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Jurubatuba, o shopping dos móveis

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Setor moveleiro é um dos destaques da via, que também abriga a biblioteca mais antiga da cidade


Bia Moço
do Diário do Grande ABC

28/09/2020 | 07:30


Quem passa pela Rua Jurubatuba, no Centro de São Bernardo, não deixa de reparar que boa parte de sua extensão é tomada por lojas de móveis e decoração. Há mais de 40 anos o endereço é considerado ponto de referência para quem quer fazer bons negócios, seja pelo preço acessível ou variedade de estabelecimentos, o que fez com que a via ficasse conhecida como o shopping dos móveis, antes que de fato fossem construídos shoppings especializados no segmento.

A tradição, que perdura há pelo menos quatro décadas, reúne hoje 108 lojas do segmento moveleiro e faz parte da história de vida de Ahmad Jarouche, 57 anos, conhecido como Armando, que também é proprietário da loja mais antiga do setor no endereço, a Attualitá. O estabelecimento foi inaugurado em 1985 por seu irmão Mohamed Jarouche. Já Armando entrou para a sociedade em 1990, e ambos mantiveram o acordo até 2005, porém, hoje somente ele está à frente dos negócios da família.

Embora a loja tenha 35 anos de existência, os Jarouche iniciaram no setor moveleiro no endereço em 1974, quando o tio de Armando abriu a fábrica Móveis ABC. “Meu tio, seu Mohamed Jarouche, foi um dos pioneiros aqui da Jurubatuba. Nos anos 1970, muitas famílias italianas também se instalaram aqui, com comércio de móveis. Depois, conforme foi passando o tempo, as gerações italianas não deram continuidade e seguiram outros caminhos. Na década de 1980 o setor retomou, e foi quando a colônia de brimos (árabes) foi entrando, e ficou”, brincou Armando, já que quase todos os estabelecimentos são de propriedade de famílias árabes.

O comerciante relata que a Jurubatuba sempre teve viés comercial, com o forte sendo a venda de mobiliários. “Aqui sempre foi muito conhecido, e recebemos clientes de todo o Brasil. Os preços são imbatíveis. Nossa feira de móveis, que se não me engano começou nos anos 1980, até hoje é um grande sucesso”, comemorou Armando, garantindo que a Jurubatuba é de “grande importância para a cidade”. “Aqui há muito emprego, e a maior parte dos trabalhadores mora em São Bernardo. Giramos a economia local e agregamos muito valor na cidade”, ressaltou o comerciante.

Armando elogiou ainda o apoio governamental, pontuando que todas as administrações, desde 1990, “sempre apoiaram o setor”. “Em todos esses anos nunca tivemos problemas com nenhuma gestão”, disse, destacando que a obra do piscinão do Paço, entregue pela Prefeitura em agosto de 2019, é a grande expectativa dos comerciantes para que os problemas com enchentes seja sanado. “Há décadas sofremos com enxurradas, e os prejuízos foram enormes nesses anos. Ainda não enfrentamos uma grande temporada de chuvas com o piscinão pronto, então vamos ver como vai ser neste verão. Aparentemente, já melhorou”, elogiou.

Além das lojas de móveis, a rua possui outras referências importantes, como o Edifício Pasteur, centro de clínicas médicas e odontológicas muito frequentado desde os anos 1980, e também diversas lojas de vendas de automóveis novos e semi-novos. Entre os edifícios públicos destaca-se a Biblioteca Monteiro Lobato, primeira da cidade, fundada em 1958 e instalada na rua em 1970.

HISTÓRIA
A referência mais antiga à Rua Jurubatuba surge numa planta da área urbana de São Bernardo em 1902. Naquela época, a via situava-se na divisa da área urbana com os primeiros lotes rurais da linha colonial Jurubatuba, implementada em 1877. Inicialmente, sua extensão era menor: ela emendava na Rua Joaquim Nabuco de um lado, e do outro ia até a Alameda Glória. Entre 1958 e 1962 foi estendida até a região do Paço Municipal e, no início da década de 1970, até a Rua Frei Gaspar. Ao longo da década de 1960 a Jurubatuba foi também pavimentada e alargada.

Para homenagear comerciantes da região, a atual administração municipal transferiu para a esquina da Rua Jurubatuba com a Rua Domingos João Ballotin monumento em homenagem ao Movimento Moveleiro, antes instalado na Pinacoteca de São Bernardo.

Bar vai muito além de ‘rei do mocotó’

Conhecido há 43 anos como Rei do Mocotó, o bar Zelão vai muito além desse prato típico nordestino, que atrai dezenas de pessoas de todos os Estados e até de fora do País todos os dias. Essa espécie de sopa, feita com pata de boi, é o carro-chefe da casa, junto com o torresmo, mas existem pratos para todos os gostos, com destaque também para o bife parmegiana, feijoada e o virado à paulista.

O restaurante, que está há 31 anos no número 926 da Jurubatuba, começou sua história em 1977 na Rua Marechal Deodoro, 2.583, esquina com a Rua João Basso, famosa por ser a rua do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, e depois teve unidade na Faria Lima. A escolha de mudar de endereço, porém, foi pensando no crescimento, conforme relatou Luciana Alves Dantas, 44 anos, filha dos proprietários José Dantas Irmão, 77, o Zelão, e Lucia de Fátima Alves Dantas, 63, que tem gerenciado o comércio. “A mudança de endereço foi porque meu pai sempre teve visão. Ele viu na Jurubatuba um ponto que poderia ter grande sucesso. Ele sempre disse que, às vezes, quando se compra algo pronto, você terá problemas sem conserto. Mas quando o espaço é construído, sempre dá para consertar. E ele construiu cada pedacinho desse prédio”, conta a gerente.

Luciana relata que os pais, vindos do interior da Paraíba em situação financeira complicada, decidiram abrir espaço em que pudessem oferecer a tradicional receita, de forma a manter as origens, e também trabalhar. Com o tempo, o restaurante nordestino passou a ofertar diversos pratos brasileiros, que agradam a todos os paladares.

“Hoje o Zelão tem um grande aspecto simbólico. Não só para nossa família, mas para toda a população do Grande ABC. Aqui é um espaço que reúne famílias, histórias e consegue agradar diversos públicos”, pontuou a filha do Zelão.

Ao lado dela, sua Irmã Luisa auxilia nos trabalhos administrativos do restaurante, que mantém a tradição familiar à frente dos negócios. Com a pandemia, Zelão e Lucia frequentam menos o espaço, mas o coração deles está praticamente o tempo todo no endereço. “Aqui temos o reconhecimento do passado e a marca da nossa história. Além disso, construímos um símbolo na cidade, com referência de importância e tempo, que faz toda a diferença”, disse Luciana.

Quando o Zelão se instalou na Jurubatuba, Luciana tinha 13 anos, e do que se lembra, a via sempre teve forte comércio. “O movimento era menor, e a rua era mais estreita”, lembrou a responsável pelo restaurante, que acredita que a Jurubatuba é uma referência na cidade, mas que além da “rua dos móveis”, acabou tornando-se também a “rua do Zelão”. “Ficamos muito felizes quando vemos que estamos na vida de tantas pessoas”, finalizou.<TL>

Loja de calçados está na via há 30 anos

Com quase 30 anos de história no número 1.261 da Rua Jurubatuba, na esquina com a Rua Rio Branco, a Pixolé Calçados também já é ponto de referência na tradicional rua dos móveis. O local, escolhido estrategicamente, é um dos sucessos de venda da rede, que hoje mantém 13 estabelecimentos.

O proprietário Antônio Pereira Esteves, o Pixolé, 72 anos, lembra que a loja, que fica em frente a um semáforo, não foi aberta aleatoriamente. “Temos ali um ponto privilegiado, porque tem o farol. A pessoa para e dá de encontro com o visual daquela esquina, muito bonita por sinal, que é a nossa loja”, brincou o empresário.

Outro motivo foi para que a loja pudesse atingir público diferenciado em relação àquele das duas unidades em operação na Marechal Deodoro. “Na Jurubatuba, por ser passagem basicamente de veículos, e não de pedestres, é diferente. Lá é um público que normalmente só vai de carro. Por isso, montamos uma loja com estacionamento, para servir aquele público, já que passa, no mínimo, uns 40 mil carros por dia naquela via”, disse.

Orgulhoso, o empresário relembrou sua trajetória. “Comecei a trabalhar com com calçados aos 13 anos. Fui estoquista, vendedor e gerente. E hoje tenho a Pixolé”, disse, contando que sua primeira unidade, na Monte Casseros, no Centro de Santo André, completou 44 anos em abril.

Comodidade fez da via local de desejo para família que veio do Ceará

Não é só pelo comércio que a Rua Jurubatuba, no Centro de São Bernardo, se mantém. Embora sejam poucas, existem unidades residenciais ao longo do trajeto movimentado, local que foi escolhido há cerca de um ano por uma família de cearenses.

Os repositores Eudivan Ferreira da Silva, 25 anos, e seu sobrinho Alan da Silva, 21, vieram de Fortaleza (Ceará) para morar exatamente na Jurubatuba. “Um irmão meu já morava aqui nessa rua, então, quando decidi vir para São Bernardo e trazer minha família, vim determinado a escolher um lugar para morar na Jurubatuba”, revelou Eudivan, que chegou na cidade em junho do ano passado.

Já seu sobrinho, que mudou-se pouco depois, se instalou junto da família em apartamento que hoje vivem cinco pessoas. “Aqui é pertinho de tudo. Trabalhamos do lado e temos tudo que precisamos em uma só rua”, elogiou Alan.

Eles se dizem satisfeitos com o local e revelam que não têm intenção de mudar de endereço. “Lugar muito bem localizado, movimentado e gostoso de se viver”, afirmou Eudivan


 



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Jurubatuba, o shopping dos móveis

Setor moveleiro é um dos destaques da via, que também abriga a biblioteca mais antiga da cidade

Bia Moço
do Diário do Grande ABC

28/09/2020 | 07:30


Quem passa pela Rua Jurubatuba, no Centro de São Bernardo, não deixa de reparar que boa parte de sua extensão é tomada por lojas de móveis e decoração. Há mais de 40 anos o endereço é considerado ponto de referência para quem quer fazer bons negócios, seja pelo preço acessível ou variedade de estabelecimentos, o que fez com que a via ficasse conhecida como o shopping dos móveis, antes que de fato fossem construídos shoppings especializados no segmento.

A tradição, que perdura há pelo menos quatro décadas, reúne hoje 108 lojas do segmento moveleiro e faz parte da história de vida de Ahmad Jarouche, 57 anos, conhecido como Armando, que também é proprietário da loja mais antiga do setor no endereço, a Attualitá. O estabelecimento foi inaugurado em 1985 por seu irmão Mohamed Jarouche. Já Armando entrou para a sociedade em 1990, e ambos mantiveram o acordo até 2005, porém, hoje somente ele está à frente dos negócios da família.

Embora a loja tenha 35 anos de existência, os Jarouche iniciaram no setor moveleiro no endereço em 1974, quando o tio de Armando abriu a fábrica Móveis ABC. “Meu tio, seu Mohamed Jarouche, foi um dos pioneiros aqui da Jurubatuba. Nos anos 1970, muitas famílias italianas também se instalaram aqui, com comércio de móveis. Depois, conforme foi passando o tempo, as gerações italianas não deram continuidade e seguiram outros caminhos. Na década de 1980 o setor retomou, e foi quando a colônia de brimos (árabes) foi entrando, e ficou”, brincou Armando, já que quase todos os estabelecimentos são de propriedade de famílias árabes.

O comerciante relata que a Jurubatuba sempre teve viés comercial, com o forte sendo a venda de mobiliários. “Aqui sempre foi muito conhecido, e recebemos clientes de todo o Brasil. Os preços são imbatíveis. Nossa feira de móveis, que se não me engano começou nos anos 1980, até hoje é um grande sucesso”, comemorou Armando, garantindo que a Jurubatuba é de “grande importância para a cidade”. “Aqui há muito emprego, e a maior parte dos trabalhadores mora em São Bernardo. Giramos a economia local e agregamos muito valor na cidade”, ressaltou o comerciante.

Armando elogiou ainda o apoio governamental, pontuando que todas as administrações, desde 1990, “sempre apoiaram o setor”. “Em todos esses anos nunca tivemos problemas com nenhuma gestão”, disse, destacando que a obra do piscinão do Paço, entregue pela Prefeitura em agosto de 2019, é a grande expectativa dos comerciantes para que os problemas com enchentes seja sanado. “Há décadas sofremos com enxurradas, e os prejuízos foram enormes nesses anos. Ainda não enfrentamos uma grande temporada de chuvas com o piscinão pronto, então vamos ver como vai ser neste verão. Aparentemente, já melhorou”, elogiou.

Além das lojas de móveis, a rua possui outras referências importantes, como o Edifício Pasteur, centro de clínicas médicas e odontológicas muito frequentado desde os anos 1980, e também diversas lojas de vendas de automóveis novos e semi-novos. Entre os edifícios públicos destaca-se a Biblioteca Monteiro Lobato, primeira da cidade, fundada em 1958 e instalada na rua em 1970.

HISTÓRIA
A referência mais antiga à Rua Jurubatuba surge numa planta da área urbana de São Bernardo em 1902. Naquela época, a via situava-se na divisa da área urbana com os primeiros lotes rurais da linha colonial Jurubatuba, implementada em 1877. Inicialmente, sua extensão era menor: ela emendava na Rua Joaquim Nabuco de um lado, e do outro ia até a Alameda Glória. Entre 1958 e 1962 foi estendida até a região do Paço Municipal e, no início da década de 1970, até a Rua Frei Gaspar. Ao longo da década de 1960 a Jurubatuba foi também pavimentada e alargada.

Para homenagear comerciantes da região, a atual administração municipal transferiu para a esquina da Rua Jurubatuba com a Rua Domingos João Ballotin monumento em homenagem ao Movimento Moveleiro, antes instalado na Pinacoteca de São Bernardo.

Bar vai muito além de ‘rei do mocotó’

Conhecido há 43 anos como Rei do Mocotó, o bar Zelão vai muito além desse prato típico nordestino, que atrai dezenas de pessoas de todos os Estados e até de fora do País todos os dias. Essa espécie de sopa, feita com pata de boi, é o carro-chefe da casa, junto com o torresmo, mas existem pratos para todos os gostos, com destaque também para o bife parmegiana, feijoada e o virado à paulista.

O restaurante, que está há 31 anos no número 926 da Jurubatuba, começou sua história em 1977 na Rua Marechal Deodoro, 2.583, esquina com a Rua João Basso, famosa por ser a rua do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, e depois teve unidade na Faria Lima. A escolha de mudar de endereço, porém, foi pensando no crescimento, conforme relatou Luciana Alves Dantas, 44 anos, filha dos proprietários José Dantas Irmão, 77, o Zelão, e Lucia de Fátima Alves Dantas, 63, que tem gerenciado o comércio. “A mudança de endereço foi porque meu pai sempre teve visão. Ele viu na Jurubatuba um ponto que poderia ter grande sucesso. Ele sempre disse que, às vezes, quando se compra algo pronto, você terá problemas sem conserto. Mas quando o espaço é construído, sempre dá para consertar. E ele construiu cada pedacinho desse prédio”, conta a gerente.

Luciana relata que os pais, vindos do interior da Paraíba em situação financeira complicada, decidiram abrir espaço em que pudessem oferecer a tradicional receita, de forma a manter as origens, e também trabalhar. Com o tempo, o restaurante nordestino passou a ofertar diversos pratos brasileiros, que agradam a todos os paladares.

“Hoje o Zelão tem um grande aspecto simbólico. Não só para nossa família, mas para toda a população do Grande ABC. Aqui é um espaço que reúne famílias, histórias e consegue agradar diversos públicos”, pontuou a filha do Zelão.

Ao lado dela, sua Irmã Luisa auxilia nos trabalhos administrativos do restaurante, que mantém a tradição familiar à frente dos negócios. Com a pandemia, Zelão e Lucia frequentam menos o espaço, mas o coração deles está praticamente o tempo todo no endereço. “Aqui temos o reconhecimento do passado e a marca da nossa história. Além disso, construímos um símbolo na cidade, com referência de importância e tempo, que faz toda a diferença”, disse Luciana.

Quando o Zelão se instalou na Jurubatuba, Luciana tinha 13 anos, e do que se lembra, a via sempre teve forte comércio. “O movimento era menor, e a rua era mais estreita”, lembrou a responsável pelo restaurante, que acredita que a Jurubatuba é uma referência na cidade, mas que além da “rua dos móveis”, acabou tornando-se também a “rua do Zelão”. “Ficamos muito felizes quando vemos que estamos na vida de tantas pessoas”, finalizou.<TL>

Loja de calçados está na via há 30 anos

Com quase 30 anos de história no número 1.261 da Rua Jurubatuba, na esquina com a Rua Rio Branco, a Pixolé Calçados também já é ponto de referência na tradicional rua dos móveis. O local, escolhido estrategicamente, é um dos sucessos de venda da rede, que hoje mantém 13 estabelecimentos.

O proprietário Antônio Pereira Esteves, o Pixolé, 72 anos, lembra que a loja, que fica em frente a um semáforo, não foi aberta aleatoriamente. “Temos ali um ponto privilegiado, porque tem o farol. A pessoa para e dá de encontro com o visual daquela esquina, muito bonita por sinal, que é a nossa loja”, brincou o empresário.

Outro motivo foi para que a loja pudesse atingir público diferenciado em relação àquele das duas unidades em operação na Marechal Deodoro. “Na Jurubatuba, por ser passagem basicamente de veículos, e não de pedestres, é diferente. Lá é um público que normalmente só vai de carro. Por isso, montamos uma loja com estacionamento, para servir aquele público, já que passa, no mínimo, uns 40 mil carros por dia naquela via”, disse.

Orgulhoso, o empresário relembrou sua trajetória. “Comecei a trabalhar com com calçados aos 13 anos. Fui estoquista, vendedor e gerente. E hoje tenho a Pixolé”, disse, contando que sua primeira unidade, na Monte Casseros, no Centro de Santo André, completou 44 anos em abril.

Comodidade fez da via local de desejo para família que veio do Ceará

Não é só pelo comércio que a Rua Jurubatuba, no Centro de São Bernardo, se mantém. Embora sejam poucas, existem unidades residenciais ao longo do trajeto movimentado, local que foi escolhido há cerca de um ano por uma família de cearenses.

Os repositores Eudivan Ferreira da Silva, 25 anos, e seu sobrinho Alan da Silva, 21, vieram de Fortaleza (Ceará) para morar exatamente na Jurubatuba. “Um irmão meu já morava aqui nessa rua, então, quando decidi vir para São Bernardo e trazer minha família, vim determinado a escolher um lugar para morar na Jurubatuba”, revelou Eudivan, que chegou na cidade em junho do ano passado.

Já seu sobrinho, que mudou-se pouco depois, se instalou junto da família em apartamento que hoje vivem cinco pessoas. “Aqui é pertinho de tudo. Trabalhamos do lado e temos tudo que precisamos em uma só rua”, elogiou Alan.

Eles se dizem satisfeitos com o local e revelam que não têm intenção de mudar de endereço. “Lugar muito bem localizado, movimentado e gostoso de se viver”, afirmou Eudivan


 

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