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Grande ABC supera marca de 8.000 mortes por Covid

Denis Maciel/ DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Mês de maio, que terminou ontem, se tornou o mais letal de toda a pandemia, ao registrar 1.193 falecimentos


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

31/05/2021 | 23:17


Vinte e cinco dias depois de superar a barreira das 7.000 mortes em razão da Covid-19, o Grande ABC ultrapassou nesta segunda-feira (31) a marca das 8.000 mortes. Com mais 63 falecimentos reportados pelas prefeituras, a região chegou a 8.012 perdas desde o início da pandemia.

As novas variantes, somadas à maior flexibilização do comércio são apontadas pelos especialistas as razões para o aumento no número de vítimas fatais da doença nas últimas semanas e fazem os secretários municipais de Saúde de Santo André, Marcio Chaves, e de São Caetano, Regina Maura Zetone, acreditarem que a região está prestes a entrar em terceira onda de infecções.

Os números confirmam a projeção. O mês de maio foi o mais letal desde que os primeiros casos de coronavírus foram identificados nas cidades do Grande ABC, em março de 2020. Com os novos óbitos as sete cidades acumularam 1.193 mortes em maio, contra 1.149 de abril, que era o mês com mais perdas até então.
Os falecimentos de ontem foram informados por Santo André (18), Mauá (17), São Bernardo (dez), Ribeirão Pires (nove), Diadema (quatro), São Caetano (quatro) e Rio Grande da Serra (um).

Ao contrário do que aconteceu com as mortes, houve redução significativa no número de casos de coronavírus em maio. Foram 15.014 registros nos 31 dias, menor número desde novembro de 2020. Como comparação, em abril, foram 21.681 novos infectados e, em março, mês como maior número de registros, foram 24.851.

Com isso, a taxa de letalidade da doença em maio, quando se compara o número de mortes com o de infectados, fechou em 7,95, ou seja, de cada 100 pessoas que contraem o coronavírus, oito morrem atualmente nas sete cidades. O número só não é maior do que o registrado em abril de 2020, logo no começo da pandemia, quando os testes eram de difícil acesso e por isso o número de contaminados era bem menor.

VACINAÇÃO
Única maneira de frear a pandemia, a vacinação avança na região, mas não o suficientes para conter as mortes, principalmente entre os mais jovens. O Diário mostrou no dia 23 de maio que dispararam os óbitos na faixa etária entre 20 e 39 anos, que ainda não foram contemplados com a vacina, e que agora representam 7,81% dos falecimentos – a taxa média durante março de 2020 a março de 2021 era de 3,79%. Do outro lado, caíram em 41% as mortes de pessoas acima de 70 anos, que, em boa parte, já receberam as duas doses dos imunizantes.

ESTADO
Os 645 municípios paulistas registraram ontem 70 mortes e 6.113 casos, de acordo com dados da Secretaria Estadual da Saúde. Assim, o total de falecimentos chegou a 111.374 e o de infectados com o coronavírus, a 3.272.043, sendo que, destes, 2.942.515 tiveram a doença e já estão recuperados. A taxa de ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) no Estado é de 81,5% e na Grande São Paulo é de 79%.

No Brasil, de acordo com balanço do Ministério da Saúde, foram registradas mais 860 mortes e 30.434 casos entre domingo e ontem. Assim, o total de falecimentos chegou a 462.791 e o de diagnósticos positivos foi a 16.545.554, sendo que 14.964.631 estão recuperados.  



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