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Por que o milho é um dos símbolos da festa junina?

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Cereal rico em vitaminas sempre chama a atenção do público que costuma participar do evento


Luís Felipe Soares
Diário do Grande ABC

16/06/2019 | 07:00


O milho aparece como um dos principais símbolos das festas juninas por ser matéria-prima de diversos pratos normalmente encontrados durante o evento, a exemplos de pipoca, pamonha, curau, canjica, polenta, cuscuz e milho cozido – mesmo que essas receitas também sejam encontradas e produzidas ao longo do ano. É justamente a partir do mês de junho que começa a temporada de colheita do cereal nas plantações, com trabalhos que ocorrem até agosto. Sua pluralidade na cozinha só ajuda a tomar conta de grande parte das atenções do público que costuma participar do evento anual.

A celebração é integrante do folclore nacional e está na lista de maiores tradições populares do País. Historicamente, sua chegada no Brasil teria ocorrido no século XVI, com a vinda dos portugueses para sua colônia na América do Sul. Eles costumavam comemorar a colheita do trigo, que acontecia durante o verão no Hemisfério Norte, entre junho e agosto, e quiseram dar continuidade à tradição. A diferença era que a produção do alimento não existia por aqui, fazendo com que celebração ocorresse com ajuda de algo que fosse mais típico da terra onde estavam. Foi escolhido o milho, que já era consumido normalmente pelos índios nativos.

Esse tipo de cereal conta com alto valor nutritivo, sendo fonte de diversos tipos de vitaminas, a exemplos da A (boa para a saúde dos olhos), C (que melhora a imunidade do organismo) e da E (recomendada para diminuir risco de doenças cardíacas). Sua lista ainda inclui ferro, potássio, fibras, sais naturais, óleos e açúcares. Além dos grãos amarelos, se aproveita os ‘cabelos’ ao seu redor para se fazer chás, e sua palha verde pode ser utilizada para confecção de itens decorativos.

O cardápio típico da época é complementado por pratos a partir de amendoim, casos de pé de moleque e paçoca, e churrasco, cachorro-quente, maça-do-amor, bolos diversos e bebidas alcoólicas quentes, principalmente o chamado quentão, com aguardente de cana fervida com gengibre, canela e açúcar.

HOMENAGEM - As festas juninas também prestam homenagem a populares santos da Igreja Católica durante o mês. Tratam-se de Santo Antônio (cujo data comemorativa ocorre no dia 13), São João (dia 24) e São Pedro (dia 29). É comum que pessoas religiosas realizem ‘simpatias’, ou seja, ações e tarefas para que forças espirituais os ajude, em nome desses personagens durante o período para conquistar objetivos específicos, como encontrar parceiros amorosos, buscar por uma casa nova e proteção em viagens.

Consulta realizada no site temático Festa Junina (www.festajunina.com.br), produzido pela General Mills Brasil, detentora da marca de alimentos Yoki. 



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Por que o milho é um dos símbolos da festa junina?

Cereal rico em vitaminas sempre chama a atenção do público que costuma participar do evento

Luís Felipe Soares
Diário do Grande ABC

16/06/2019 | 07:00


O milho aparece como um dos principais símbolos das festas juninas por ser matéria-prima de diversos pratos normalmente encontrados durante o evento, a exemplos de pipoca, pamonha, curau, canjica, polenta, cuscuz e milho cozido – mesmo que essas receitas também sejam encontradas e produzidas ao longo do ano. É justamente a partir do mês de junho que começa a temporada de colheita do cereal nas plantações, com trabalhos que ocorrem até agosto. Sua pluralidade na cozinha só ajuda a tomar conta de grande parte das atenções do público que costuma participar do evento anual.

A celebração é integrante do folclore nacional e está na lista de maiores tradições populares do País. Historicamente, sua chegada no Brasil teria ocorrido no século XVI, com a vinda dos portugueses para sua colônia na América do Sul. Eles costumavam comemorar a colheita do trigo, que acontecia durante o verão no Hemisfério Norte, entre junho e agosto, e quiseram dar continuidade à tradição. A diferença era que a produção do alimento não existia por aqui, fazendo com que celebração ocorresse com ajuda de algo que fosse mais típico da terra onde estavam. Foi escolhido o milho, que já era consumido normalmente pelos índios nativos.

Esse tipo de cereal conta com alto valor nutritivo, sendo fonte de diversos tipos de vitaminas, a exemplos da A (boa para a saúde dos olhos), C (que melhora a imunidade do organismo) e da E (recomendada para diminuir risco de doenças cardíacas). Sua lista ainda inclui ferro, potássio, fibras, sais naturais, óleos e açúcares. Além dos grãos amarelos, se aproveita os ‘cabelos’ ao seu redor para se fazer chás, e sua palha verde pode ser utilizada para confecção de itens decorativos.

O cardápio típico da época é complementado por pratos a partir de amendoim, casos de pé de moleque e paçoca, e churrasco, cachorro-quente, maça-do-amor, bolos diversos e bebidas alcoólicas quentes, principalmente o chamado quentão, com aguardente de cana fervida com gengibre, canela e açúcar.

HOMENAGEM - As festas juninas também prestam homenagem a populares santos da Igreja Católica durante o mês. Tratam-se de Santo Antônio (cujo data comemorativa ocorre no dia 13), São João (dia 24) e São Pedro (dia 29). É comum que pessoas religiosas realizem ‘simpatias’, ou seja, ações e tarefas para que forças espirituais os ajude, em nome desses personagens durante o período para conquistar objetivos específicos, como encontrar parceiros amorosos, buscar por uma casa nova e proteção em viagens.

Consulta realizada no site temático Festa Junina (www.festajunina.com.br), produzido pela General Mills Brasil, detentora da marca de alimentos Yoki. 

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