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Trabalhadores da GM aprovam PLR de R$ 13,9 mil

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Primeira parcela será paga nesta sexta-feira (30) e a segunda, em janeiro de 2022; 6.438 metalúrgicos serão contemplados


Da Redação

29/04/2021 | 12:10


 Em votação on-line realizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano na última terça-feira (27), os trabalhadores da GM aprovaram PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de 2021 no valor de R$ 13.985,51, contemplando horistas e mensalistas. A primeira parcela, de R$ 8.000, será paga nesta sexta-feira (30) e a segunda será quitada em janeiro de 2022. A quantia foi estabelecida considerando a produção de 162.106 veículos neste ano. Caso a meta não seja atingida, sindicato e empresa voltam a negociar.

A votação foi realizada por meio de aplicativo em razão da pandemia do novo coronavírus, visando evitar aglomerações em assembleia e também para garantir a participação de trabalhadores que estão em home office. Considerandos os 6.438 funcionários, sendo que 1.700 estão em home office, que irão receber a PLR, o valor injetado na economia da região é de R$ 52,8 milhões.

Para receber a segunda parcela, o empregado deverá trabalhar pelo menos 90 dias no segundo semestre deste ano. Caso ele não atinja o requisito, o valor que receberia será divido entre os demais colegas com zero absenteísmo. Exceção no caso de colaboradores que tenham sofrido acidente de trabalho, saído de licença maternidade ou férias, ausências legais, como casamento e nascimento de filho; Covid-19 ou, ainda, se a empresa aderir ao lay-off ou day-off. Aqueles que forem convocados para trabalhar aos sábados com produção normal também estão fora da contagem.

A crise sanitária inviabilizou a negociação de 80% e 120% das metas, como ocorreu nos anos anteriores. Aparecido Inácio da Silva, o Cidão, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano, afirmou que a proposta é “100% factível de ser atingida”. “Além disso, foi inserida cláusula que, em casos de anormalidades (como lockdown e paralisação das atividades por falta de peças) e que tenham impactos no atingimento da meta produção, fica assegurada rediscussão entre empresa e sindicato de modo a garantir os 100%”, explicou.



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