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Péricles Chamusca ignora escolha do árbitro Simon para a final


Divanei Guazzelli
Do Diário do Grande ABC

28/06/2004 | 23:44


O técnico Péricles Chamusca só soube da escalação do árbitro Carlos Eugênio Simon para o jogo do Santo André com o Flamengo nesta quarta-feira, às 21h45, no Maracanã, ao final do trabalho tático desta segunda à tarde no centro de treinamento do São Paulo. Simon apitou a primeira final da Copa do Brasil de 2002 entre Brasiliense, na época orientado por Chamusca, e Corinthians. O trabalho de Simon, que representou o Brasil no Mundial daquele ano, foi considerado altamente prejudicial ao Brasiliense. Mas nesta segunda-feira o treinador evitou críticas ao juiz e recorreu à máxima de "o raio não cai duas vezes no mesmo lugar", isto é, não acredita em problemas do Santo André com a arbitragem.

"Não quero comentar qualquer coisa sobre árbitro. Estamos tranqüilos nesta questão (a da arbitragem), e o que temos de pensar é em fazer uma boa partida. Quanto ao passado, um raio não cai duas vezes no mesmo lugar", disse o treinador, mesmo depois de ter sido lembrado de que, como há dois anos, o pernambucano Wilson de Souza Mendonça apitou a segunda partida e Simon, a primeira, agora com a inversão dos jogos. Mendonça deixou de apitar um pênalti claro no meia Élvis no empate por 2 a 2 com o Flamengo, quarta-feira, no Parque Antártica.

Mais do que o juiz do jogo, a característica de o Santo André se superar fora de casa dominou a preocupação do treinador com a decisão desta quarta. "A gente está se pegando muito no fato de atuarmos bem como visitantes, durante toda a competição, para mostrar que é possível chegar no Maracanã e obter bom resultado. O time joga com personalidade e, por isso, a confiança é muito grande", afirmou Chamusca.

Motivadores – O técnico admite até que a força da torcida e a tradição do Flamengo são os outros dois componentes motivadores para a partida do Maracanã.

"O Flamengo é uma ótima equipe, tem uma história vencedora, de títulos importantes. Sua torcida esgotou os ingressos há cinco dias. Tudo isso estimula ainda mais o Santo André. Quanto maior a adversidade, maior o nosso rendimento", acrescentou.

O treinador entende que o time do Grande ABC vai fazer "o jogo da vida" na disputa do título da Copa do Brasil e da conseqüente vaga para a Libertadores da América de 2005. "Se ganharmos, o Santo André naturalmente subirá de patamar, muito mais valorizado. O clube já é uma exceção no cenário nacional pela força de seu quadro associativo, com dez mil sócios e 40 mil integrantes no total, que até ajuda o futebol. Tem consistência para avançar sempre", opinou.



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Péricles Chamusca ignora escolha do árbitro Simon para a final

Divanei Guazzelli
Do Diário do Grande ABC

28/06/2004 | 23:44


O técnico Péricles Chamusca só soube da escalação do árbitro Carlos Eugênio Simon para o jogo do Santo André com o Flamengo nesta quarta-feira, às 21h45, no Maracanã, ao final do trabalho tático desta segunda à tarde no centro de treinamento do São Paulo. Simon apitou a primeira final da Copa do Brasil de 2002 entre Brasiliense, na época orientado por Chamusca, e Corinthians. O trabalho de Simon, que representou o Brasil no Mundial daquele ano, foi considerado altamente prejudicial ao Brasiliense. Mas nesta segunda-feira o treinador evitou críticas ao juiz e recorreu à máxima de "o raio não cai duas vezes no mesmo lugar", isto é, não acredita em problemas do Santo André com a arbitragem.

"Não quero comentar qualquer coisa sobre árbitro. Estamos tranqüilos nesta questão (a da arbitragem), e o que temos de pensar é em fazer uma boa partida. Quanto ao passado, um raio não cai duas vezes no mesmo lugar", disse o treinador, mesmo depois de ter sido lembrado de que, como há dois anos, o pernambucano Wilson de Souza Mendonça apitou a segunda partida e Simon, a primeira, agora com a inversão dos jogos. Mendonça deixou de apitar um pênalti claro no meia Élvis no empate por 2 a 2 com o Flamengo, quarta-feira, no Parque Antártica.

Mais do que o juiz do jogo, a característica de o Santo André se superar fora de casa dominou a preocupação do treinador com a decisão desta quarta. "A gente está se pegando muito no fato de atuarmos bem como visitantes, durante toda a competição, para mostrar que é possível chegar no Maracanã e obter bom resultado. O time joga com personalidade e, por isso, a confiança é muito grande", afirmou Chamusca.

Motivadores – O técnico admite até que a força da torcida e a tradição do Flamengo são os outros dois componentes motivadores para a partida do Maracanã.

"O Flamengo é uma ótima equipe, tem uma história vencedora, de títulos importantes. Sua torcida esgotou os ingressos há cinco dias. Tudo isso estimula ainda mais o Santo André. Quanto maior a adversidade, maior o nosso rendimento", acrescentou.

O treinador entende que o time do Grande ABC vai fazer "o jogo da vida" na disputa do título da Copa do Brasil e da conseqüente vaga para a Libertadores da América de 2005. "Se ganharmos, o Santo André naturalmente subirá de patamar, muito mais valorizado. O clube já é uma exceção no cenário nacional pela força de seu quadro associativo, com dez mil sócios e 40 mil integrantes no total, que até ajuda o futebol. Tem consistência para avançar sempre", opinou.

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