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Enel reverte prejuízo e tem lucro de mais de R$ 130 milhões no 2º tri



30/07/2019 | 20:43


A Enel Distribuição São Paulo, antiga Eletropaulo, registrou lucro líquido de R$ 131,313 milhões no segundo trimestre de 2019, revertendo prejuízo de R$ 155,614 milhões apurado no mesmo período de 2018. Com isso, a companhia acumula ganhos de R$ 200,36 milhões no semestre, revertendo o prejuízo de R$ 161,05 milhões dos primeiros seis meses do ano passado.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) entre abril e junho ficou em R$ 513,99 milhões, o que corresponde a um crescimento de 187,2% em um ano. A margem Ebitda avançou 10,4 pontos porcentuais no período e alcançou 15,3% no segundo trimestre deste ano. Excluindo a receita de construção, a margem passou de 5,4% para 15,3% no mesmo período de comparação. Em seis meses, o indicador acumula alta de 77%, para R$ 913 milhões.

A distribuidora de energia da região metropolitana de São Paulo somou receita líquida de R$ 3,352 bilhões entre abril e junho, o que corresponde a uma queda de 8,2% na comparação anual. De janeiro a junho, a receita atingiu R$ 6,82 bilhões, praticamente estável ante os R$ 6,853 bilhões anotados no ano passado.

O resultado financeiro correspondeu a uma despesa líquida de R$ 149,9 milhões, 44,5% menor em relação ao segundo trimestre de 2018.

A dívida líquida da distribuidora de energia aumentou 21,1% em um ano, e fechou março em R$ 5,094 bilhões. Em três meses, a dívida cresceu 26,6%. A alavancagem, medida pela relação dívida líquida/Ebitda, tem dois critérios. De acordo com o Ebitda ajustado previsto na 23ª emissão de debêntures, o indicador está em 2,83 vezes, acima das 2,73 vezes de três meses antes. Já pelo critério da 5ª emissão de Notas Promissórias e 24ª emissão de debêntures, a alavancagem está em 2,74 vezes, acima dos 2,65 vezes anotados em março. A companhia salienta que em ambos os casos, os indicadores estão abaixo do limite de 3,5 vezes. A Enel SP salientou que o prazo médio melhorou em um ano, passando de 2,3 anos para 4,1 anos.



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Enel reverte prejuízo e tem lucro de mais de R$ 130 milhões no 2º tri


30/07/2019 | 20:43


A Enel Distribuição São Paulo, antiga Eletropaulo, registrou lucro líquido de R$ 131,313 milhões no segundo trimestre de 2019, revertendo prejuízo de R$ 155,614 milhões apurado no mesmo período de 2018. Com isso, a companhia acumula ganhos de R$ 200,36 milhões no semestre, revertendo o prejuízo de R$ 161,05 milhões dos primeiros seis meses do ano passado.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) entre abril e junho ficou em R$ 513,99 milhões, o que corresponde a um crescimento de 187,2% em um ano. A margem Ebitda avançou 10,4 pontos porcentuais no período e alcançou 15,3% no segundo trimestre deste ano. Excluindo a receita de construção, a margem passou de 5,4% para 15,3% no mesmo período de comparação. Em seis meses, o indicador acumula alta de 77%, para R$ 913 milhões.

A distribuidora de energia da região metropolitana de São Paulo somou receita líquida de R$ 3,352 bilhões entre abril e junho, o que corresponde a uma queda de 8,2% na comparação anual. De janeiro a junho, a receita atingiu R$ 6,82 bilhões, praticamente estável ante os R$ 6,853 bilhões anotados no ano passado.

O resultado financeiro correspondeu a uma despesa líquida de R$ 149,9 milhões, 44,5% menor em relação ao segundo trimestre de 2018.

A dívida líquida da distribuidora de energia aumentou 21,1% em um ano, e fechou março em R$ 5,094 bilhões. Em três meses, a dívida cresceu 26,6%. A alavancagem, medida pela relação dívida líquida/Ebitda, tem dois critérios. De acordo com o Ebitda ajustado previsto na 23ª emissão de debêntures, o indicador está em 2,83 vezes, acima das 2,73 vezes de três meses antes. Já pelo critério da 5ª emissão de Notas Promissórias e 24ª emissão de debêntures, a alavancagem está em 2,74 vezes, acima dos 2,65 vezes anotados em março. A companhia salienta que em ambos os casos, os indicadores estão abaixo do limite de 3,5 vezes. A Enel SP salientou que o prazo médio melhorou em um ano, passando de 2,3 anos para 4,1 anos.

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