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GM pode ampliar suspensão de contratos de trabalho para cinco meses

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Além do lay-off, a empresa também anunciou redução de jornada, ambas com impacto de redução salarial


Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

02/04/2020 | 16:21


A GM (General Motors), montadora norte-americana com fábrica em São Caetano, afirmou que pode prorrogar o lay-off (suspensão temporária do contrato de trabalho) pelo período de até cinco meses, dependendo da evolução do quadro de pandemia do coronavírus.

"Importante ressaltar que essas medidas são emergenciais e temporárias, tendo como objetivo a preservação dos empregos, contribuindo com os esforços do governo federal e governos estaduais e municipais. Continuaremos a acompanhar a evolução do cenário e estaremos prontos para retomar as atividades assim que for possível", informou a montadora, em nota divulgada.

Além do lay-off, a empresa também anunciou redução de jornada, ambas com impacto de redução salarial. O pacote foi aprovado pelos empregados das fábricas de São Caetano e Gravataí, no Rio Grande do Sul, e do Campo de Provas de Indaiatuba, no Interior do Estado, em assembleia digital promovida pelos sindicatos dos metalúrgicos.

Entre os pontos da proposta estão um programa de redução de jornada e salário para empregados que seguem trabalhando em home office, inclusive o presidente e toda a liderança em diferentes percentuais. Para empregados até nível de gerência haverá uma hora de redução na jornada diária com 12,5% de redução no salário bruto. Para executivos de nível de diretoria e acima, o impacto será de 25% de redução no salário bruto.

Um programa de lay-off que impacta a maior parte dos empregados horistas e mensalistas de todas as áreas e níveis do Brasil com redução salarial entre 5% e 25% do salário líquido de acordo com faixa salarial.
"Estas duas medidas terão duração inicial de dois meses com possibilidade de extensão a cinco, podendo ser canceladas em caso de retorno da demanda do mercado a uma situação de normalidade. As mesmas seguem em processo de aprovação para as demais unidades da GM no Brasil", informou a empresa. 



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GM pode ampliar suspensão de contratos de trabalho para cinco meses

Além do lay-off, a empresa também anunciou redução de jornada, ambas com impacto de redução salarial

Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

02/04/2020 | 16:21


A GM (General Motors), montadora norte-americana com fábrica em São Caetano, afirmou que pode prorrogar o lay-off (suspensão temporária do contrato de trabalho) pelo período de até cinco meses, dependendo da evolução do quadro de pandemia do coronavírus.

"Importante ressaltar que essas medidas são emergenciais e temporárias, tendo como objetivo a preservação dos empregos, contribuindo com os esforços do governo federal e governos estaduais e municipais. Continuaremos a acompanhar a evolução do cenário e estaremos prontos para retomar as atividades assim que for possível", informou a montadora, em nota divulgada.

Além do lay-off, a empresa também anunciou redução de jornada, ambas com impacto de redução salarial. O pacote foi aprovado pelos empregados das fábricas de São Caetano e Gravataí, no Rio Grande do Sul, e do Campo de Provas de Indaiatuba, no Interior do Estado, em assembleia digital promovida pelos sindicatos dos metalúrgicos.

Entre os pontos da proposta estão um programa de redução de jornada e salário para empregados que seguem trabalhando em home office, inclusive o presidente e toda a liderança em diferentes percentuais. Para empregados até nível de gerência haverá uma hora de redução na jornada diária com 12,5% de redução no salário bruto. Para executivos de nível de diretoria e acima, o impacto será de 25% de redução no salário bruto.

Um programa de lay-off que impacta a maior parte dos empregados horistas e mensalistas de todas as áreas e níveis do Brasil com redução salarial entre 5% e 25% do salário líquido de acordo com faixa salarial.
"Estas duas medidas terão duração inicial de dois meses com possibilidade de extensão a cinco, podendo ser canceladas em caso de retorno da demanda do mercado a uma situação de normalidade. As mesmas seguem em processo de aprovação para as demais unidades da GM no Brasil", informou a empresa. 

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