Fechar
Publicidade

Quarta-Feira, 1 de Abril

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Nacional

nacional@dgabc.com.br | 4435-8301

Vereadores em Paulínia (SP) proíbem fogos barulhentos na cidade



17/02/2020 | 13:01


Os vereadores da cidade de Paulínia, no interior paulista, aprovaram uma projeto de lei (PL) que proíbe a queima de fogos de artifício barulhentos na região. O projeto é de autoria de Antônio Miguel Ferrari, mas ainda precisa de sanção do prefeito.

De acordo com o PL, quem manusear, usar, queimar e soltar artefatos pirotécnicos barulhentos pode sofrer uma multa de R$ 1 mil. Se a pessoa voltar a cometer a infração em menos de um mês, o valor será dobrado. A medida vale tanto para eventos públicos quanto privados. O objetivo é preservar a saúde de quem sofre com os elevados ruídos.

Em dezembro de 2018, a prefeitura do Rio de Janeiro proibiu a queima de fogos de artifício com som acima de 85 decibéis. Em São Paulo, no réveillon do mesmo ano, a Câmara Municipal proibiu fogos com barulho pela primeira vez. No entanto, a lei ainda é alvo de contestação judicial.

No Supremo Tribunal Federal (STF) o assunto foi abordado pelo ministro Alexandre de Moraes. Em junho de 2019, o integrante do STF revogou a própria decisão na qual suspendeu a eficácia de uma lei da capital paulista que veta fogos de artifício ruidosos.

Alguns casos de danos à saúde de pets e humanos por causa dos estampidos de rojões e outros tipos de fogos de artifício chamam atenção. Em janeiro do ano passado, uma cadela morreu após queima de fogos de artifício no Rio de Janeiro. Segundo a tutora, o animal não tinha problemas de saúde, mas teve um enfarte na madrugada do primeiro dia de 2019.

O apresentador da Record TV Marcos Mion já se posicionou sobre o assunto. Nas redes sociais, ele fez um apelo contra o uso dos fogos barulhentos em festas de réveillon. "Tem que pensar em todos os autistas que entram em crise com o barulho, nos animais que entram em espiral de pânico", disse. Mion é pai de um menino autista.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Vereadores em Paulínia (SP) proíbem fogos barulhentos na cidade


17/02/2020 | 13:01


Os vereadores da cidade de Paulínia, no interior paulista, aprovaram uma projeto de lei (PL) que proíbe a queima de fogos de artifício barulhentos na região. O projeto é de autoria de Antônio Miguel Ferrari, mas ainda precisa de sanção do prefeito.

De acordo com o PL, quem manusear, usar, queimar e soltar artefatos pirotécnicos barulhentos pode sofrer uma multa de R$ 1 mil. Se a pessoa voltar a cometer a infração em menos de um mês, o valor será dobrado. A medida vale tanto para eventos públicos quanto privados. O objetivo é preservar a saúde de quem sofre com os elevados ruídos.

Em dezembro de 2018, a prefeitura do Rio de Janeiro proibiu a queima de fogos de artifício com som acima de 85 decibéis. Em São Paulo, no réveillon do mesmo ano, a Câmara Municipal proibiu fogos com barulho pela primeira vez. No entanto, a lei ainda é alvo de contestação judicial.

No Supremo Tribunal Federal (STF) o assunto foi abordado pelo ministro Alexandre de Moraes. Em junho de 2019, o integrante do STF revogou a própria decisão na qual suspendeu a eficácia de uma lei da capital paulista que veta fogos de artifício ruidosos.

Alguns casos de danos à saúde de pets e humanos por causa dos estampidos de rojões e outros tipos de fogos de artifício chamam atenção. Em janeiro do ano passado, uma cadela morreu após queima de fogos de artifício no Rio de Janeiro. Segundo a tutora, o animal não tinha problemas de saúde, mas teve um enfarte na madrugada do primeiro dia de 2019.

O apresentador da Record TV Marcos Mion já se posicionou sobre o assunto. Nas redes sociais, ele fez um apelo contra o uso dos fogos barulhentos em festas de réveillon. "Tem que pensar em todos os autistas que entram em crise com o barulho, nos animais que entram em espiral de pânico", disse. Mion é pai de um menino autista.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;