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Comissão de Sto.André quer lançar cartilha sobre ditadura

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Bloco na Câmara busca ouvir vítimas do período e confeccionar peça em resposta a Bolsonaro


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

05/08/2019 | 07:00


 Vereadores de Santo André que participam de comissão provisória com o objetivo de resgatar memória dos mortos e torturados durante a ditadura militar (1964-1985) na cidade pretendem lançar cartilhas com relatos de familiares e de sobreviventes do período para serem distribuídas na Câmara e em outros prédios públicos do município.

Segundo o presidente do bloco, vereador Eduardo Leite (PT), a comissão e as cartilhas são respostas à linha adotada pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que exalta os anos de chumbo. Além do petista, os parlamentares Tonho Lagoa (PMB), André Scarpino (PSDB) e Jorge Kina (PSB) fazem parte da comissão.

“A ideia é chamar pessoas que moram na cidade e que sofreram na pele algum tipo de opressão causada pelo regime militar. Queremos dar voz à elas, criar cartilhas e vídeos, e deixá-los na Câmara e em outros prédios públicos para que as pessoas tenham acesso e não esqueçam deste trágico período do País”, declarou Leite. A comissão tem intenção de ouvir entre dez e 20 pessoas para a confecção do material.

“Já estamos em contato com algumas pessoas que poderão falar (a respeito). Além disso, vamos atrás também de algum tipo de apoio para que a gente consiga recursos para o lançamento da cartilha”, disse o petista. Outra atividade relacionada é a realização de uma sessão solene na Câmara, mas que ainda não tem data agendada.

Em 2013, o Legislativo criou grupo com objetivo parecido, em paralelo à Comissão Nacional da Verdade. Na ocasião, o então parlamentar José Montoro Filho, o Montorinho (sem partido), presidiu comitê municipal da verdade, sob a ótica de levantar relatos do período na cidade e repassar essas informações ao grupo nacional, entidade vinculada ao governo federal.



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Comissão de Sto.André quer lançar cartilha sobre ditadura

Bloco na Câmara busca ouvir vítimas do período e confeccionar peça em resposta a Bolsonaro

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

05/08/2019 | 07:00


 Vereadores de Santo André que participam de comissão provisória com o objetivo de resgatar memória dos mortos e torturados durante a ditadura militar (1964-1985) na cidade pretendem lançar cartilhas com relatos de familiares e de sobreviventes do período para serem distribuídas na Câmara e em outros prédios públicos do município.

Segundo o presidente do bloco, vereador Eduardo Leite (PT), a comissão e as cartilhas são respostas à linha adotada pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que exalta os anos de chumbo. Além do petista, os parlamentares Tonho Lagoa (PMB), André Scarpino (PSDB) e Jorge Kina (PSB) fazem parte da comissão.

“A ideia é chamar pessoas que moram na cidade e que sofreram na pele algum tipo de opressão causada pelo regime militar. Queremos dar voz à elas, criar cartilhas e vídeos, e deixá-los na Câmara e em outros prédios públicos para que as pessoas tenham acesso e não esqueçam deste trágico período do País”, declarou Leite. A comissão tem intenção de ouvir entre dez e 20 pessoas para a confecção do material.

“Já estamos em contato com algumas pessoas que poderão falar (a respeito). Além disso, vamos atrás também de algum tipo de apoio para que a gente consiga recursos para o lançamento da cartilha”, disse o petista. Outra atividade relacionada é a realização de uma sessão solene na Câmara, mas que ainda não tem data agendada.

Em 2013, o Legislativo criou grupo com objetivo parecido, em paralelo à Comissão Nacional da Verdade. Na ocasião, o então parlamentar José Montoro Filho, o Montorinho (sem partido), presidiu comitê municipal da verdade, sob a ótica de levantar relatos do período na cidade e repassar essas informações ao grupo nacional, entidade vinculada ao governo federal.

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