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Bolsonaro discursa na assembleia geral da ONU

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Amazônia e segurança pública foram temas citados pelo presidente em gravação apresentada


Das Agências

22/09/2020 | 11:25


O presidente Jair Bolsonaro abriu hoje (24) os debates da 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), na sede da organização, em Nova York, nos Estados Unidos. O ponto principal do seu pronunciamento foram as ações de preservação da Amazônia. O presidente falou ainda sobre a atuação do governo federal para a retomada do crescimento da economia do País, no combate à corrupção e na segurança pública.

Tradicionalmente, cabe ao presidente do Brasil fazer o discurso de abertura da Assembleia Geral, seguido do presidente dos Estados Unidos. Bolsonaro chegou na tarde de ontem (23) a Nova York para o compromisso. Pelas redes sociais, o presidente disse que o discurso seria “a oportunidade de apresentar ao mundo o Brasil que estamos construindo”.

Na abertura do discurso, feito em vídeo já gravado - pois em razão da pandemia novo coronavírus, este ano, pela primeira vez, o encontro da ONU está sendo realizado, em parte, virtualmente -, Bolsonaro disse a covid-19 ganhou a atenção do mundo e lamentou as mortes. "Falei em meu País que o vírus e o desemprego deveriam ser tratados simultaneamente e com a mesma responsabilidade", justificou, nas críticas que sempre fez às medidas de restrição e à quarentena imposta pelos gestores estaduais e municipais.

Segundo o mandatário, decisão judicial deu a governadores poderes durante a pandemia. E criticou parcelas da imprensa que nas suas palavras "politizou o vírus", disseminando o pânico entre a população sob o lema fiquem em casa porque a economia a gente vê depois e quase levaram o "caos social ao País". Contudo, sua gestão "de forma arrojada implementou várias medidas econômicas" que evitaram o mal maior, como o auxílio emergencial.

Na listagem das ações de sua gestão para o combate à pandemia, além do auxílio emergencial em parcelas que somam cerca de mil dólares para mais de 65 milhões de pessoas, Bolsonaro citou ainda a destinação de mais de US$ 100 bilhões para ações de saúde, socorro a pequenas e microempresas; a assistência a mais de 200 mil famílias indígenas com produtos alimentícios e prevenção à covid-19 e a destinação de US$ 400 milhões para pesquisa, desenvolvimento e produção da vacina de Oxford no Brasil.

A agenda em Nova York inclui, segundo o Palácio do Planalto, um encontro com o ex-prefeito da cidade, Rudolph Giuliani. Não estão previstos encontros bilaterais com outros chefes de Estado e a previsão é que o embarque de volta ao Brasil ocorra ainda hoje, por volta das 21h45. 

Óleo

Bolsonaro citou ainda a mancha de óleo que atingiu a costa brasileira no ano passado e a atribui à Venezuela. "Em 2019, o Brasil foi vítima de um criminoso derramamento de óleo venezuelano, vendido sem controle, acarretando severos danos ao meio ambiente e sérios prejuízos nas atividades de pesca e turismo", disse.

O chefe do Executivo ressaltou que o País respeita a liberdade de navegação estabelecida em convenção da ONU, mas que "as regras de proteção ambiental devem ser respeitadas e os crimes devem ser apurados com agilidade".



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Bolsonaro discursa na assembleia geral da ONU

Amazônia e segurança pública foram temas citados pelo presidente em gravação apresentada

Das Agências

22/09/2020 | 11:25


O presidente Jair Bolsonaro abriu hoje (24) os debates da 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), na sede da organização, em Nova York, nos Estados Unidos. O ponto principal do seu pronunciamento foram as ações de preservação da Amazônia. O presidente falou ainda sobre a atuação do governo federal para a retomada do crescimento da economia do País, no combate à corrupção e na segurança pública.

Tradicionalmente, cabe ao presidente do Brasil fazer o discurso de abertura da Assembleia Geral, seguido do presidente dos Estados Unidos. Bolsonaro chegou na tarde de ontem (23) a Nova York para o compromisso. Pelas redes sociais, o presidente disse que o discurso seria “a oportunidade de apresentar ao mundo o Brasil que estamos construindo”.

Na abertura do discurso, feito em vídeo já gravado - pois em razão da pandemia novo coronavírus, este ano, pela primeira vez, o encontro da ONU está sendo realizado, em parte, virtualmente -, Bolsonaro disse a covid-19 ganhou a atenção do mundo e lamentou as mortes. "Falei em meu País que o vírus e o desemprego deveriam ser tratados simultaneamente e com a mesma responsabilidade", justificou, nas críticas que sempre fez às medidas de restrição e à quarentena imposta pelos gestores estaduais e municipais.

Segundo o mandatário, decisão judicial deu a governadores poderes durante a pandemia. E criticou parcelas da imprensa que nas suas palavras "politizou o vírus", disseminando o pânico entre a população sob o lema fiquem em casa porque a economia a gente vê depois e quase levaram o "caos social ao País". Contudo, sua gestão "de forma arrojada implementou várias medidas econômicas" que evitaram o mal maior, como o auxílio emergencial.

Na listagem das ações de sua gestão para o combate à pandemia, além do auxílio emergencial em parcelas que somam cerca de mil dólares para mais de 65 milhões de pessoas, Bolsonaro citou ainda a destinação de mais de US$ 100 bilhões para ações de saúde, socorro a pequenas e microempresas; a assistência a mais de 200 mil famílias indígenas com produtos alimentícios e prevenção à covid-19 e a destinação de US$ 400 milhões para pesquisa, desenvolvimento e produção da vacina de Oxford no Brasil.

A agenda em Nova York inclui, segundo o Palácio do Planalto, um encontro com o ex-prefeito da cidade, Rudolph Giuliani. Não estão previstos encontros bilaterais com outros chefes de Estado e a previsão é que o embarque de volta ao Brasil ocorra ainda hoje, por volta das 21h45. 

Óleo

Bolsonaro citou ainda a mancha de óleo que atingiu a costa brasileira no ano passado e a atribui à Venezuela. "Em 2019, o Brasil foi vítima de um criminoso derramamento de óleo venezuelano, vendido sem controle, acarretando severos danos ao meio ambiente e sérios prejuízos nas atividades de pesca e turismo", disse.

O chefe do Executivo ressaltou que o País respeita a liberdade de navegação estabelecida em convenção da ONU, mas que "as regras de proteção ambiental devem ser respeitadas e os crimes devem ser apurados com agilidade".

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