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Campo de batalha virtual

Títulos de simulação eletrônica de combate armado são alguns dos jogos mais populares


Luís Felipe Soares

28/02/2021 | 00:01


Os mapas são abertos, o arsenal de armas fica liberado e os personagens estão disponíveis para serem escolhidos. Todos esses elementos fazem parte de um popular gênero dos videogames: os chamados jogos de tiro. O ambiente eletrônico disponibiliza para o público a possibilidade de se divertir em meio à simulação de combate armado, com a consciência do público de que tudo é de mentira e de que os confrontos podem gerar boas doses de adrenalina. Entre opções de títulos em consoles, celulares e computador, claro que os gamers mais jovens adoram se colocar nas arenas virtuais. 

A conversa com colegas e vídeos no Youtube fizeram Muriel Munhoz Ferreira, 13 anos, conhecer e passar tempo na tela diante de Free Fire e Fortnite, por exemplo. “São jogos que estão muito no hype (quando algo tem grande repercussão e chama a atenção das pessoas), tem muitas pessoas on-line e sempre possuem coisas novas e atualizações. O Fortnite, por exemplo, tem boas parcerias e eventos todo mês com marcas, tipo a Marvel”, explica o menino de São Bernardo. Ele costuma interagir com os amigos no ambiente on-line do PlayStation 4.

Sobre os altos e baixos das partidas, cita os desafios imprevisíveis e preocupação com o hate desnecessário. “A parte mais legal é nunca saber o que vai acontecer. Algumas vezes você vai superbem e, em outras, nem consegue jogar. Me deixa mais empolgado saber que sempre vou ter com quem jogar e que evoluo no jogo”, diz. “ A pior parte é a comunidade, porque se você não tem a skin (roupa) ou jogar bem, é criticado. Algumas pessoas levam o jogo muito a sério e até levam para o lado violento, aproveitando para ofender e, às vezes, pegar informações.”

Manuella Alves de Oliveira, 11, revela ser grande fã de Free Fire. Como não possui um PC gamer que suporte os jogos que gosta, aproveita para batalhar por meio do celular. “(Os games) São on-line e dá para fazer amizades dentro deles. De alguma forma, você cria uma coisa especial no jogo por conta dos amigos. Também tem metas, como subir de patente e ganhar”, comenta a mauaense. 

Ela fala que as estratégias e tensão nos confrontos são bem legais. “ Gosto quando fico como um dos últimos sobreviventes e, basicamente, fico contra só um jogador. É quando tem mais chance de vencer a partida. Me deixa preocupada quando fico de frente com um jogador e não sei o que fazer. Morro por besteira.”

Parte desses jogos é recomendada para pré-adolescentes em diante, com a autorização e proximidade dos pais sendo necessárias para os pequenos gamers. “Meus pais deixam que eu jogue, mas colocam limites, orientam, chamam a minha atenção e pedem para ver o jogo”, conta Muriel. “Eles sabem que eu passo tempo nesse tipo de jogo e não gostam muito, porque eu me distraio bastante. Normalmente me dão bronca mandando eu sair do jogo”, diz Manuella. Segundo ela, aprendeu a dividir o tempo entre as partidas e as obrigações em casa. Deveres e diversão fazem parte de uma das maiores batalhas a se travar.

Jogadores locais podem participar de campeonato

Fãs de Free Fire do Grande ABC podem colocar seu talento no jogo à prova em campeonato especial. Trata-se da Copa AD Games – Free Fire.

A competição será disputada no modo sala personalizada, dentro do mapa Bermuda. Os jogos ocorrem entre os dias 5, 6 e 7 de março. O vencedor levará prêmio de R$ 1.000 em vales-compras em lojas especializadas de games e informática. A organização está sendo realizada pela Liga Sorocabana de Games, com mais informações em sua página no Instagram (www.instagram.com/ligasorocabanadegames).

As inscrições são gratuitas e estão abertas até quinta-feira (4), com as vagas sendo limitadas. Na região, os interessados precisam ir pessoalmente nas lojas FN Games, do Atrium Shopping (Rua Giovanni Battista Pirelli, 155. Tel.: 3135-4500), e Furlan Imports e E.R. Informática, do Shopping ABC (Av.Pereira Barreto, 42. Tel.: 3437-7222), ambos em Santo André, e na loja Universo dos Games, no Shopping Praça da Moça (Rua Manoel da Nóbrega, 712. Tel.: 4057-8900), em Diadema. Menores de idade precisam da presença dos pais e/ou responsáveis na inscrição. Fãs com idade menor de 12 anos precisam de autorização da família para jogar.

O termo ‘battle royale’ (batalha em real, em tradução) é inspirado no título de livro japonês adulto sobre grupo de alunos que é levado para ilha isolada e apenas uma pessoa deve sobreviver

Todos os jogos que envolvem versão eletrônica de disputa com armas têm recomendação de faixa etária a partir de 12 anos, com os pais e/ou responsáveis precisando sempre acompanhar as ações dos filhos nos games 



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Campo de batalha virtual

Títulos de simulação eletrônica de combate armado são alguns dos jogos mais populares

Luís Felipe Soares

28/02/2021 | 00:01


Os mapas são abertos, o arsenal de armas fica liberado e os personagens estão disponíveis para serem escolhidos. Todos esses elementos fazem parte de um popular gênero dos videogames: os chamados jogos de tiro. O ambiente eletrônico disponibiliza para o público a possibilidade de se divertir em meio à simulação de combate armado, com a consciência do público de que tudo é de mentira e de que os confrontos podem gerar boas doses de adrenalina. Entre opções de títulos em consoles, celulares e computador, claro que os gamers mais jovens adoram se colocar nas arenas virtuais. 

A conversa com colegas e vídeos no Youtube fizeram Muriel Munhoz Ferreira, 13 anos, conhecer e passar tempo na tela diante de Free Fire e Fortnite, por exemplo. “São jogos que estão muito no hype (quando algo tem grande repercussão e chama a atenção das pessoas), tem muitas pessoas on-line e sempre possuem coisas novas e atualizações. O Fortnite, por exemplo, tem boas parcerias e eventos todo mês com marcas, tipo a Marvel”, explica o menino de São Bernardo. Ele costuma interagir com os amigos no ambiente on-line do PlayStation 4.

Sobre os altos e baixos das partidas, cita os desafios imprevisíveis e preocupação com o hate desnecessário. “A parte mais legal é nunca saber o que vai acontecer. Algumas vezes você vai superbem e, em outras, nem consegue jogar. Me deixa mais empolgado saber que sempre vou ter com quem jogar e que evoluo no jogo”, diz. “ A pior parte é a comunidade, porque se você não tem a skin (roupa) ou jogar bem, é criticado. Algumas pessoas levam o jogo muito a sério e até levam para o lado violento, aproveitando para ofender e, às vezes, pegar informações.”

Manuella Alves de Oliveira, 11, revela ser grande fã de Free Fire. Como não possui um PC gamer que suporte os jogos que gosta, aproveita para batalhar por meio do celular. “(Os games) São on-line e dá para fazer amizades dentro deles. De alguma forma, você cria uma coisa especial no jogo por conta dos amigos. Também tem metas, como subir de patente e ganhar”, comenta a mauaense. 

Ela fala que as estratégias e tensão nos confrontos são bem legais. “ Gosto quando fico como um dos últimos sobreviventes e, basicamente, fico contra só um jogador. É quando tem mais chance de vencer a partida. Me deixa preocupada quando fico de frente com um jogador e não sei o que fazer. Morro por besteira.”

Parte desses jogos é recomendada para pré-adolescentes em diante, com a autorização e proximidade dos pais sendo necessárias para os pequenos gamers. “Meus pais deixam que eu jogue, mas colocam limites, orientam, chamam a minha atenção e pedem para ver o jogo”, conta Muriel. “Eles sabem que eu passo tempo nesse tipo de jogo e não gostam muito, porque eu me distraio bastante. Normalmente me dão bronca mandando eu sair do jogo”, diz Manuella. Segundo ela, aprendeu a dividir o tempo entre as partidas e as obrigações em casa. Deveres e diversão fazem parte de uma das maiores batalhas a se travar.

Jogadores locais podem participar de campeonato

Fãs de Free Fire do Grande ABC podem colocar seu talento no jogo à prova em campeonato especial. Trata-se da Copa AD Games – Free Fire.

A competição será disputada no modo sala personalizada, dentro do mapa Bermuda. Os jogos ocorrem entre os dias 5, 6 e 7 de março. O vencedor levará prêmio de R$ 1.000 em vales-compras em lojas especializadas de games e informática. A organização está sendo realizada pela Liga Sorocabana de Games, com mais informações em sua página no Instagram (www.instagram.com/ligasorocabanadegames).

As inscrições são gratuitas e estão abertas até quinta-feira (4), com as vagas sendo limitadas. Na região, os interessados precisam ir pessoalmente nas lojas FN Games, do Atrium Shopping (Rua Giovanni Battista Pirelli, 155. Tel.: 3135-4500), e Furlan Imports e E.R. Informática, do Shopping ABC (Av.Pereira Barreto, 42. Tel.: 3437-7222), ambos em Santo André, e na loja Universo dos Games, no Shopping Praça da Moça (Rua Manoel da Nóbrega, 712. Tel.: 4057-8900), em Diadema. Menores de idade precisam da presença dos pais e/ou responsáveis na inscrição. Fãs com idade menor de 12 anos precisam de autorização da família para jogar.

O termo ‘battle royale’ (batalha em real, em tradução) é inspirado no título de livro japonês adulto sobre grupo de alunos que é levado para ilha isolada e apenas uma pessoa deve sobreviver

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