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Estado deve bancar DDM em S.Caetano até o fim deste ano

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Estimativa foi feita por Thiago Auricchio, que se reuniu com diretor do Demacro sobre o tema


Da Redação
Do Diário do Grande ABC

08/07/2020 | 00:01


O deputado estadual Thiago Auricchio (PL) acredita que até o fim do ano São Caetano, onde está seu domicílio eleitoral, receba confirmação de que terá uma DDM (Delegacia de Defesa da Mulher).

Na segunda-feira, o parlamentar se encontrou com o diretor do Demacro (Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo), Luís Storni, para tratar sobre o tema. O deputado quer que a DDM também funcione por 24 horas, para acolher denúncias de violência contra a mulher em qualquer horário.

“Acredito que até o fim do ano essa pauta deve ter um desfecho feliz. Vou seguir trabalhando junto ao Estado para que a DDM vire uma realidade no município. Representará um expressivo avanço para a defesa da mulher”, comentou Thiago, que considerou “excelente” a reunião com Storni – o vereador Marcel Munhoz (Cidadania), que atua na área da segurança, também acompanhou a agenda.

O Diário apurou que, dentre os terrenos e prédios que poderiam acolher a DDM, o 2º DP (Santa Maria), localizado na Rua Sílvia, é o favorito para ser reformado para virar uma DDM. As partes discutem valores para a adequação.

“Hoje nós temos dois problemas, a mulher que é vítima de violência doméstica em São Caetano tem que se dirigir a uma unidade na cidade mais próxima, fato que muitas vezes inibe o registro da ocorrência. Outro ponto importante é o atendimento. Temos estudos indicando que a presença de mulheres na repartição policial deixa a vítima mais confortável para relatar o episódio”, disse Thiago, que em novembro protocolou ofício solicitando a chegada de uma DDM a São Caetano para o governo do Estado.

No ano passado, o Grande ABC registrou 11 feminicídios. Um deles aconteceu em São Caetano. O segurança Elercione Nascimento, 41 anos, matou, no dia 9 de dezembro, a ex-companheira Naira Motoki, 42. Ele atirou contra o próprio corpo na sequência e também morreu. Uma semana antes do crime, Naira havia procurado a delegacia sede da cidade, que funciona na Avenida Goiás, para relatar que o ex-companheiro havia desrespeitado medida protetiva concedida pela Justiça.

A SSP (Secretaria da Segurança Pública) do Estado informou que “estudos estão em andamento para a criação da DDM em São Caetano”. Recentemente o governador João Doria (PSDB) esteve na região para inaugurar as DDMs 24 horas em Santo André e em São Bernardo.  



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Estado deve bancar DDM em S.Caetano até o fim deste ano

Estimativa foi feita por Thiago Auricchio, que se reuniu com diretor do Demacro sobre o tema

Da Redação
Do Diário do Grande ABC

08/07/2020 | 00:01


O deputado estadual Thiago Auricchio (PL) acredita que até o fim do ano São Caetano, onde está seu domicílio eleitoral, receba confirmação de que terá uma DDM (Delegacia de Defesa da Mulher).

Na segunda-feira, o parlamentar se encontrou com o diretor do Demacro (Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo), Luís Storni, para tratar sobre o tema. O deputado quer que a DDM também funcione por 24 horas, para acolher denúncias de violência contra a mulher em qualquer horário.

“Acredito que até o fim do ano essa pauta deve ter um desfecho feliz. Vou seguir trabalhando junto ao Estado para que a DDM vire uma realidade no município. Representará um expressivo avanço para a defesa da mulher”, comentou Thiago, que considerou “excelente” a reunião com Storni – o vereador Marcel Munhoz (Cidadania), que atua na área da segurança, também acompanhou a agenda.

O Diário apurou que, dentre os terrenos e prédios que poderiam acolher a DDM, o 2º DP (Santa Maria), localizado na Rua Sílvia, é o favorito para ser reformado para virar uma DDM. As partes discutem valores para a adequação.

“Hoje nós temos dois problemas, a mulher que é vítima de violência doméstica em São Caetano tem que se dirigir a uma unidade na cidade mais próxima, fato que muitas vezes inibe o registro da ocorrência. Outro ponto importante é o atendimento. Temos estudos indicando que a presença de mulheres na repartição policial deixa a vítima mais confortável para relatar o episódio”, disse Thiago, que em novembro protocolou ofício solicitando a chegada de uma DDM a São Caetano para o governo do Estado.

No ano passado, o Grande ABC registrou 11 feminicídios. Um deles aconteceu em São Caetano. O segurança Elercione Nascimento, 41 anos, matou, no dia 9 de dezembro, a ex-companheira Naira Motoki, 42. Ele atirou contra o próprio corpo na sequência e também morreu. Uma semana antes do crime, Naira havia procurado a delegacia sede da cidade, que funciona na Avenida Goiás, para relatar que o ex-companheiro havia desrespeitado medida protetiva concedida pela Justiça.

A SSP (Secretaria da Segurança Pública) do Estado informou que “estudos estão em andamento para a criação da DDM em São Caetano”. Recentemente o governador João Doria (PSDB) esteve na região para inaugurar as DDMs 24 horas em Santo André e em São Bernardo.  

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