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Cultura e transporte aéreo são setores mais afetados na pandemia, aponta Economia

Creative Commons/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


15/09/2020 | 15:23


O Ministério da Economia publicou nesta terça-feira, 15, no Diário Oficial da União (DOU) a lista dos setores mais impactados pela pandemia do novo coronavírus no País. As atividades artísticas, criativas e de espetáculos e o transporte aéreo ocupam o topo do ranking dos setores mais prejudicados, estando na primeira e na segunda posição, respectivamente.

Dentre os dez primeiros mais afetados, ainda aparecem, nesta ordem: transporte ferroviário e metroferroviário de passageiros; transporte interestadual e intermunicipal de passageiros; transporte público urbano; serviços de alojamento; serviços de alimentação; fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias; fabricação de calçados e de artefatos de couro; e comércio de veículos, peças e motocicletas.

A relação completa destaca 34 setores e consta de portaria assinada pelo secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos Alexandre Da Costa. Nas duas últimas posições do documento, publicado no Diário Oficial da União (DOU), estão fabricação de móveis e de produtos de indústrias diversas e comércio de outros produtos em lojas especializadas.

"A lista de atividades de que trata esta portaria é destinada a orientar as agências financeiras oficiais de fomento, inclusive setoriais e regionais, acerca dos setores mais impactados pela crise ocasionada pela covid-19", diz o texto. Veja aqui.



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Cultura e transporte aéreo são setores mais afetados na pandemia, aponta Economia


15/09/2020 | 15:23


O Ministério da Economia publicou nesta terça-feira, 15, no Diário Oficial da União (DOU) a lista dos setores mais impactados pela pandemia do novo coronavírus no País. As atividades artísticas, criativas e de espetáculos e o transporte aéreo ocupam o topo do ranking dos setores mais prejudicados, estando na primeira e na segunda posição, respectivamente.

Dentre os dez primeiros mais afetados, ainda aparecem, nesta ordem: transporte ferroviário e metroferroviário de passageiros; transporte interestadual e intermunicipal de passageiros; transporte público urbano; serviços de alojamento; serviços de alimentação; fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias; fabricação de calçados e de artefatos de couro; e comércio de veículos, peças e motocicletas.

A relação completa destaca 34 setores e consta de portaria assinada pelo secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos Alexandre Da Costa. Nas duas últimas posições do documento, publicado no Diário Oficial da União (DOU), estão fabricação de móveis e de produtos de indústrias diversas e comércio de outros produtos em lojas especializadas.

"A lista de atividades de que trata esta portaria é destinada a orientar as agências financeiras oficiais de fomento, inclusive setoriais e regionais, acerca dos setores mais impactados pela crise ocasionada pela covid-19", diz o texto. Veja aqui.

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