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Campanha testa 1 milhão de pessoas vulneráveis à doença renal crônica

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Iniciativa visa identificar problema em estágio inicial, quando o tratamento é mais eficiente


Da Redação

01/05/2022 | 08:22


A Dasa, maior rede de saúde integrada do Brasil, e a Astrazeneca, multinacional biofarmacêutica, lançaram a Campanha de Diagnóstico de Doença renal Crônica. O projeto tem como meta testar mais de 1 milhão de pessoas em diversos Estados brasileiros. A expectativa é detectar de 30% a 35% de novos casos de pacientes com problemas renais em estágio inicial e, com isso, ajudar a traçar estratégias que impeçam a evolução da doença.

A campanha visa identificar qualquer comprometimento das funções renais em um grau ainda leve em pacientes diabéticos e hipertensos, que são os mais vulneráveis, como explica o diretor médico da Dasa, Gustavo Campana. "Quando a pressão arterial foge do valor ideal, os vasos sanguíneos sofrem lesões e, com o tempo, podem ficar mais espessos e rígidos. Nos rins, esse efeito resulta em perda da eficiência para filtrar o sangue e eliminar resíduos nocivos adequadamente. No caso do diabetes descontrolado, é o aumento da glicemia que danifica os vasos e acaba acarretando o mesmo efeito", afirma.

Apenas 5% a 10% dos pacientes que têm doenças renais crônicas sabem do problema antes de chegar em fases muito avançadas. "Doenças renais são silenciosas e, por isso, detectadas tardiamente. Qualquer comprometimento crônico do rim é irreversível, mas, com a detecção precoce, é possível evitar que a complicação evolua para diálise ou transplante. Antigamente, não tínhamos como tratar. Hoje em dia, já há tratamento, mas ele precisa ser feito precocemente", continua Campana.

Para detectar problemas renais, será oferecida de forma gratuita nas unidades de diagnóstico da rede Dasa a dosagem de creatinina e microalbuminúria, coletadas por meio de sangue e de urina, respectivamente. A combinação desses dois indicadores permite avaliar a função renal. "É importante ressaltar que esse primeiro teste é uma triagem. Os pacientes que tiverem alteração nos exames serão orientados a discutir os resultados com seu médico e a refazer os exames após três meses para confirmar o diagnóstico", explica.

Para a Dasa, que é proprietária dos hospitais Christóvão da Gama de Santo André e de Diadema, o projeto é também a oportunidade de explorar as vantagens de ser o maior ecossistema de saúde integrada do Brasil. "Vamos realizar esta campanha utilizando nosso banco de dados para recrutamento e nossa capilaridade para realização de exames, além da possibilidade de acionar nossa telemedicina e auxiliar na navegação desses pacientes aos níveis de atenção necessários para um melhor acompanhamento clínico", afirma Campana, ressaltando a importância da detecção precoce. "É fundamental não só para o paciente como para os sistemas público e privado, já que reduz os gastos com a saúde", completa.

"Nosso papel é ir além do tratamento. Apoiar o diagnóstico precoce dos pacientes é fundamental para evitar a evolução de várias doenças, entre elas a doença renal crônica. Essa parceria com a Dasa beneficiará milhões de brasileiros." afirma a diretora Médica da Astrazeneca Brasil, Marina Belhaus.

Para participar, basta ser maior de 18 anos, morar no Brasil e se autodeclarar diabético ou hipertenso sem diagnóstico prévio de doença renal crônica. É preciso preencher o cadastro no site diagnosticodoencarenal.dasa. com.br e se apresentar em uma das unidades Dasa participantes da campanha portando documento com foto. 



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