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Presidente da Alesp diz que vai impedir homenagem a Pinochet

Reprodução/Instagram Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


21/11/2019 | 08:50


O presidente da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo), deputado Cauê Macris (PSDB), escreveu no Twitter que assinará nesta quinta-feira, 21, um ato para impedir a realização de evento com homenagem ao ditador chileno Augusto Pinochet, que governou o Chile entre 1973 e 1990.

"O ato será publicado no Diário Oficial do Estado na sexta-feira", escreveu Macris. Quem marcou o ato solene para homenagear o ditador foi o deputado estadual Frederico D''Ávila (PSL-SP).

A homenagem foi marcada na agenda oficial da Alesp para 10 de dezembro, data em que se comemora Dia Internacional dos Direitos Humanos e também aniversário da morte de Pinochet. O evento foi protocolado na semana passada.

Para d''Avila, o ditador chileno "conduziu seu governo de forma brilhante, impedindo que o cenário ditatorial e violador de direitos humanos cubano e soviético da época se instalasse no seio da sociedade chilena". Ainda segundo o deputado, "a visão comunista" não consegue entender "o bem que ele fez àquele país e à América Latina".

A ditadura militar chilena levou 200 mil pessoas ao exílio, torturou milhares e deixou mais de três mil mortos, sem contabilizar os desaparecidos.



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Presidente da Alesp diz que vai impedir homenagem a Pinochet


21/11/2019 | 08:50


O presidente da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo), deputado Cauê Macris (PSDB), escreveu no Twitter que assinará nesta quinta-feira, 21, um ato para impedir a realização de evento com homenagem ao ditador chileno Augusto Pinochet, que governou o Chile entre 1973 e 1990.

"O ato será publicado no Diário Oficial do Estado na sexta-feira", escreveu Macris. Quem marcou o ato solene para homenagear o ditador foi o deputado estadual Frederico D''Ávila (PSL-SP).

A homenagem foi marcada na agenda oficial da Alesp para 10 de dezembro, data em que se comemora Dia Internacional dos Direitos Humanos e também aniversário da morte de Pinochet. O evento foi protocolado na semana passada.

Para d''Avila, o ditador chileno "conduziu seu governo de forma brilhante, impedindo que o cenário ditatorial e violador de direitos humanos cubano e soviético da época se instalasse no seio da sociedade chilena". Ainda segundo o deputado, "a visão comunista" não consegue entender "o bem que ele fez àquele país e à América Latina".

A ditadura militar chilena levou 200 mil pessoas ao exílio, torturou milhares e deixou mais de três mil mortos, sem contabilizar os desaparecidos.

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