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Temer avalia que Bolsonaro demorou para se aproximar do Congresso

Marcos Corrêa/PR Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


24/07/2020 | 14:13


O ex-presidente Michel Temer avalia que o seu sucessor no Executivo, Jair Bolsonaro, demorou para se aproximar do Congresso Nacional. Temer defendeu que cabe ao chefe do Executivo fazer articulação com os parlamentares, mesmo que haja um ministro para exercer essa função.

"Demorou para o governo admitir que ele precisa de apoio ao Congresso. Demorou, mas o presidente compreendeu. E quem faz a articulação política é o presidente. É importante, você precisa deles deputados e senadores para governar", afirmou durante live promovida pelo Grupo de Líderes Empresariais (LIDE).

Na tentativa de ter uma base de apoio no Congresso, Bolsonaro se aproximou de parlamentares do chamado "Centrão". Apesar de várias críticas ao longo do mandato, o presidente recorreu ao "toma lá, dá cá" diante da escalada da crise política, que ganhou força após denúncias de tentativa de interferência na Política Federal.

Segundo Temer, o presidente Bolsonaro tem "sorte" pela atuação "vibrante" do Congresso, que tem agido com "muita rapidez". "Ele deve cada vez mais trazer o Congresso para governar com ele. Não porque queira, mas porque a Constituição determina."



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Temer avalia que Bolsonaro demorou para se aproximar do Congresso


24/07/2020 | 14:13


O ex-presidente Michel Temer avalia que o seu sucessor no Executivo, Jair Bolsonaro, demorou para se aproximar do Congresso Nacional. Temer defendeu que cabe ao chefe do Executivo fazer articulação com os parlamentares, mesmo que haja um ministro para exercer essa função.

"Demorou para o governo admitir que ele precisa de apoio ao Congresso. Demorou, mas o presidente compreendeu. E quem faz a articulação política é o presidente. É importante, você precisa deles deputados e senadores para governar", afirmou durante live promovida pelo Grupo de Líderes Empresariais (LIDE).

Na tentativa de ter uma base de apoio no Congresso, Bolsonaro se aproximou de parlamentares do chamado "Centrão". Apesar de várias críticas ao longo do mandato, o presidente recorreu ao "toma lá, dá cá" diante da escalada da crise política, que ganhou força após denúncias de tentativa de interferência na Política Federal.

Segundo Temer, o presidente Bolsonaro tem "sorte" pela atuação "vibrante" do Congresso, que tem agido com "muita rapidez". "Ele deve cada vez mais trazer o Congresso para governar com ele. Não porque queira, mas porque a Constituição determina."

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