que o piloto pousou com segurança! Mas, infelizmente, muitos vão culpar a empresa Voepass depois de tudo que aconteceu semana passada. Acontece com outras companhias aéreas, só não é noticiado.
Juan Cavalcante
do Facebook
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