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Perspectivas na crise


Do Diário do Grande ABC

21/07/2019 | 12:24


A crise econômica deflagrada no País em 2014 ceifou milhares de postos de trabalho formais. O Grande ABC, com sua vocação industrial, foi uma das regiões do Brasil que mais sentiram os reflexos da retração das atividades. Mas períodos de dificuldade são pródigos em trazer histórias de superação.

O jovem Paulo Eduardo Lenndel de Castro Alves Kuester, de 16 anos, é morador de São Caetano e quer estudar em faculdade em Portugal. Aluno da rede pública, poderia desistir de seu sonho. Afinal, demanda dinheiro se manter em um país cuja moeda vale quase cinco vezes mais do que o Real.

O garoto é tímido e foi diagnosticado com deficit de atenção, características que colocam pedras em seu caminho. Mas ele decidiu ir à luta. Cozinha brigadeiros e os vende em ruas de São Caetano. Junta recursos para atingir seu objetivo. Supera os percalços. Sua história é contada por este Diário na edição de hoje.

A economia brasileira ainda patina. Está à espera das reformas prometidas pelo presidente Jair Bolsonaro. A da Previdência deve sair em breve. Depois, o debate vai para mudanças nas regras tributárias. Neste tempo, porém, é preciso reagir. Como faz Paulo Eduardo. E como fazem outras 121.607 pessoas no Grande ABC.

É o número de MEIs (Microempreendedores Individuais) ativos nas sete cidades. O volume que cresce ininterruptamente há dez anos, quando a legislação que regulamenta a atividade entrou em vigor. São milhares de cabeleireiros e cabeleireiras, de cozinheiros e cozinheiras, de costureiros e costureiras que, diariamente, levantam cedo em busca do próprio sustento. Mais do que isso, têm sustentado nossa economia.

Evidentemente que perder emprego formal traz péssimas consequências a uma família. Só que há sempre uma luz no fim do túnel. E, chegando lá, existe a possibilidade de que o cenário seja melhor do que no começo da jornada. Resta saber como cada um lida com as dificuldades apresentadas.



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Perspectivas na crise

Do Diário do Grande ABC

21/07/2019 | 12:24


A crise econômica deflagrada no País em 2014 ceifou milhares de postos de trabalho formais. O Grande ABC, com sua vocação industrial, foi uma das regiões do Brasil que mais sentiram os reflexos da retração das atividades. Mas períodos de dificuldade são pródigos em trazer histórias de superação.

O jovem Paulo Eduardo Lenndel de Castro Alves Kuester, de 16 anos, é morador de São Caetano e quer estudar em faculdade em Portugal. Aluno da rede pública, poderia desistir de seu sonho. Afinal, demanda dinheiro se manter em um país cuja moeda vale quase cinco vezes mais do que o Real.

O garoto é tímido e foi diagnosticado com deficit de atenção, características que colocam pedras em seu caminho. Mas ele decidiu ir à luta. Cozinha brigadeiros e os vende em ruas de São Caetano. Junta recursos para atingir seu objetivo. Supera os percalços. Sua história é contada por este Diário na edição de hoje.

A economia brasileira ainda patina. Está à espera das reformas prometidas pelo presidente Jair Bolsonaro. A da Previdência deve sair em breve. Depois, o debate vai para mudanças nas regras tributárias. Neste tempo, porém, é preciso reagir. Como faz Paulo Eduardo. E como fazem outras 121.607 pessoas no Grande ABC.

É o número de MEIs (Microempreendedores Individuais) ativos nas sete cidades. O volume que cresce ininterruptamente há dez anos, quando a legislação que regulamenta a atividade entrou em vigor. São milhares de cabeleireiros e cabeleireiras, de cozinheiros e cozinheiras, de costureiros e costureiras que, diariamente, levantam cedo em busca do próprio sustento. Mais do que isso, têm sustentado nossa economia.

Evidentemente que perder emprego formal traz péssimas consequências a uma família. Só que há sempre uma luz no fim do túnel. E, chegando lá, existe a possibilidade de que o cenário seja melhor do que no começo da jornada. Resta saber como cada um lida com as dificuldades apresentadas.

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