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CD acústico do Charlie Brown Jr. chega as lojas


Patrícia Vilani
Do Diário do Grande ABC

25/09/2003 | 20:09


O projeto Acústico MTV sempre foi visto como um revival de artistas populares nos anos 80 e 90. Foi assim com Capital Inicial, Kid Abelha e Marina Lima. Lá fora, no entanto, somente bandas no auge de suas carreiras – como o Nirvana na década passada – eram chamadas para a gravação em versão desplugada. A postura começa a ser adotada pela emissora musical também no Brasil com a estréia nesta sexta-feira, às 22h, do Acústico MTV Charlie Brown Jr.

“Nós damos trabalho, mas também damos lucro”, diz o vocalista Chorão sobre sua relação com a gravadora EMI. Ele tem razão. Com sua postura rebelde de butique, Chorão tornou-se talvez o único rockstar brasileiro surgido nos anos 90. Ao lado do baixista Champignon, do baterista Pelado e do guitarrista Marcão, produziu cinco discos nos últimos seis anos e vendeu 1,5 milhão de cópias.

O Acústico é lançado em um momento particularmente impróprio para o Charlie Brown Jr. O quarteto está no meio da bem sucedida turnê do álbum Bocas Ordinárias, que termina no fim do ano. Só em 2004, portanto, a banda poderá levar o projeto desplugado para os palcos. Já para a MTV a hora é totalmente favorável: a banda é hoje uma das mais queridas do público da emissora, vencendo por dois anos a escolha da audiência do VMB.

“A MTV nos convida para o Acústico desde nosso terceiro disco, Nadando com os Tubarões (2000). Não achávamos que tínhamos repertório para isso na época. Tínhamos medo, também, do resultado. Tocamos alto, com guitarras distorcidas, o que torna difícil a adaptação para o formato violão”, afirma Chorão.

Mas o Acústico Charlie Brown Jr. nada tem de convencional. Para começar, banquinho e violão, só para Champignon, Marcão e para o produtor Tadeu Patola. Chorão fica o tempo todo em pé – quase sempre em cima de uma caixa de som –, isso quando não anda de skate, correndo o risco de levar um tombo, como aconteceu em Santo André sábado passado. O som perdeu as guitarras, mas ganhou o beat box de Champignon, que funciona em todas as faixas e confirma que a banda tem os dois pés no hip hop.

A escolha do repertório, segundo Chorão, foi feita pela musicalidade – isto é, o que se adaptava melhor à versão violão. “Entraram hits, mas também canções que gostamos muito, mas não tivemos oportunidade de divulgar.” Algumas delas: Papo Reto, Zóio D’Lula, Proibida pra Mim e a inédita Vícios e Virtudes. O CD, que chega às lojas também nesta sexta-feira, contém mais faixas. São 20 no total.



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CD acústico do Charlie Brown Jr. chega as lojas

Patrícia Vilani
Do Diário do Grande ABC

25/09/2003 | 20:09


O projeto Acústico MTV sempre foi visto como um revival de artistas populares nos anos 80 e 90. Foi assim com Capital Inicial, Kid Abelha e Marina Lima. Lá fora, no entanto, somente bandas no auge de suas carreiras – como o Nirvana na década passada – eram chamadas para a gravação em versão desplugada. A postura começa a ser adotada pela emissora musical também no Brasil com a estréia nesta sexta-feira, às 22h, do Acústico MTV Charlie Brown Jr.

“Nós damos trabalho, mas também damos lucro”, diz o vocalista Chorão sobre sua relação com a gravadora EMI. Ele tem razão. Com sua postura rebelde de butique, Chorão tornou-se talvez o único rockstar brasileiro surgido nos anos 90. Ao lado do baixista Champignon, do baterista Pelado e do guitarrista Marcão, produziu cinco discos nos últimos seis anos e vendeu 1,5 milhão de cópias.

O Acústico é lançado em um momento particularmente impróprio para o Charlie Brown Jr. O quarteto está no meio da bem sucedida turnê do álbum Bocas Ordinárias, que termina no fim do ano. Só em 2004, portanto, a banda poderá levar o projeto desplugado para os palcos. Já para a MTV a hora é totalmente favorável: a banda é hoje uma das mais queridas do público da emissora, vencendo por dois anos a escolha da audiência do VMB.

“A MTV nos convida para o Acústico desde nosso terceiro disco, Nadando com os Tubarões (2000). Não achávamos que tínhamos repertório para isso na época. Tínhamos medo, também, do resultado. Tocamos alto, com guitarras distorcidas, o que torna difícil a adaptação para o formato violão”, afirma Chorão.

Mas o Acústico Charlie Brown Jr. nada tem de convencional. Para começar, banquinho e violão, só para Champignon, Marcão e para o produtor Tadeu Patola. Chorão fica o tempo todo em pé – quase sempre em cima de uma caixa de som –, isso quando não anda de skate, correndo o risco de levar um tombo, como aconteceu em Santo André sábado passado. O som perdeu as guitarras, mas ganhou o beat box de Champignon, que funciona em todas as faixas e confirma que a banda tem os dois pés no hip hop.

A escolha do repertório, segundo Chorão, foi feita pela musicalidade – isto é, o que se adaptava melhor à versão violão. “Entraram hits, mas também canções que gostamos muito, mas não tivemos oportunidade de divulgar.” Algumas delas: Papo Reto, Zóio D’Lula, Proibida pra Mim e a inédita Vícios e Virtudes. O CD, que chega às lojas também nesta sexta-feira, contém mais faixas. São 20 no total.

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