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O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, defendeu neste sábado, 8, que o corte de gastos públicos, cobrado pelo mercado, seja criterioso para não comprometer o crescimento do País.
"Esta questão do corte de gastos precisa ser feita de forma seletiva, qualificada, é um processo. Já vimos que o teto de gastos regra substituída pelo arcabouço fiscal naufragou na saída", declarou Mercadante durante participação em fórum da Esfera no Guarujá, no litoral paulista.
"O Pais precisa crescer para resolver a crise fiscal, precisa de investimento para poder ter receita e melhorar a relação divida/PIB", acrescentou o presidente do BNDES.
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