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Pelo menos 132 unidades estaduais da região tiveram aulas suspensas

Assembleia com os 7.000 participantes do ato definiu calendário para debater as questões


Flavia Kurotori
Do Diário do Grande ABC

10/10/2019 | 07:00


 Das 330 escolas estaduais da região, pelo menos 132 tiveram paralisação total ou parcial ontem. Isso porque professores participaram de ato em frente à Secretaria da Educação do Estado, na Capital, cuja principal reivindicação foi extinguir a portaria número 6/2019, que aborda o processo de atribuição de aulas em 2020. A principal crítica é a criação do ‘fator de ponderação’ como critério de classificação – com isso, a pontuação de professores oscilaria conforme a carga horária, desconsiderando o tempo de casa, ao contrário do modelo atual.

Outros pontos de discórdia são a mudança da pontuação para professores que têm títulos (profissionais pós-graduados, mestres ou doutores teriam incentivos reduzidos) e o aumento da jornada de ATPC (Aula de Trabalho Pedagógico Coletivo). “Muitos professores acumulam aulas na rede estadual com a municipal ou privada e isso não é possível caso as ATPCs aumentem”, afirmou André Sapanos, coordenador da subsede de Mauá da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo).

Assembleia com os 7.000 participantes do ato definiu calendário para debater as questões.



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Pelo menos 132 unidades estaduais da região tiveram aulas suspensas

Assembleia com os 7.000 participantes do ato definiu calendário para debater as questões

Flavia Kurotori
Do Diário do Grande ABC

10/10/2019 | 07:00


 Das 330 escolas estaduais da região, pelo menos 132 tiveram paralisação total ou parcial ontem. Isso porque professores participaram de ato em frente à Secretaria da Educação do Estado, na Capital, cuja principal reivindicação foi extinguir a portaria número 6/2019, que aborda o processo de atribuição de aulas em 2020. A principal crítica é a criação do ‘fator de ponderação’ como critério de classificação – com isso, a pontuação de professores oscilaria conforme a carga horária, desconsiderando o tempo de casa, ao contrário do modelo atual.

Outros pontos de discórdia são a mudança da pontuação para professores que têm títulos (profissionais pós-graduados, mestres ou doutores teriam incentivos reduzidos) e o aumento da jornada de ATPC (Aula de Trabalho Pedagógico Coletivo). “Muitos professores acumulam aulas na rede estadual com a municipal ou privada e isso não é possível caso as ATPCs aumentem”, afirmou André Sapanos, coordenador da subsede de Mauá da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo).

Assembleia com os 7.000 participantes do ato definiu calendário para debater as questões.

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