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Hugo Hoyama traça planos do tênis de mesa para Tóquio

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Seleção feminina pode ter trio da região representando o País nos Jogos Olímpicos


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

11/01/2021 | 07:00


 Depois de uma temporada 2020 prejudicada pela pandemia do novo coronavírus, que – entre outros eventos – adiou até mesmo a realização dos Jogos Olímpicos de Tóquio, o ano de 2021 começa com boas perspectivas, planos e um sonho para o tênis de mesa do Grande ABC: ter as três representantes que formarão a equipe feminina da Seleção Brasileira que vai à capital japonesa para a Olimpíada. Isso porque das cinco jogadoras que compõem a equipe do técnico Hugo Hoyama, três são da região: as irmãs são-bernardenses Bruna e Giulia Takahashi, além de Caroline Kumahara, que durante a maior parte da vida se dividiu entre os estudos em Santo André e os treinos em São Caetano. Completam a formação Jessica Yamada e Laura Watanabe.

“Dessas cinco, três vão para Tóquio. A equipe que vou mandar a convocação, provavelmente em abril – mesmo ainda tendo que disputar o pré-olímpico da dupla mista – está quase definida. Elas têm que continuar fazendo o trabalho delas, treinando firme e forte, para quem for representar o Brasil deve estar o melhor preparado possível”, afirmou o treinador são-bernardense, que nos Jogos Pan-Americanos de Lima, há dois anos, optou pelo trio Kumahara, Yamada e Bruna Takahashi (que conquistou duas pratas e dois bronzes) e provavelmente deve mantê-lo. “(Todas) São jogadoras muito responsáveis, têm foco, concentração, então esse relacionamento é muito importante. Acompanho não diariamente, mas sempre que possível, como estão treinando, para quando a gente se encontrar estar sincronizado.”

No ano passado, apesar dos prejuízos da Covid, o COB (Comitê Olímpico do Brasil) permitiu que várias modalidades pudessem ter um tempo de treino em Portugal, na tentativa de fazer com que os atletas não perdessem ainda mais o ritmo pelas paralisações causadas pelo vírus. “Foi um projeto muito bem elaborado. Ajudou para que as atletas pudessem retomar os treinamentos em alto rendimento. Fomos para Gaia, onde existe nível muito bom, com vários atletas de outros países. Então foi fase importante para nós depois que as atletas passaram quatro meses sem treinar normalmente, somente em casa, o que é muito diferente. Elas estavam com muita saudade e vontade. Então foi período proveitoso”, exaltou.

As incertezas com relação à pandemia, entretanto, seguem interferindo na preparação de Hoyama e sua equipe. Isso porque o Mundial por equipes que seria realizado em fevereiro, depois de quatro vezes adiado acabou cancelado. A participação brasileira no torneio era uma das justificativas para o treinador levar as atletas para novo período de treinos em Portugal, situação da qual o veterano ainda não desistiu de buscar. “Apesar do cancelamento, não impede de a gente ainda poder ir para lá. Vai depender da verba, do projeto ser aprovado pelo COB. O quanto antes a gente for, melhor”, afirmou.

Tudo no intuito de que a equipe feminina chegue na Olimpíada na melhor forma possível. “Precisamos pegar ritmo de treino bom para chegar o melhor preparado possível em Tóquio. Tenho certeza que a cabeça vai ser muito importante. Normalmente mentalidade, foco e concentração são essenciais, mas agora ainda mais depois desse período. Se a cabeça não estiver boa, se não tiver esquecido que ficou um tempo sem treinar e focar que se preparou da melhor maneira possível para tentar jogar seu melhor, não vai conseguir bom resultado.”

LIÇÕES
Hugo Hoyama aproveitou para falar sobre os aprendizados que a pandemia trouxe – que devem ser permanentes –, mas não deixou de citar a tristeza pelas milhões de mortes pelo mundo. “O ano de 2020 foi muito difícil, principalmente por perdas de tantas vidas pela pandemia. Vamos e temos que lamentar para sempre por isso, mas também aprendemos que devemos pensar muito no próximo, respeitando as regras. Isso tem que ser para sempre, não pode ser largado depois que a pandemia passar”, disse o treinador, que relembrou as vezes que viajou ao país que será sede dos próximos Jogos Olímpicos como modelo. “Desde as primeiras vezes que fui para o Japão, quando a pessoa começa a pegar resfriado ou gripe, coloca a máscara para evitar ao máximo transmitir o vírus para quem está junto, para o outro. É exemplo muito importante a ser seguido.”



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Hugo Hoyama traça planos do tênis de mesa para Tóquio

Seleção feminina pode ter trio da região representando o País nos Jogos Olímpicos

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

11/01/2021 | 07:00


 Depois de uma temporada 2020 prejudicada pela pandemia do novo coronavírus, que – entre outros eventos – adiou até mesmo a realização dos Jogos Olímpicos de Tóquio, o ano de 2021 começa com boas perspectivas, planos e um sonho para o tênis de mesa do Grande ABC: ter as três representantes que formarão a equipe feminina da Seleção Brasileira que vai à capital japonesa para a Olimpíada. Isso porque das cinco jogadoras que compõem a equipe do técnico Hugo Hoyama, três são da região: as irmãs são-bernardenses Bruna e Giulia Takahashi, além de Caroline Kumahara, que durante a maior parte da vida se dividiu entre os estudos em Santo André e os treinos em São Caetano. Completam a formação Jessica Yamada e Laura Watanabe.

“Dessas cinco, três vão para Tóquio. A equipe que vou mandar a convocação, provavelmente em abril – mesmo ainda tendo que disputar o pré-olímpico da dupla mista – está quase definida. Elas têm que continuar fazendo o trabalho delas, treinando firme e forte, para quem for representar o Brasil deve estar o melhor preparado possível”, afirmou o treinador são-bernardense, que nos Jogos Pan-Americanos de Lima, há dois anos, optou pelo trio Kumahara, Yamada e Bruna Takahashi (que conquistou duas pratas e dois bronzes) e provavelmente deve mantê-lo. “(Todas) São jogadoras muito responsáveis, têm foco, concentração, então esse relacionamento é muito importante. Acompanho não diariamente, mas sempre que possível, como estão treinando, para quando a gente se encontrar estar sincronizado.”

No ano passado, apesar dos prejuízos da Covid, o COB (Comitê Olímpico do Brasil) permitiu que várias modalidades pudessem ter um tempo de treino em Portugal, na tentativa de fazer com que os atletas não perdessem ainda mais o ritmo pelas paralisações causadas pelo vírus. “Foi um projeto muito bem elaborado. Ajudou para que as atletas pudessem retomar os treinamentos em alto rendimento. Fomos para Gaia, onde existe nível muito bom, com vários atletas de outros países. Então foi fase importante para nós depois que as atletas passaram quatro meses sem treinar normalmente, somente em casa, o que é muito diferente. Elas estavam com muita saudade e vontade. Então foi período proveitoso”, exaltou.

As incertezas com relação à pandemia, entretanto, seguem interferindo na preparação de Hoyama e sua equipe. Isso porque o Mundial por equipes que seria realizado em fevereiro, depois de quatro vezes adiado acabou cancelado. A participação brasileira no torneio era uma das justificativas para o treinador levar as atletas para novo período de treinos em Portugal, situação da qual o veterano ainda não desistiu de buscar. “Apesar do cancelamento, não impede de a gente ainda poder ir para lá. Vai depender da verba, do projeto ser aprovado pelo COB. O quanto antes a gente for, melhor”, afirmou.

Tudo no intuito de que a equipe feminina chegue na Olimpíada na melhor forma possível. “Precisamos pegar ritmo de treino bom para chegar o melhor preparado possível em Tóquio. Tenho certeza que a cabeça vai ser muito importante. Normalmente mentalidade, foco e concentração são essenciais, mas agora ainda mais depois desse período. Se a cabeça não estiver boa, se não tiver esquecido que ficou um tempo sem treinar e focar que se preparou da melhor maneira possível para tentar jogar seu melhor, não vai conseguir bom resultado.”

LIÇÕES
Hugo Hoyama aproveitou para falar sobre os aprendizados que a pandemia trouxe – que devem ser permanentes –, mas não deixou de citar a tristeza pelas milhões de mortes pelo mundo. “O ano de 2020 foi muito difícil, principalmente por perdas de tantas vidas pela pandemia. Vamos e temos que lamentar para sempre por isso, mas também aprendemos que devemos pensar muito no próximo, respeitando as regras. Isso tem que ser para sempre, não pode ser largado depois que a pandemia passar”, disse o treinador, que relembrou as vezes que viajou ao país que será sede dos próximos Jogos Olímpicos como modelo. “Desde as primeiras vezes que fui para o Japão, quando a pessoa começa a pegar resfriado ou gripe, coloca a máscara para evitar ao máximo transmitir o vírus para quem está junto, para o outro. É exemplo muito importante a ser seguido.”

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