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São Paulo entregará em março 21 milhões de vacinas do Butantan para a Saúde, diz Doria

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Está prevista a chegada de novo lote com 8.000 litros de insumos, o equivalente para fabricar 14 milhões de doses



01/03/2021 | 13:26


Atualizado às 14h38

O governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou que o Butantan deve entregar até o fim do mês de março 21 milhões de doses da vacina produzida pelo instituto contra a Covid-19, a Coronavac. Até o fim de abril está previsto o repasse ao Ministério da Saúde de 46 milhões de doses previstas no primeiro contrato assinado entre o Butantan e a pasta. 

Segundo o governador de São Paulo, o Butantan passou a trabalhar 24 horas por dia, sete dias por semana a fim de agilizar a produção e envase das vacinas. Conforme Doria, para esta quinta-feira (4) está prevista a chegada ao País de novo lote com 8 mil litros de insumos - o equivalente a 14 milhões de doses - para a produção de vacinas. Doria apresenta nesta segunda-feira, dia 1º, informações sobre o combate ao coronavírus no Estado de São Paulo. A entrevista tem participação de secretários e especialistas que vão passar detalhes sobre o combate à covid-19.

LEITOS DE UTI

João Doria cumprimentou a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber por determinar na sexta-feira, 26, que o governo federal reative os leitos de UTI que foram fechados no Estado.

Para Doria, a reativação dos leitos "não é nenhum favor (do Ministério da Saúde), é uma obrigação". O governador lembrou que a medida irá se estender a todos os Estados que entrarem com o mesmo recurso, como Maranhão e Bahia.

"Que tristeza ter que recorrer à Justiça para termos leitos de UTI para salvar vidas. Isso deveria fazer parte de uma coordenação nacional, independentemente de solicitação e recursos judiciais", lamentou o governador. Na avaliação de Doria, a ministra teve uma atitude "coerente", de "bom senso" e "obediente" à lei.

Segundo o governador, no período em que houve a ruptura com a Saúde, que contemplou janeiro e fevereiro, o Estado de São Paulo passou a desembolsar R$ 245 milhões por mês para o custeio dos leitos. "Tivemos que fazer um desembolso de quase R$ 500 milhões quando esses recursos deveriam ser do Ministério da Saúde", afirmou.

Com a nova decisão, são 5.112 leitos de leitos de covid-19 que voltam à responsabilidade de pagamento da pasta federal da Saúde. De acordo com Doria, a orientação do secretário estadual de Saúde de São Paulo, Jean Carlo Gorinchteyn, "é que proceda imediatamente a cobrança desses valores e obviamente que o Ministério da Saúde obedeça a ordem judicial da ministra". Conforme a procuradora Camila Pintarelli, até ontem estavam habilitados 564 leitos no Estado. Número que passou a zero desde as 0h desta segunda-feira (1º).

"Maranhão, Bahia e São Paulo, e certamente os demais Estados brasileiros e o Distrito Federal foram vitimados de mais um equívoco do Ministério da Saúde, abandonando a população brasileira e não oferecendo as condições adequadas" para o enfrentamento da covid-19, apontou Doria.



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São Paulo entregará em março 21 milhões de vacinas do Butantan para a Saúde, diz Doria

Está prevista a chegada de novo lote com 8.000 litros de insumos, o equivalente para fabricar 14 milhões de doses


01/03/2021 | 13:26


Atualizado às 14h38

O governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou que o Butantan deve entregar até o fim do mês de março 21 milhões de doses da vacina produzida pelo instituto contra a Covid-19, a Coronavac. Até o fim de abril está previsto o repasse ao Ministério da Saúde de 46 milhões de doses previstas no primeiro contrato assinado entre o Butantan e a pasta. 

Segundo o governador de São Paulo, o Butantan passou a trabalhar 24 horas por dia, sete dias por semana a fim de agilizar a produção e envase das vacinas. Conforme Doria, para esta quinta-feira (4) está prevista a chegada ao País de novo lote com 8 mil litros de insumos - o equivalente a 14 milhões de doses - para a produção de vacinas. Doria apresenta nesta segunda-feira, dia 1º, informações sobre o combate ao coronavírus no Estado de São Paulo. A entrevista tem participação de secretários e especialistas que vão passar detalhes sobre o combate à covid-19.

LEITOS DE UTI

João Doria cumprimentou a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber por determinar na sexta-feira, 26, que o governo federal reative os leitos de UTI que foram fechados no Estado.

Para Doria, a reativação dos leitos "não é nenhum favor (do Ministério da Saúde), é uma obrigação". O governador lembrou que a medida irá se estender a todos os Estados que entrarem com o mesmo recurso, como Maranhão e Bahia.

"Que tristeza ter que recorrer à Justiça para termos leitos de UTI para salvar vidas. Isso deveria fazer parte de uma coordenação nacional, independentemente de solicitação e recursos judiciais", lamentou o governador. Na avaliação de Doria, a ministra teve uma atitude "coerente", de "bom senso" e "obediente" à lei.

Segundo o governador, no período em que houve a ruptura com a Saúde, que contemplou janeiro e fevereiro, o Estado de São Paulo passou a desembolsar R$ 245 milhões por mês para o custeio dos leitos. "Tivemos que fazer um desembolso de quase R$ 500 milhões quando esses recursos deveriam ser do Ministério da Saúde", afirmou.

Com a nova decisão, são 5.112 leitos de leitos de covid-19 que voltam à responsabilidade de pagamento da pasta federal da Saúde. De acordo com Doria, a orientação do secretário estadual de Saúde de São Paulo, Jean Carlo Gorinchteyn, "é que proceda imediatamente a cobrança desses valores e obviamente que o Ministério da Saúde obedeça a ordem judicial da ministra". Conforme a procuradora Camila Pintarelli, até ontem estavam habilitados 564 leitos no Estado. Número que passou a zero desde as 0h desta segunda-feira (1º).

"Maranhão, Bahia e São Paulo, e certamente os demais Estados brasileiros e o Distrito Federal foram vitimados de mais um equívoco do Ministério da Saúde, abandonando a população brasileira e não oferecendo as condições adequadas" para o enfrentamento da covid-19, apontou Doria.

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