Prevenção Treinamento on-line será nesta quinta e sexta-feira; Mauá não tem caso da doença, mas a Prefeitura tem o objetivo de promover a ampliação do conhecimento de seus colaboradores
FOTO: Divulgação

A Secretaria de Saúde de Mauá promove, nesta quinta (15) e sexta-feira (16) uma capacitação para seus servidores com o objetivo de ampliar o conhecimento e a prontidão para lidar com a febre oropouche. Essa doença viral tem despertado a atenção do Ministério da Saúde, que até 6 de agosto, registrou mais de 7.500 casos em todo país. Cinco deles no estado de São Paulo, na região do Vale do Ribeira. Ou seja, nenhum deles em Mauá.
Segundo comunicado encaminhado à imprensa, ''mesmo com a ausência de casos na cidade, a Prefeitura tem o objetivo de promover a ampliação do conhecimento de seus colaboradores''.
Durante o treinamento, que será on-line, os profissionais receberão informações detalhadas sobre os sintomas, formas de transmissão, diagnóstico e medidas preventivas da febre oropouche. Participarão da capacitação Agentes de Combate às Endemias (ACE), Agentes Comunitários de Saúde (ACS), servidores da assistência hospitalar, atenção básica, além de urgência e emergência.
Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde, o Orthobunyavirus oropoucheense (OROV) foi isolado pela primeira vez no Brasil em 1960, a partir de amostra de sangue de uma bicho-preguiça (Bradypus tridactylus) capturada durante a construção da rodovia Belém-Brasília. A doença é transmitida pelo mosquito conhecido como maruim ou mosquito-pólvora, que gosta de materiais orgânicos.
Por isso, é recomendado que a população mantenha quintais limpos, evitando o acúmulo de folhas e lixo orgânico doméstico, além de usar roupas compridas e sapatos fechados em locais com muitos insetos.
Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde, o Orthobunyavirus oropoucheense (OROV) foi isolado pela primeira vez no Brasil em 1960, a partir de amostra de sangue de uma bicho-preguiça (Bradypus tridactylus) capturada durante a construção da rodovia Belém-Brasília. Desde então, casos isolados e surtos foram relatados no Brasil, principalmente nos estados da região Amazônica. Também já foram relatados casos e surtos em outros países das Américas Central e do Sul.
Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, os sintomas são parecidos com os da dengue: dor de cabeça intensa, dor muscular, náusea e diarreia. Nesse sentido, é importante que profissionais da área de vigilância em saúde sejam capazes de diferenciar essas doenças por meio de aspectos clínicos, epidemiológicos e laboratoriais e orientar as ações de prevenção e controle.
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