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Universo zumbi

Reprodução Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Série original da Netflix e longa que trabalham o tema estreiam quinta-feira no Brasil


Luis Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

27/10/2019 | 09:55


 O vislumbre de um apocalipse zumbi está entre os cenários mais dicutidos pelo público geek. Esse cenário coloca poucos seres humanos sobreviventes lutando em mundo no qual a maioria dos habitante da Terra é de monstros famintos por carne e cérebros para se alimentar.

As diferentes linguagens do entretenimento narram histórias sobre esses personagens desde o início do século XIX, com a televisão e o cinema chamando mais a atenção do público por causa de seu impacto visual pronto para revelar a forma desses cadáveres reanimados.

Se a premissa pode parecer um tanto quanto assustadora, há quem aproveite desse caos para fazer graça e ativar a curiosidade.

“O terror costuma ser um lugarcomum para produções sobre zumbis. Por isso, é necessária uma boa construção de roteiro para criar situações que surpreendam, como aconteceu com o recente filme Invasão Zumbi e a série Black Summer. Algumas gerações cresceram com o terror de zumbis nos videogames e a experiência de Resident Evil é muito mais assustadora do que muitos filmes. É então que entram em cena filmes como Zumbilândia, Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi, Meu Namorado é Um Zumbi e Todo Mundo Quase Morto, que debocham do bom-senso e de qualquer organização política e social para promover diversão através do caos e desvios morais de seus personagen”, explica Henrique Almeida, editor do site Boletim Nerd (www.boletimnerd.com.br), especializado em notícias sobre o universo pop.

As mais recentes produções para telas estreladas pelas criaturas brincam com vírus que se espalham pelo planeta, mortes bizarras, combates insanos e com a jornada das pessoas que sobraram. Diversas ideias podem surgir nesse contexto, mas o objetivo desses títulos é ser ‘zoeiro’ ao extremo. E um humor tipicamente juvenil é a raiz da história de Daybreak, série original da Netflix que será liberada em seu catálogo a partir de quinta-feira (31). Baseada em história em quadrinho inédita no Brasil, a obra coloca adolescentes como únicos sobreviventes quando explosão transforma os adultos no que chamam de Ghoulies. Na medida em que essa nova sociedade é apresentada, sendo ela montada como se fosse um enorme colégio com estilo apocalíptico com referências da cinessérie Mad Max, o protagonista Josh (Colin Ford) monta sua ‘tribo’ e sonha em reencontrar a namorada.

Nos cinemas, as salas abrem espaço para a chegada de >Zumbilândia: Atira Duas Vezes, continuação do inesperado sucesso lançado nas telonas há dez anos. A partir de sua estreia, também na quinta-feira, o público brasileiro tem reencontro com Columbus (Jesse Eisenberg), Tallahassee (Woody Harrelson), Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin). O quarteto ainda busca locais seguros para ficar, tentam normalizar sua convivência e vivem entre encontros e desencontros. Outros sobreviventes surgem para ampliar as tiradas cômicas e o duelo pelo trofeu de morte de zumbi do dia – da semana, do mês e do ano.

Segundo Almeida, o fato de a morte ser assunto um tanto quanto temido pela sociedade, filmes como este costumam quebrar o gelo pelo tom escrachado, com os adolescentes aparecendo como principal fonte de bilheteria justamente por causa desse tipo de bizarrice. “É comum vermos personagens morrendo em situações bizarras ou mortos-vivos aparecendo em situações vexatórias e, deste modo, obras como Zumbilândia tratam a morte com mais naturalidade. Há liberdade para o uso de humor ácido e politicamente incorreto, que tornam acontecimentos macabros em situações cômicas. Esse tipo de humor costuma agradar bastante o público jovem”, analisa, com o jornalista ressaltando que “os personagens que surgem nos universos pós-apocalipse zumbi também são destaques, funcionando como sátiras da sociedade”.



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Universo zumbi

Série original da Netflix e longa que trabalham o tema estreiam quinta-feira no Brasil

Luis Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

27/10/2019 | 09:55


 O vislumbre de um apocalipse zumbi está entre os cenários mais dicutidos pelo público geek. Esse cenário coloca poucos seres humanos sobreviventes lutando em mundo no qual a maioria dos habitante da Terra é de monstros famintos por carne e cérebros para se alimentar.

As diferentes linguagens do entretenimento narram histórias sobre esses personagens desde o início do século XIX, com a televisão e o cinema chamando mais a atenção do público por causa de seu impacto visual pronto para revelar a forma desses cadáveres reanimados.

Se a premissa pode parecer um tanto quanto assustadora, há quem aproveite desse caos para fazer graça e ativar a curiosidade.

“O terror costuma ser um lugarcomum para produções sobre zumbis. Por isso, é necessária uma boa construção de roteiro para criar situações que surpreendam, como aconteceu com o recente filme Invasão Zumbi e a série Black Summer. Algumas gerações cresceram com o terror de zumbis nos videogames e a experiência de Resident Evil é muito mais assustadora do que muitos filmes. É então que entram em cena filmes como Zumbilândia, Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi, Meu Namorado é Um Zumbi e Todo Mundo Quase Morto, que debocham do bom-senso e de qualquer organização política e social para promover diversão através do caos e desvios morais de seus personagen”, explica Henrique Almeida, editor do site Boletim Nerd (www.boletimnerd.com.br), especializado em notícias sobre o universo pop.

As mais recentes produções para telas estreladas pelas criaturas brincam com vírus que se espalham pelo planeta, mortes bizarras, combates insanos e com a jornada das pessoas que sobraram. Diversas ideias podem surgir nesse contexto, mas o objetivo desses títulos é ser ‘zoeiro’ ao extremo. E um humor tipicamente juvenil é a raiz da história de Daybreak, série original da Netflix que será liberada em seu catálogo a partir de quinta-feira (31). Baseada em história em quadrinho inédita no Brasil, a obra coloca adolescentes como únicos sobreviventes quando explosão transforma os adultos no que chamam de Ghoulies. Na medida em que essa nova sociedade é apresentada, sendo ela montada como se fosse um enorme colégio com estilo apocalíptico com referências da cinessérie Mad Max, o protagonista Josh (Colin Ford) monta sua ‘tribo’ e sonha em reencontrar a namorada.

Nos cinemas, as salas abrem espaço para a chegada de >Zumbilândia: Atira Duas Vezes, continuação do inesperado sucesso lançado nas telonas há dez anos. A partir de sua estreia, também na quinta-feira, o público brasileiro tem reencontro com Columbus (Jesse Eisenberg), Tallahassee (Woody Harrelson), Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin). O quarteto ainda busca locais seguros para ficar, tentam normalizar sua convivência e vivem entre encontros e desencontros. Outros sobreviventes surgem para ampliar as tiradas cômicas e o duelo pelo trofeu de morte de zumbi do dia – da semana, do mês e do ano.

Segundo Almeida, o fato de a morte ser assunto um tanto quanto temido pela sociedade, filmes como este costumam quebrar o gelo pelo tom escrachado, com os adolescentes aparecendo como principal fonte de bilheteria justamente por causa desse tipo de bizarrice. “É comum vermos personagens morrendo em situações bizarras ou mortos-vivos aparecendo em situações vexatórias e, deste modo, obras como Zumbilândia tratam a morte com mais naturalidade. Há liberdade para o uso de humor ácido e politicamente incorreto, que tornam acontecimentos macabros em situações cômicas. Esse tipo de humor costuma agradar bastante o público jovem”, analisa, com o jornalista ressaltando que “os personagens que surgem nos universos pós-apocalipse zumbi também são destaques, funcionando como sátiras da sociedade”.

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