Ao apresentar os dados que mostram aumento do IED para o Brasil em 37% em um ano, a secretária-executiva da Cepal, Alicia Bárcena, explicou que o desempenho recente do investimento produtivo "se deve fundamentalmente aos mercados internos dos países da região". "O dinamismo dos mercados internos e o preços da matérias-primas explicam o aumento do IED", disse Bárcena durante apresentação dos números em Santiago, no Chile, transmitida por videoconferência ao escritório da Cepal em Brasília.
Antes do recorde observado em 2011, o Brasil manteve participação média de cerca de 30% do investimento produtivo para a região no período de 2000 e 2010. Em 2010, o último recorde, a fatia brasileira no IED para a América Latina era de 40,1%.
O estudo anual O Investimento Estrangeiro Direto na América Latina e Caribe mostra que o investimento produtivo na região aumentou 27% na comparação entre 2010 e 2011. Além do Brasil, outros países com participação importante na atração de investimentos produtivos foram o México (US$ 19,440 bilhões), Chile (US$ 17,299 bilhões) e a Colômbia (US$ 13,234 bilhões).
Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.