
Desde então, ele já foi flagrado indo até uma delegacia para resolver essas questões burocráticas envolvendo seu nome e de uma garota de que ele teria estuprado em meados de 2014, segundo a acusação feita.
Agora, segundo informações do Metrópoles, Felipe Prior foi condenado em primeira instância por seis anos de prisão e pode recorrer em liberdade. Ainda de acordo com a publicação, o documento da juíza afirma que não há dúvida de que houve crime e usou o prontuário médico da vítima que mostra laceração na região genital.
Na decisão, a Justiça acabou revelando que Prior teria usado de força para movimentar a vítima de forma agressiva, segurando-as pelos braços e pela cintura, além de puxar-lhe os cabelos.
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