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Seguro de vida em tempo de pandemia


Do Diário do Grande ABC

22/10/2021 | 23:59


Os brasileiros estão cada vez mais preocupados com o futuro e com a qualidade de vida, principalmente devido à pandemia, em que muitas famílias sofreram com a perda do provedor por doenças graves e principalmente por internações hospitalares prolongadas, levando a grandes prejuízos financeiros, além da saúde emocional e mental. A pandemia do novo coronavírus, que já ultrapassou mais de 600 mil mortes, fez com que a busca pelo seguro de pessoas (mais conhecido como seguro de vida) aumentasse. Segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), os seguros de vida cresceram 11% em 2020 e continuam em forte crescimento em 2021, já que as pessoas tendem a pesquisar e a se interessar mais sobre o assunto.

As pessoas estão assustadas e isso fez muitas repensarem sobre a real prioridade em suas vidas. Outro ponto importante é o processo de reeducação financeira, que, em paralelo, faz com que os brasileiros entendam que a vida é mais importante do que todos os seus patrimônios físicos e que há necessidade de pensar no amanhã e planejar o máximo possível. Pare por alguns minutos, pense e reflita: se você não puder mais gerar dinheiro, quem manterá todo o seu padrão de vida? Quem pagará a educação dos seus filhos? Quem será o responsável por toda sua dignidade financeira? Você consegue parar de trabalhar para tratar doença grave que normalmente gera alto custo com o tratamento?

Essas perguntas são bem desafiadoras e quase 100% das pessoas não sabem responder e quando respondem a resposta é: ‘Não sei o que faria!’. Ou nunca pensaram nisso. Por esse motivo é extremamente importante que haja planejamento sob medida, pois cada família possui realidade financeira diferente da outra. Independentemente da classe social, o seguro de vida é extremamente importante no suporte em meio a imprevistos que possam ocorrer, ainda mais no acometimento de alguma doença. Muitos brasileiros ficaram desamparados após passarem por essa situação tão delicada. Não é questão de luxo, mas necessidade real.

Ponto muito importante a ser abordado e que requer muita atenção é que, ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, o seguro de vida não é apenas para morte. Inclusive o nome sofreu alteração para seguro de pessoas e inclui coberturas para acidentes pessoais, doenças graves, internação hospitalar, entre outras. Se você ainda não tem seguro de vida, tente se organizar e procurar especialista. Proteja o seu principal patrimônio. Hoje há planos para todos os tipos de investimentos. Planejamento é fundamental quando se pensa no amanhã.

Marlon Glaciano é planejador financeiro e corretor franqueado life planner da empresa Prudential do Brasil.


PALAVRA DO LEITOR

O pior
Temos o pior presidente da história do Brasil. Fora, Bolsonaro!
Juvenal Avelino Suzélido
Jundiaí (SP)


Cidade do futuro
Gostei e aprovo o conteúdo da reportagem assinada pelo jornalista Arthur Gandini com título ‘Santo André lança processo de escuta da população para revisar política urbana’ (Setecidades, dia 21), complementada com o texto do Editorial ‘Ouvir mais para errar menos’ (Opinião). Esse processo tem a participação da administração, tendo à frente o prefeito Paulo Serra, secretários e demais autoridades municipais e público – estimado em 60 pessoas. Em seu pronunciamento, Serra lembrou que Celso Daniel havia sido o primeiro em discutir com os moradores o planejamento do município. Eu lembro dessa parte porque participei do projeto e diria que o que foi discutido se trata de Cidade Futuro ampliado e modernizado, com mais investimento em habitação, saúde, política urbana, meio ambiente e educação até o ano 2053, quando Santo André completa 500 anos de fundação.
Hildebrando Pafundi
Santo André


Nossa SP
A Rede Nossa São Paulo é organização da sociedade civil que tem por missão mobilizar diversos segmentos da sociedade em parceria com instituições públicas e privadas, construir e se comprometer com conjunto de metas, visando cidade de São Paulo mais justa, democrática e sustentável. Pois bem, essa organização divulga dado alarmante sobre expectativa de vida do cidadão paulistano. Na Cidade Tiradentes a idade média ao morrer é de 58 anos, enquanto que no Alto de Pinheiros, sobe para 80. Perguntado a um morador o que falta na Cidade Tiradentes, relatou que os 220 mil habitantes do bairro têm apenas um hospital, falta saneamento básico, as ruas não possuem asfalto etc. Como é possível que na cidade mais rica do Brasil tenhamos realidades tão diferentes? O que fazem vereadores e deputados, prefeito e governador que se elegem prometendo mudanças? Esses senhores desconhecem os dados da Rede Cidade de São Paulo, ou esses dados não lhes dizem respeito e o que eles querem mesmo é se ‘ajeitarem’ na vida?
Izabel Avallone
Capital


Tergiversação
Tergiversar significa utilizar-se de pretextos, subterfúgios, desculpas, fazer rodeios, ou seja, evitar afirmações claras. Durante a crise hídrica paulista (2014 – 2016), o então governador Geraldo Alckmin tergiversou quando afirmou que nas medidas tomadas pelo governo diante da seca não estava incluso o racionamento de água, mas sim restrição hídrica. Aqui pelas terras da índia Bartira, o acréscimo de 10% proposto pelo executivo no valor do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) para 2022 e referendado pela Câmara, coincidentemente na mesma sessão em que foi aprovado o famigerado aumento do número de vereadores, não foi considerado aumento e sim adequação. Pelo visto, o verbo tergiversar foi integrado definitivamente ao vocabulário tucano.
Vanderlei A. Retondo
Santo André


Bairro Jardim
Gostaria de noticiar que a Prefeitura vem executando o corte de árvores no bairro Jardim, em Santo André, porém, com critério bastante difícil de entender. Por exemplo, o corte de duas árvores em frente ao prédio Gaudi, na esquina das ruas Pitangueiras e Paineiras, no exato momento em que começaram a reformar a calçada e muro da piscina. Aparentemente faziam sombra na piscina. O conserto da calçada já dura mais de um mês e parece que não há previsão de término, pois está sempre no mesmo estado. A justificativa era que as duas árvores estavam mortas, embora estivessem cheias de flores e não havia nenhum relato de queda de galhos nem incidente do tipo. As árvores ‘mortas’ levaram três ou mais dias para serem retiradas. Parece que a Prefeitura iria executar outras ações do gênero e continuamos ouvimos a motosserra trabalhando pelo bairro. Gostaria de informar a situação.
Edgar Bronizeski
Santo André 



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