Fechar
Publicidade

Sábado, 4 de Julho

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

soraiapedrozo@dgabc.com.br | 4435-8057

Magazine Luiza: lucro líquido fica em R$ 30,8 mi no trimestre, queda de 76,7%



25/05/2020 | 20:35


O lucro líquido do Magazine Luiza no primeiro trimestre de 2020 ficou em R$ 30,8 milhões, uma queda de 76,7% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Na mesma base de comparação, porém, as vendas totais subiram 34%, alcançando R$ 7,7 bilhões no trimestre. A explicação para os resultados está no fechamento de todas as lojas físicas da empresa de 20 a 30 de março. Com as vendas acontecendo apenas no e-commerce e marketplace neste período, as margens da empresa diminuem e o resultado final é substancialmente menor.

A companhia registrou Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 132,1 milhões, queda de 15,9% em relação ao primeiro trimestre de 2019. Nas Vendas Mesmas Lojas, houve diminuição de 4,5% e aqui, a empresa faz uma observação em comentário na demonstração de resultados. Nas contas do Magazine Luiza, se as lojas físicas não tivessem sido fechadas e seguissem o movimento apresentado antes dos efeitos da pandemia de covid-19, o crescimento Mesmas Lojas seria de 8%, bem próximo ao registrado no mesmo período do ano anterior, que foi de 8,1%. "Estimamos que as lojas físicas deixaram de vender cerca de R$ 500 milhões nos últimos dias de março, o que elevaria o crescimento mesmas lojas de -4,5% para aproximadamente +8% no primeiro trimestre de 2020", diz o texto.

A receita líquida do grupo ficou em R$ 5,234 bilhões, ante R$ 4,329 bilhões no mesmo período de 2019, uma alta de 20,9%. Para preservar o caixa da companhia, além da adoção das medidas previstas na MP 936 e a renegociação de aluguéis, a empresa emitiu uma debênture no mês de abril que irá remunerar a taxa do CDI mais 1,5% de juros. Essa teria sido uma medida cautelosa do grupo para estar preparado para cenários mais desafiadores do que o previsto, mas também para estar pronto para oportunidades nos meses que se seguem.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Magazine Luiza: lucro líquido fica em R$ 30,8 mi no trimestre, queda de 76,7%


25/05/2020 | 20:35


O lucro líquido do Magazine Luiza no primeiro trimestre de 2020 ficou em R$ 30,8 milhões, uma queda de 76,7% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Na mesma base de comparação, porém, as vendas totais subiram 34%, alcançando R$ 7,7 bilhões no trimestre. A explicação para os resultados está no fechamento de todas as lojas físicas da empresa de 20 a 30 de março. Com as vendas acontecendo apenas no e-commerce e marketplace neste período, as margens da empresa diminuem e o resultado final é substancialmente menor.

A companhia registrou Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 132,1 milhões, queda de 15,9% em relação ao primeiro trimestre de 2019. Nas Vendas Mesmas Lojas, houve diminuição de 4,5% e aqui, a empresa faz uma observação em comentário na demonstração de resultados. Nas contas do Magazine Luiza, se as lojas físicas não tivessem sido fechadas e seguissem o movimento apresentado antes dos efeitos da pandemia de covid-19, o crescimento Mesmas Lojas seria de 8%, bem próximo ao registrado no mesmo período do ano anterior, que foi de 8,1%. "Estimamos que as lojas físicas deixaram de vender cerca de R$ 500 milhões nos últimos dias de março, o que elevaria o crescimento mesmas lojas de -4,5% para aproximadamente +8% no primeiro trimestre de 2020", diz o texto.

A receita líquida do grupo ficou em R$ 5,234 bilhões, ante R$ 4,329 bilhões no mesmo período de 2019, uma alta de 20,9%. Para preservar o caixa da companhia, além da adoção das medidas previstas na MP 936 e a renegociação de aluguéis, a empresa emitiu uma debênture no mês de abril que irá remunerar a taxa do CDI mais 1,5% de juros. Essa teria sido uma medida cautelosa do grupo para estar preparado para cenários mais desafiadores do que o previsto, mas também para estar pronto para oportunidades nos meses que se seguem.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;