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Facebook deixará usuário optar por não ver anúncios políticos nos EUA

Reprodução/Instagram Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Os usuários poderão desabilitar publicidades pagas de políticos, campanhas eleitorais e conteúdos de candidatos



17/06/2020 | 16:59


O presidente executivo e fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou nesta terça-feira, 16, que sua rede social vai permitir que usuários dos Estados Unidos desativem a função que permite mostrar propagandas políticas no feed. Em um artigo publicado no jornal americano USA Today, Zuckerberg afirmou que, mesmo com a decisão, o Facebook ainda vai notificar seus usuários sobre as eleições marcadas para o final do ano no país.

Na atualização, os usuários poderão desabilitar publicidades pagas de políticos, campanhas eleitorais e conteúdos de candidatos, disse o Facebook ao canal de TV americano CNBC. A rede social tem sido criticada por não se posicionar contra as publicações políticas que possam conter fake news ou outras informações prejudiciais ao eleitor. A eleição para presidente nos Estados Unidos está marcada para o começo de novembro.

Recentemente, o Facebook ainda viu o Twitter banir as propagandas políticas e se posicionar abertamente contra declarações do presidente dos EUA Donald Trump, a respeito dos protestos contra o racismo desencadeados pela morte de George Floyd. Na ocasião, Zuckerberg afirmou que não era papel da rede social agir como "árbitro da verdade".

Alguns usuários poderão desabilitar as publicidades a partir desta quarta-feira, 17, e a empresa informou que a ferramenta estará disponível em todo território americano em algumas semanas. O recurso ainda pode se estender para outros países que possam utilizar da mesma funcionalidade política.

"Para aqueles que já se decidiram e querem apenas que a eleição termine, nós ouvimos você - então também estamos introduzindo a capacidade de desativar a exibição de anúncios políticos", afirmou Zuckerberg em um artigo publicado no USA Today. "Ainda vamos lembrá-lo de votar".



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Facebook deixará usuário optar por não ver anúncios políticos nos EUA

Os usuários poderão desabilitar publicidades pagas de políticos, campanhas eleitorais e conteúdos de candidatos


17/06/2020 | 16:59


O presidente executivo e fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou nesta terça-feira, 16, que sua rede social vai permitir que usuários dos Estados Unidos desativem a função que permite mostrar propagandas políticas no feed. Em um artigo publicado no jornal americano USA Today, Zuckerberg afirmou que, mesmo com a decisão, o Facebook ainda vai notificar seus usuários sobre as eleições marcadas para o final do ano no país.

Na atualização, os usuários poderão desabilitar publicidades pagas de políticos, campanhas eleitorais e conteúdos de candidatos, disse o Facebook ao canal de TV americano CNBC. A rede social tem sido criticada por não se posicionar contra as publicações políticas que possam conter fake news ou outras informações prejudiciais ao eleitor. A eleição para presidente nos Estados Unidos está marcada para o começo de novembro.

Recentemente, o Facebook ainda viu o Twitter banir as propagandas políticas e se posicionar abertamente contra declarações do presidente dos EUA Donald Trump, a respeito dos protestos contra o racismo desencadeados pela morte de George Floyd. Na ocasião, Zuckerberg afirmou que não era papel da rede social agir como "árbitro da verdade".

Alguns usuários poderão desabilitar as publicidades a partir desta quarta-feira, 17, e a empresa informou que a ferramenta estará disponível em todo território americano em algumas semanas. O recurso ainda pode se estender para outros países que possam utilizar da mesma funcionalidade política.

"Para aqueles que já se decidiram e querem apenas que a eleição termine, nós ouvimos você - então também estamos introduzindo a capacidade de desativar a exibição de anúncios políticos", afirmou Zuckerberg em um artigo publicado no USA Today. "Ainda vamos lembrá-lo de votar".

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