Política Titulo PPA federal

Consórcio vai priorizar projetos de cidades associadas no planejamento orçamentário federal

Entidade diz que foco será em tirar do papel obras em Santo André, Diadema, Mauá, Ribeirão e Rio Grande

14/07/2023 | 17:52
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Paulo Pinto/ABr
Paulo Pinto/ABr Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O Consórcio Intermunicipal do Grande ABC dará prioridade aos projetos das cidades consorciadas à entidade no envio de pleitos ao PPA (Plano Plurianual) do Governo Federal. O planejamento orçamentário da União para os próximos quatro anos teve passo importante nesta sexta-feira, com a realização de plenárias.

A entidade regional informou que a predileção será pelas propostas fornecidas pelas prefeituras de Santo André, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra junto ao Ministério do Planejamento, setor que conduz o Orçamento federal. Os municípios de São Bernardo e de São Caetano, que optaram por deixar o grupo, ficarão à parte dos debates.

Segundo o secretário-executivo do Consórcio, Mário Reali (PT), a instituição já encaminhou às prefeituras consorciadas os projetos prioritários de cada uma delas. O trabalho posterior será fazer um filtro, regionalizar as demandas e, unido, apresentar ao Governo Federal. “Acreditamos muito na força de um debate regional e sabemos que a União também tem esse olhar”, disse Reali.

DGABC

O Diário mostrou na edição desta sexta-feira as pautas que o Consórcio levou à plenária do PPA, realizada na manhã desta sexta, no Memorial da América Latina, em São Paulo, envolviam o resgate do Plano de Mobilidade Urbana, a defesa da chegada de um Instituto Federal do ABC, o envio de recursos para conclusão das obras da UFABC (Universidade Federal do ABC) e a transferência de verba para ampliar ações de educação integral e custeio da Saúde.

No Plano de Mobilidade original existia lista de projetos de São Bernardo e de São Caetano. Essas propostas, por causa da saída política feita pelos prefeitos Orlando Morando (PSDB-São Bernardo) e José Auricchio Júnior (PSDB-São Caetano), não contarão com suporte do Consórcio para saírem do papel. À ocasião, o plano envolvia intervenções que, somadas, daria R$ 1 bilhão.
 




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