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Mudança de rota


Do Diário do Grande ABC

19/01/2020 | 11:14


O comunicado distribuído pela Ford, há quase um ano, provocou mudança na vida de milhares de pessoas. O anúncio de que a fábrica de São Bernardo encerraria as atividades em outubro gerou muita apreensão, principalmente nos 2.800 operários que atuavam na planta do bairro Taboão, além de outros que pertenciam aos quadros de companhias que forneciam para a montadora norte-americana.

A reportagem principal deste Diário mostra a alteração na rota profissional de três pessoas cujas histórias estavam ligadas à gigante do ramo automobilístico, que por 52 anos foi uma das principais marcas que compunham o parque industrial do Grande ABC.

O texto revela o lado humano por trás do fim do ciclo da Ford. Mostra pessoas que se especializaram na fabricação de automóveis, que tinham direitos trabalhistas, plano de saúde e bons salários. Mas que de uma hora para outra precisaram se reinventar. Que forçosamente tiveram de empreender, seja no comércio ou como motorista de aplicativo, para poder garantir a renda e o sustento de seus lares.

Cidadãos que, mal ou bem, estão conseguindo sobreviver. Mas que não abandonam o sonho de retornar ao chão de fábrica. Não importa que haja outro emblema na fachada, ou que o salário seja mais baixo que o de antes.

Relata também a análise de especialistas que alertam para o tamanho do problema causado pela despedida da Ford. Eles mostram que as alternativas são paliativas, podem gerar precarização do trabalho e jamais vão conseguir superar o impacto gerado pela parada em definitivo das linhas de produção.

Essas (e muitas outras) pessoas viveram no último ano a expectativa de que poderiam ter um novo empregador. Várias foram as vezes em que figuras do mundo político apresentaram prazos para a definição de um comprador para a empresa, mas nenhum deles foi cumprido.

Até que, com a desistência da Caoa, a única realmente interessada, os trabalhadores se viram mais uma vez frustrados.  



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Mudança de rota

Do Diário do Grande ABC

19/01/2020 | 11:14


O comunicado distribuído pela Ford, há quase um ano, provocou mudança na vida de milhares de pessoas. O anúncio de que a fábrica de São Bernardo encerraria as atividades em outubro gerou muita apreensão, principalmente nos 2.800 operários que atuavam na planta do bairro Taboão, além de outros que pertenciam aos quadros de companhias que forneciam para a montadora norte-americana.

A reportagem principal deste Diário mostra a alteração na rota profissional de três pessoas cujas histórias estavam ligadas à gigante do ramo automobilístico, que por 52 anos foi uma das principais marcas que compunham o parque industrial do Grande ABC.

O texto revela o lado humano por trás do fim do ciclo da Ford. Mostra pessoas que se especializaram na fabricação de automóveis, que tinham direitos trabalhistas, plano de saúde e bons salários. Mas que de uma hora para outra precisaram se reinventar. Que forçosamente tiveram de empreender, seja no comércio ou como motorista de aplicativo, para poder garantir a renda e o sustento de seus lares.

Cidadãos que, mal ou bem, estão conseguindo sobreviver. Mas que não abandonam o sonho de retornar ao chão de fábrica. Não importa que haja outro emblema na fachada, ou que o salário seja mais baixo que o de antes.

Relata também a análise de especialistas que alertam para o tamanho do problema causado pela despedida da Ford. Eles mostram que as alternativas são paliativas, podem gerar precarização do trabalho e jamais vão conseguir superar o impacto gerado pela parada em definitivo das linhas de produção.

Essas (e muitas outras) pessoas viveram no último ano a expectativa de que poderiam ter um novo empregador. Várias foram as vezes em que figuras do mundo político apresentaram prazos para a definição de um comprador para a empresa, mas nenhum deles foi cumprido.

Até que, com a desistência da Caoa, a única realmente interessada, os trabalhadores se viram mais uma vez frustrados.  

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