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Mecenas do Azulão, Saul agora flerta com Ramalhão

Ex-acionista da Casas Bahia foi fundamental nos melhores anos da história do São Caetano


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

20/09/2019 | 07:00


Saul Klein, um dos principais responsáveis pelos tempos dourados do São Caetano, anunciou na quarta-feira que pode redirecionar seus investimentos para o rival Santo André. O empresário, ex-acionista da Casas Bahia, colabora financeiramente com o Azulão, mas parece ter entrado em rota de colisão com o presidente Nairo Ferreira de Souza desde que, há 90 dias, voltou a frequentar o clube, principalmente as categorias de base.

Uma das iniciativas de Saul neste retorno ao São Caetano foi a contratação de cinco ídolos do clube – Silvio Luiz, Anderson Lima, Dininho, Adhemar e Adãozinho – para trabalharem na iniciação de jogadores e ajudar na transição da categoria sub-20 para o profissional. Mas tudo indica que a ideia não foi valorizada dentro do Azulão e isso também motivou a decisão do empresário, que se mostrou disposto a mudar de lado e abortar o projeto que havia iniciado no Azulão.

Os ex-jogadores envolvidos deixaram em aberto a continuidade do trabalho. Adhemar, por exemplo, disse que ontem não tinha nenhuma definição quanto à continuidade da atividade no São Caetano.

Já no Santo André, o interesse de Saul em ajudar o clube foi bem-visto pelo presidente Sidney Riquetto, que não esconde de ninguém que a vida financeira da equipe não é das mais saudáveis. Ele, porém, assegurou que tudo ainda está em fase embrionária. “Por enquanto são tratativas preliminares. Todo e qualquer detalhe específico ainda vai ser discutido entre as partes. Modalidade e formato da eventual parceria ainda são objeto de discussão”, despistou o mandatário andreense.

Nas bastidores do Anacleto Campanella circula a informação de que Saul tenha atiçado essa parceria com o Santo André para tentar desestabilizar o presidente Nairo Ferreira de Souza e contar com o apoio da torcida, que certamente não gostaria de vê-lo reforçando financeiramente o principal rival. Tudo indica que o empresário tem o desejo de assumir a presidência do Azulão. O problema é que o clube é uma empresa Ltda e tem como único acionista justamente Nairo, o que dificuldade a meta. 



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Mecenas do Azulão, Saul agora flerta com Ramalhão

Ex-acionista da Casas Bahia foi fundamental nos melhores anos da história do São Caetano

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

20/09/2019 | 07:00


Saul Klein, um dos principais responsáveis pelos tempos dourados do São Caetano, anunciou na quarta-feira que pode redirecionar seus investimentos para o rival Santo André. O empresário, ex-acionista da Casas Bahia, colabora financeiramente com o Azulão, mas parece ter entrado em rota de colisão com o presidente Nairo Ferreira de Souza desde que, há 90 dias, voltou a frequentar o clube, principalmente as categorias de base.

Uma das iniciativas de Saul neste retorno ao São Caetano foi a contratação de cinco ídolos do clube – Silvio Luiz, Anderson Lima, Dininho, Adhemar e Adãozinho – para trabalharem na iniciação de jogadores e ajudar na transição da categoria sub-20 para o profissional. Mas tudo indica que a ideia não foi valorizada dentro do Azulão e isso também motivou a decisão do empresário, que se mostrou disposto a mudar de lado e abortar o projeto que havia iniciado no Azulão.

Os ex-jogadores envolvidos deixaram em aberto a continuidade do trabalho. Adhemar, por exemplo, disse que ontem não tinha nenhuma definição quanto à continuidade da atividade no São Caetano.

Já no Santo André, o interesse de Saul em ajudar o clube foi bem-visto pelo presidente Sidney Riquetto, que não esconde de ninguém que a vida financeira da equipe não é das mais saudáveis. Ele, porém, assegurou que tudo ainda está em fase embrionária. “Por enquanto são tratativas preliminares. Todo e qualquer detalhe específico ainda vai ser discutido entre as partes. Modalidade e formato da eventual parceria ainda são objeto de discussão”, despistou o mandatário andreense.

Nas bastidores do Anacleto Campanella circula a informação de que Saul tenha atiçado essa parceria com o Santo André para tentar desestabilizar o presidente Nairo Ferreira de Souza e contar com o apoio da torcida, que certamente não gostaria de vê-lo reforçando financeiramente o principal rival. Tudo indica que o empresário tem o desejo de assumir a presidência do Azulão. O problema é que o clube é uma empresa Ltda e tem como único acionista justamente Nairo, o que dificuldade a meta. 

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