Fechar
Publicidade

Quarta-Feira, 21 de Outubro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Internacional

internacional@dgabc.com.br | 4435-8301

Icônica juíza da Suprema Corte dos EUA, Ruth Bader Ginsburg morre aos 87 anos



18/09/2020 | 21:57


Ícone dos direitos das mulheres nos Estados Unidos, a juíza da Suprema Corte americana Ruth Bader Ginsburg, morreu nesta sexta-feira, aos 87 anos. Desde o início da carreira, a trajetória de Ginsburg, ou RBG como ficou conhecida no país, esteve ligada ao fim da discriminação contra mulheres no país. Segundo a Suprema Corte americana, ela morreu nessa tarde em Washington, cercada por parentes, em decorrência de complicações de um câncer no pâncreas.

Em um declaração ditada à sua neta, Clara Serpa, dias antes de morrer, Ruth Bader Ginsburg afirmou: "Meu desejo mais fervoroso é que eu não seja substituída antes que um novo presidente seja eleito". Agora, o presidente Donald Trump poderá nomear mais um juiz ao tribunal, que já tem composição conservadora.

Ela foi a segunda mulher a ocupar uma das nove cadeiras no mais alto tribunal dos EUA, em Washington, nomeada pelo democrata Bill Clinton. Antes, Ruth Bader Ginsburg liderou a luta pelos direitos femininos na ACLU, associação de direitos civis no país, para derrubar legislações que discriminam mulheres com base em gênero.

Nos últimos anos, RBG atraía atenções de uma popstar no país, símbolo do feminismo. Ela teve a vida e carreira retratadas em um documentário e um filme e lotava auditórios com uma legião de mulheres, advogadas, estudantes e ativistas. O rosto de RBG estampa camisetas e artigos de lojas feministas nos EUA.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Icônica juíza da Suprema Corte dos EUA, Ruth Bader Ginsburg morre aos 87 anos


18/09/2020 | 21:57


Ícone dos direitos das mulheres nos Estados Unidos, a juíza da Suprema Corte americana Ruth Bader Ginsburg, morreu nesta sexta-feira, aos 87 anos. Desde o início da carreira, a trajetória de Ginsburg, ou RBG como ficou conhecida no país, esteve ligada ao fim da discriminação contra mulheres no país. Segundo a Suprema Corte americana, ela morreu nessa tarde em Washington, cercada por parentes, em decorrência de complicações de um câncer no pâncreas.

Em um declaração ditada à sua neta, Clara Serpa, dias antes de morrer, Ruth Bader Ginsburg afirmou: "Meu desejo mais fervoroso é que eu não seja substituída antes que um novo presidente seja eleito". Agora, o presidente Donald Trump poderá nomear mais um juiz ao tribunal, que já tem composição conservadora.

Ela foi a segunda mulher a ocupar uma das nove cadeiras no mais alto tribunal dos EUA, em Washington, nomeada pelo democrata Bill Clinton. Antes, Ruth Bader Ginsburg liderou a luta pelos direitos femininos na ACLU, associação de direitos civis no país, para derrubar legislações que discriminam mulheres com base em gênero.

Nos últimos anos, RBG atraía atenções de uma popstar no país, símbolo do feminismo. Ela teve a vida e carreira retratadas em um documentário e um filme e lotava auditórios com uma legião de mulheres, advogadas, estudantes e ativistas. O rosto de RBG estampa camisetas e artigos de lojas feministas nos EUA.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;