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Miley Cyrus explora vertentes do rock em seu novo disco de estúdio

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Cantora aposta em mesclas a partir da música pop e em parcerias nas faixas de ‘Plastic Hearts’


Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABc

29/11/2020 | 00:01


O novo passo de Miley Cyrus no universo da música conta com flertes com rock de diferentes épocas sem esquecer do toque pessoal da artista norte-americana. O resultado dessa sonoridade acaba de ser apresentado com disco Plastic Hearts, disponibilizado em plataformas digitais na semana passada. Aos 28 anos – completados na segunda-feira –, a cantora mantém sua popularidade em alta e aparece como uma das popstar mais inventivas da atualidade.

No ano passado, a cantora lançou o experimental EP She is Coming, com seis canções e destaque para Mother’s Daughter. Seu último álbum completo foi Youger Now (2017), onde tentou deixar um pouco de lado um a faceta chamativa de anos antes e desenvolveu algo mais pessoal e light. Agora, em seu sétimo trabalho de estúdio, ela comenta que tem dedicado grande parte do tempo para consumir diversas vertentes do rock, incluindo músicas das bandas Metallica, Soundgarden, Blondie e obras da carreira da também cantora Stevie Nicks.

A composição que puxa o lançamento do novo disco é Midnight Sky, apresentada de maneira antecipada em agosto para aquecer os fãs. A letra, com participação de Miley, explora a temática do amor próprio com muita atitude e personalidade, características que parecem sobrar na artista. Ela roteirizou e dirigiu o clipe da música, tendo mais de 87 milhões de views em sua página oficial no YouTube, e coloca em vídeo um universo disco e eletrônico que remete à década de 1980.

O projeto conta com 12 faixas, incluindo parcerias, caso do duo com o oitentisa Billy Idol em Night Crawnling e com a icônica roqueira Joan Jett em Bad Karma. Apresentada ao vivo em setembro, durante a edição deste ano do iHeart Festival, realizado de maneira on-line por causa da pandemia da Covid-19, sua elogiada versão para Heart Of Glass, do grupo Blondie, ficou de fora da lista, mas pode ser escutada na internet.

O segundo e atual single é Prisoner, onde divide os holofotes com a contemporânea Dua Lipa. A faixa fala de libertação, seja de problemas, pessoas ou demônios internos, e é apontada pela norte-americana como a mais poderosa da seleção. “Ela (a música) veio em um momento perfeito. Todos nós estamos presos em nossas emoções neste momento e não há escapatória. Tudo o que você já tentou reprimir está saindo agora”, disse em entrevista sobre o álbum para programa da Apple Music. Claro que um clipe já foi liberado no YouTube.

O olhar para o passado e para o rock em geral parece ter ajudado a cantora a escrever o atual estágio da carreira, com os próximos capítulos podendo vir a qualquer momento. Miley é uma artista livre para fazer o que quiser e tem aproveitado ao máximo essa liberdade. 



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Miley Cyrus explora vertentes do rock em seu novo disco de estúdio

Cantora aposta em mesclas a partir da música pop e em parcerias nas faixas de ‘Plastic Hearts’

Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABc

29/11/2020 | 00:01


O novo passo de Miley Cyrus no universo da música conta com flertes com rock de diferentes épocas sem esquecer do toque pessoal da artista norte-americana. O resultado dessa sonoridade acaba de ser apresentado com disco Plastic Hearts, disponibilizado em plataformas digitais na semana passada. Aos 28 anos – completados na segunda-feira –, a cantora mantém sua popularidade em alta e aparece como uma das popstar mais inventivas da atualidade.

No ano passado, a cantora lançou o experimental EP She is Coming, com seis canções e destaque para Mother’s Daughter. Seu último álbum completo foi Youger Now (2017), onde tentou deixar um pouco de lado um a faceta chamativa de anos antes e desenvolveu algo mais pessoal e light. Agora, em seu sétimo trabalho de estúdio, ela comenta que tem dedicado grande parte do tempo para consumir diversas vertentes do rock, incluindo músicas das bandas Metallica, Soundgarden, Blondie e obras da carreira da também cantora Stevie Nicks.

A composição que puxa o lançamento do novo disco é Midnight Sky, apresentada de maneira antecipada em agosto para aquecer os fãs. A letra, com participação de Miley, explora a temática do amor próprio com muita atitude e personalidade, características que parecem sobrar na artista. Ela roteirizou e dirigiu o clipe da música, tendo mais de 87 milhões de views em sua página oficial no YouTube, e coloca em vídeo um universo disco e eletrônico que remete à década de 1980.

O projeto conta com 12 faixas, incluindo parcerias, caso do duo com o oitentisa Billy Idol em Night Crawnling e com a icônica roqueira Joan Jett em Bad Karma. Apresentada ao vivo em setembro, durante a edição deste ano do iHeart Festival, realizado de maneira on-line por causa da pandemia da Covid-19, sua elogiada versão para Heart Of Glass, do grupo Blondie, ficou de fora da lista, mas pode ser escutada na internet.

O segundo e atual single é Prisoner, onde divide os holofotes com a contemporânea Dua Lipa. A faixa fala de libertação, seja de problemas, pessoas ou demônios internos, e é apontada pela norte-americana como a mais poderosa da seleção. “Ela (a música) veio em um momento perfeito. Todos nós estamos presos em nossas emoções neste momento e não há escapatória. Tudo o que você já tentou reprimir está saindo agora”, disse em entrevista sobre o álbum para programa da Apple Music. Claro que um clipe já foi liberado no YouTube.

O olhar para o passado e para o rock em geral parece ter ajudado a cantora a escrever o atual estágio da carreira, com os próximos capítulos podendo vir a qualquer momento. Miley é uma artista livre para fazer o que quiser e tem aproveitado ao máximo essa liberdade. 

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