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Vereador de Ribeirão, Lau troca socos com moradores no Jd.Caçula

Reprodução Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Confusão aconteceu na noite de domingo em frente a uma adega no bairro; tucano diz que pediu para reduzir volume do som e foi surpreendido


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

02/03/2021 | 17:02


Vereador em primeiro mandato de Ribeirão Pires, Lau Almeida (PSDB) se envolveu em uma confusão que chegou a agressões na noite de domingo (28) no Jardim Caçula. Segundo o tucano, o entrevero surgiu depois de ele reclamar com pessoas que frequentavam uma casa sobre som alto.

O parlamentar estava em frente a uma adega quando passou a discutir com alguns homens que também estavam na frente do estabelecimento. Dois vídeos que circulam nas redes sociais mostram o vereador discutindo com um homem e trocando socos e chutes com um grupo de jovens. O vereador chegou a registrar BO (boletim de ocorrência) da Delegacia de Ribeirão.

Nas imagens, vereador e os jovens aparecem em discussão acalorada, quando uma briga generalizada toma conta da situação. Algumas pessoas que acompanhavam o embate tentam apartar a confusão, mas não obtêm sucesso. Em dado momento, Lau Almeida chega a ameaçar um dos homens.

Ao Diário, Lau declarou que a discussão e posterior briga teve início após ele pedir para que os frequentadores da adega parassem de fazer aglomeração e escutar som alto na rua. Com a recusa, o vereador passou a discutir com os rapazes, o que terminou com a briga.

Conforme o relato do vereador no boletim de ocorrência, um rapaz, identificado como Vitinho, em um carro preto começou a xingar o parlamentar. O veículo parou em frente a associação de moradores e Vitinho partiu em direção a Lau. O rapaz foi embora e voltou logo dpois com mais dois amigos, identificados como Humberto e Negão. Vitinho continuou a ofender o vereador quando partiram para a briga. Lau relata à polícia que, no meio da confusão, percebeu que Vitinho tinha um volume na cintura e constatou que era uma faca. Na briga, a mulher do parlamentar foi quem retirou a faca de Vitinho.

“Isso já não é novidade. Em janeiro também acabei discutindo com essas mesmas pessoas. Eles ficam escutando som muito alto, fazendo barulho comas as motos, com os carros. A vizinhança já está perdendo a paciência com isso”, declarou o vereador, que tem atuado para evitar realizção de bailes funk na cidade.

O presidente da Câmara de Ribeirão Pires, Guto Volpi (PL), afirmou que conversou com Lau Almeida pela manhã. Guto declarou que entendeu a situação do parlamentar, já que ele estava fiscalizando a situação de comércios abertos de maneira irregular.

“Não há provocação do conselho de ética para esta situação. Entendemos a situação do vereador, que está lá realizando fiscalização comércios locais. Essa coisa de estar aberto fora de horário e com aglomeração afronta as nossas regras”, sustentou Guto Volpi, lembrando que este foi o primeiro fim de semana com regras mais rígidas de funcionamento de estabelecimentos e de circulação de pessoas diante do aumento do número de casos de Covid-19. 



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Vereador de Ribeirão, Lau troca socos com moradores no Jd.Caçula

Confusão aconteceu na noite de domingo em frente a uma adega no bairro; tucano diz que pediu para reduzir volume do som e foi surpreendido

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

02/03/2021 | 17:02


Vereador em primeiro mandato de Ribeirão Pires, Lau Almeida (PSDB) se envolveu em uma confusão que chegou a agressões na noite de domingo (28) no Jardim Caçula. Segundo o tucano, o entrevero surgiu depois de ele reclamar com pessoas que frequentavam uma casa sobre som alto.

O parlamentar estava em frente a uma adega quando passou a discutir com alguns homens que também estavam na frente do estabelecimento. Dois vídeos que circulam nas redes sociais mostram o vereador discutindo com um homem e trocando socos e chutes com um grupo de jovens. O vereador chegou a registrar BO (boletim de ocorrência) da Delegacia de Ribeirão.

Nas imagens, vereador e os jovens aparecem em discussão acalorada, quando uma briga generalizada toma conta da situação. Algumas pessoas que acompanhavam o embate tentam apartar a confusão, mas não obtêm sucesso. Em dado momento, Lau Almeida chega a ameaçar um dos homens.

Ao Diário, Lau declarou que a discussão e posterior briga teve início após ele pedir para que os frequentadores da adega parassem de fazer aglomeração e escutar som alto na rua. Com a recusa, o vereador passou a discutir com os rapazes, o que terminou com a briga.

Conforme o relato do vereador no boletim de ocorrência, um rapaz, identificado como Vitinho, em um carro preto começou a xingar o parlamentar. O veículo parou em frente a associação de moradores e Vitinho partiu em direção a Lau. O rapaz foi embora e voltou logo dpois com mais dois amigos, identificados como Humberto e Negão. Vitinho continuou a ofender o vereador quando partiram para a briga. Lau relata à polícia que, no meio da confusão, percebeu que Vitinho tinha um volume na cintura e constatou que era uma faca. Na briga, a mulher do parlamentar foi quem retirou a faca de Vitinho.

“Isso já não é novidade. Em janeiro também acabei discutindo com essas mesmas pessoas. Eles ficam escutando som muito alto, fazendo barulho comas as motos, com os carros. A vizinhança já está perdendo a paciência com isso”, declarou o vereador, que tem atuado para evitar realizção de bailes funk na cidade.

O presidente da Câmara de Ribeirão Pires, Guto Volpi (PL), afirmou que conversou com Lau Almeida pela manhã. Guto declarou que entendeu a situação do parlamentar, já que ele estava fiscalizando a situação de comércios abertos de maneira irregular.

“Não há provocação do conselho de ética para esta situação. Entendemos a situação do vereador, que está lá realizando fiscalização comércios locais. Essa coisa de estar aberto fora de horário e com aglomeração afronta as nossas regras”, sustentou Guto Volpi, lembrando que este foi o primeiro fim de semana com regras mais rígidas de funcionamento de estabelecimentos e de circulação de pessoas diante do aumento do número de casos de Covid-19. 

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