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Candidata a vacina chinesa tem efeito mais fraco em idoso

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A candidata CoronaVac não causou efeitos colaterais graves e mais de 90% dos testados experimentaram alta significativa de anticorpos



08/09/2020 | 07:13


A empresa chinesa Sinovac Biotech informou na segunda-feira, 7, que a vacina que desenvolve contra a covid-19 no Brasil, com apoio do Instituto Butantã, apresentou respostas imunológicas mais fracas em idosos­ um dos públicos que especialistas defendem como de prioridade. A candidata CoronaVac não causou efeitos colaterais graves e mais de 90% dos testados experimentaram alta significativa de anticorpos. Só que em idosos os níveis foram ligeiramente mais baixos.

Já a farmacêutica alemã BioNTech informou que, ao lado da americana Pfizer, foi autorizada a testar também na Alemanha a sua candidata a vacina. Caso o teste clínico seja bem-sucedido, a expectativa é de que agências possam dar o aval regulatório até outubro. Assim, Pfizer e BioNTech preveem a possibilidade de administrar até 100 milhões de doses até o fim deste ano ­ e 1,3 bilhão até o fim de 2021. (Com agências internacionais)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Candidata a vacina chinesa tem efeito mais fraco em idoso

A candidata CoronaVac não causou efeitos colaterais graves e mais de 90% dos testados experimentaram alta significativa de anticorpos


08/09/2020 | 07:13


A empresa chinesa Sinovac Biotech informou na segunda-feira, 7, que a vacina que desenvolve contra a covid-19 no Brasil, com apoio do Instituto Butantã, apresentou respostas imunológicas mais fracas em idosos­ um dos públicos que especialistas defendem como de prioridade. A candidata CoronaVac não causou efeitos colaterais graves e mais de 90% dos testados experimentaram alta significativa de anticorpos. Só que em idosos os níveis foram ligeiramente mais baixos.

Já a farmacêutica alemã BioNTech informou que, ao lado da americana Pfizer, foi autorizada a testar também na Alemanha a sua candidata a vacina. Caso o teste clínico seja bem-sucedido, a expectativa é de que agências possam dar o aval regulatório até outubro. Assim, Pfizer e BioNTech preveem a possibilidade de administrar até 100 milhões de doses até o fim deste ano ­ e 1,3 bilhão até o fim de 2021. (Com agências internacionais)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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