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Taylor Swift abre o jogo sobre o transtorno alimentar: Eu apenas parei de comer

Reprodução/Instagram Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


24/01/2020 | 11:11


Taylor Swift resolveu abrir o jogo sobre um distúrbio alimentar já enfrentado. Em seu mais novo documentário da Netflix, Taylor Swift: Miss Americana, que estreou no Sundance Film Festival na última quinta-feira (23)  a cantora relembrou um dos momentos mais desafiadores de sua vida, afirmando que as fotos de paparazzi se tornaram um gatilho.

De acordo com a revista People, no filme, Swift diz:

- Eu não tenho orgulho nenhum disso. Houve momentos no passado em que via fotos minhas em que parecia que minha barriga era grande demais. Ou pessoas que diziam que eu parecia estar grávida. Eu apenas parei de comer.

O distúrbio alimentar da cantora se tornou cada vez mais preocupante depois que começou a afetar seu desempenho em turnê:

- Eu pensei que deveria sentir que iria desmaiar no final do show, ou no meio dele. Agora, eu percebo que não, se você come, tem energia, fica mais forte, pode fazer todos esses shows e não se sente indisposto.

Recentemente, em entrevista para a Variety, a cantora já havia explicado o seu relacionamento com a comida:

- Eu não sabia se me sentiria confortável falando sobre a imagem corporal e sobre as coisas pelas quais passei em termo do quão prejudicial isso tem sido para mim. Mas a maneira como Lana [Wilson] conta a história realmente faz sentido, disse sobre a diretora do documentário.

Ela continua:

- Eu não sabia se me sentiria confortável em falar sobre imagem corporal e sobre as coisas pelas quais passei, já que o relacionamento com a comida tem sido tão prejudicial para mim ao longo dos anos. Não sou tão articulada quanto deveria sobre esse tópico, porque há muitas pessoas que poderiam falar sobre isso de uma maneira melhor. Mas tudo que sei é minha própria experiência. E meu relacionamento com a comida era exatamente a mesma psicologia que eu aplicava a todo o resto da minha vida: se me dessem um tapinha na cabeça, eu registrava como algo bom. Se eu recebesse uma punição, registrava como ruim.

Taylor disse que, desde então, reconciliou o fato de ser do tamanho seis em vez do tamanho zero-duplo e disse que não sabia que havia algo errado quando ela estava mais magra, afirmando que até tinha uma resposta pronta caso fosse abordado por alguém:

- Do que você está falando? Claro que eu como. Eu exercito muito. E eu me exercitei muito. Mas eu não estava comendo.



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Taylor Swift abre o jogo sobre o transtorno alimentar: Eu apenas parei de comer


24/01/2020 | 11:11


Taylor Swift resolveu abrir o jogo sobre um distúrbio alimentar já enfrentado. Em seu mais novo documentário da Netflix, Taylor Swift: Miss Americana, que estreou no Sundance Film Festival na última quinta-feira (23)  a cantora relembrou um dos momentos mais desafiadores de sua vida, afirmando que as fotos de paparazzi se tornaram um gatilho.

De acordo com a revista People, no filme, Swift diz:

- Eu não tenho orgulho nenhum disso. Houve momentos no passado em que via fotos minhas em que parecia que minha barriga era grande demais. Ou pessoas que diziam que eu parecia estar grávida. Eu apenas parei de comer.

O distúrbio alimentar da cantora se tornou cada vez mais preocupante depois que começou a afetar seu desempenho em turnê:

- Eu pensei que deveria sentir que iria desmaiar no final do show, ou no meio dele. Agora, eu percebo que não, se você come, tem energia, fica mais forte, pode fazer todos esses shows e não se sente indisposto.

Recentemente, em entrevista para a Variety, a cantora já havia explicado o seu relacionamento com a comida:

- Eu não sabia se me sentiria confortável falando sobre a imagem corporal e sobre as coisas pelas quais passei em termo do quão prejudicial isso tem sido para mim. Mas a maneira como Lana [Wilson] conta a história realmente faz sentido, disse sobre a diretora do documentário.

Ela continua:

- Eu não sabia se me sentiria confortável em falar sobre imagem corporal e sobre as coisas pelas quais passei, já que o relacionamento com a comida tem sido tão prejudicial para mim ao longo dos anos. Não sou tão articulada quanto deveria sobre esse tópico, porque há muitas pessoas que poderiam falar sobre isso de uma maneira melhor. Mas tudo que sei é minha própria experiência. E meu relacionamento com a comida era exatamente a mesma psicologia que eu aplicava a todo o resto da minha vida: se me dessem um tapinha na cabeça, eu registrava como algo bom. Se eu recebesse uma punição, registrava como ruim.

Taylor disse que, desde então, reconciliou o fato de ser do tamanho seis em vez do tamanho zero-duplo e disse que não sabia que havia algo errado quando ela estava mais magra, afirmando que até tinha uma resposta pronta caso fosse abordado por alguém:

- Do que você está falando? Claro que eu como. Eu exercito muito. E eu me exercitei muito. Mas eu não estava comendo.

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