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Rússia expulsa dez diplomatas dos EUA de Moscou, em retaliação a sanções



16/04/2021 | 14:52


A Rússia anunciou nesta sexta-feira, 16, que expulsará 10 diplomatas norte-americanos de Moscou, em retaliação à medida recíproca anunciada na quinta-feira pelos Estados Unidos. Em comunicado, o ministério das Relações Exteriores russo chama as sanções de Washington de "fúteis" e alerta que haverá "consequências desastrosas para aqueles que decidam por tais provocações".

Na nota, o governo russo acusa os EUA de não estarem dispostos a tolerar "a nova realidade em que não há espaço para ditames unilaterais" e classificou de "hipócritas" os pedidos da Casa Branca para evitar a escalada das tensões. "Agora é a hora de os EUA mostrarem prudência, abandonando seu curso de confronto", adverte.

A gestão do presidente Vladimir Putin reconhece que está em posição desvantajosa para impor sanções econômicas, mas assegura que poderá usar os recursos disponíveis, caso necessário.

Também decidiu banir a entrada no país de oito autoridades americanas que estariam envolvidas no desenvolvimento de uma política anti-Rússia nos EUA. Os nomes não foram divulgados.

O órgão máximo da diplomacia russa alega que as ações não são uma escolha do país e assegura estar pronto para um "dialogo calmo e profissional com o lado americano", com objetivo de "normalizar" as relações bilaterais. "No entanto, a realidade é que de Washington ouvimos uma coisa, mas na prática vemos algo completamente diferente. Não deveria haver dúvida - nenhuma onda de sanções ficará impune", salienta.

Nos últimos dias, o governo do presidente norte-americano, Joe Biden, e países aliados têm intensificado a pressão contra o Kremlin, em meio ao aumento da presença militar russa na fronteira com a Ucrânia e uma série de ataques cibernéticos as quais os EUA dizem ter sido alvos.



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Rússia expulsa dez diplomatas dos EUA de Moscou, em retaliação a sanções


16/04/2021 | 14:52


A Rússia anunciou nesta sexta-feira, 16, que expulsará 10 diplomatas norte-americanos de Moscou, em retaliação à medida recíproca anunciada na quinta-feira pelos Estados Unidos. Em comunicado, o ministério das Relações Exteriores russo chama as sanções de Washington de "fúteis" e alerta que haverá "consequências desastrosas para aqueles que decidam por tais provocações".

Na nota, o governo russo acusa os EUA de não estarem dispostos a tolerar "a nova realidade em que não há espaço para ditames unilaterais" e classificou de "hipócritas" os pedidos da Casa Branca para evitar a escalada das tensões. "Agora é a hora de os EUA mostrarem prudência, abandonando seu curso de confronto", adverte.

A gestão do presidente Vladimir Putin reconhece que está em posição desvantajosa para impor sanções econômicas, mas assegura que poderá usar os recursos disponíveis, caso necessário.

Também decidiu banir a entrada no país de oito autoridades americanas que estariam envolvidas no desenvolvimento de uma política anti-Rússia nos EUA. Os nomes não foram divulgados.

O órgão máximo da diplomacia russa alega que as ações não são uma escolha do país e assegura estar pronto para um "dialogo calmo e profissional com o lado americano", com objetivo de "normalizar" as relações bilaterais. "No entanto, a realidade é que de Washington ouvimos uma coisa, mas na prática vemos algo completamente diferente. Não deveria haver dúvida - nenhuma onda de sanções ficará impune", salienta.

Nos últimos dias, o governo do presidente norte-americano, Joe Biden, e países aliados têm intensificado a pressão contra o Kremlin, em meio ao aumento da presença militar russa na fronteira com a Ucrânia e uma série de ataques cibernéticos as quais os EUA dizem ter sido alvos.

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