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Vendas do comércio encerram 2020 com queda histórica de 12,2%, diz Serasa



03/03/2021 | 11:33


O Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian registrou a maior retração de toda a série histórica do índice, iniciada em 2001. Segundo o levantamento, a atividade do comércio tem queda de 12,2% no acumulado anual de 2020 em comparação a 2019.

O Índice mostra ainda que apesar de nenhum segmento ter escapado dos números negativos, os comerciantes de veículos, motos e peças tiveram a baixa mais acentuada, com -16,2% e foram os principais responsáveis pela baixa do índice.

As quedas também foram registradas no setor de Vestuários Calçados e Acessórios (-14,9%), Movéis, Eletrodomésticos, Eletrônicos e Informática (-13,3%), Material de Construção (-11,4%) Supermercados, Hipermercados, Alimentos e Bebidas (-8,5%) e Combustíveis e Lubrificantes (-7,0%).

Para o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, existem diversos motivos que ocasionaram essa queda geral. "A reabertura dos comércios, as vendas online, a redução de juros e o auxílio emergencial, não tinham como compensar totalmente o período de distanciamento social, os altos níveis de desemprego e a instabilidade econômica da população. Por isso, houve redução histórica das vendas, mesmo em períodos festivos, já que o consumidor precisou priorizar ainda mais seus gastos e focar nos itens essenciais", afirmou.



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Vendas do comércio encerram 2020 com queda histórica de 12,2%, diz Serasa


03/03/2021 | 11:33


O Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian registrou a maior retração de toda a série histórica do índice, iniciada em 2001. Segundo o levantamento, a atividade do comércio tem queda de 12,2% no acumulado anual de 2020 em comparação a 2019.

O Índice mostra ainda que apesar de nenhum segmento ter escapado dos números negativos, os comerciantes de veículos, motos e peças tiveram a baixa mais acentuada, com -16,2% e foram os principais responsáveis pela baixa do índice.

As quedas também foram registradas no setor de Vestuários Calçados e Acessórios (-14,9%), Movéis, Eletrodomésticos, Eletrônicos e Informática (-13,3%), Material de Construção (-11,4%) Supermercados, Hipermercados, Alimentos e Bebidas (-8,5%) e Combustíveis e Lubrificantes (-7,0%).

Para o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, existem diversos motivos que ocasionaram essa queda geral. "A reabertura dos comércios, as vendas online, a redução de juros e o auxílio emergencial, não tinham como compensar totalmente o período de distanciamento social, os altos níveis de desemprego e a instabilidade econômica da população. Por isso, houve redução histórica das vendas, mesmo em períodos festivos, já que o consumidor precisou priorizar ainda mais seus gastos e focar nos itens essenciais", afirmou.

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