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Dólar sobe com relatório da Previdência, PL4 e Moro no radar

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


10/06/2019 | 10:07


O dólar opera em alta na manhã desta segunda-feira, 10, após ter caído na Sexta-feira (7) para R$ 3,8770 e acumulado perdas de 1,24% na semana passada. O avanço ante o real acompanha a valorização da moeda americana no exterior após o acordo comercial entre os Estados Unidos e o México.

Além disso, investidores dizem que há um pano de fundo de cautela local após o adiamento da apresentação do relatório da reforma da Previdência na Comissão Especial da Câmara para quinta-feira, dia 13, em vez desta terça-feira (11), quando deve ocorrer a reunião de governadores para decidir pela manutenção ou não da inclusão de Estados e municípios na proposta do governo.

Está no radar também a eventual votação do Projeto de Lei nº 4, que prevê a concessão de um crédito suplementar para o governo no valor de R$ 248,9 bilhões. São monitorados ainda os desdobramentos das denúncias do site The Intercept, de que os procuradores da Lava Jato, de Curitiba, entre os quais Deltan Dallagnol, trocavam mensagens pelo aplicativo Telegram com o atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, sobre assuntos investigados pela Operação Lava Jato.

O operador Luis Felipe Laudísio dos Santos, da Renascença DTVM, diz que os investidores estão de olho nos desdobramento da mais nova crise, após as divulgações de mensagens vazadas entre integrantes da Lava Jato com o ex-juiz. "Os desdobramento desta mais nova crise faz os ativos locais chacoalharem. O contraponto é o ambiente externo mais positivo após o governo Trump suspender as tarifas contra o México", avalia.

Às 9h24 desta segunda-feira, o dólar à vista subia 0,49%, a R$ 3,8959, enquanto o dólar futuro para julho avançava 0,41%, aos R$ 3,8995.

Mais cedo, o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerou de 0,22% na última quadrissemana de maio para 0,12% na primeira leitura de junho, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Além disso, o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) recuou 6,7 pontos na passagem de abril para maio, para 85,8 pontos, o menor patamar desde junho de 2016.



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Dólar sobe com relatório da Previdência, PL4 e Moro no radar


10/06/2019 | 10:07


O dólar opera em alta na manhã desta segunda-feira, 10, após ter caído na Sexta-feira (7) para R$ 3,8770 e acumulado perdas de 1,24% na semana passada. O avanço ante o real acompanha a valorização da moeda americana no exterior após o acordo comercial entre os Estados Unidos e o México.

Além disso, investidores dizem que há um pano de fundo de cautela local após o adiamento da apresentação do relatório da reforma da Previdência na Comissão Especial da Câmara para quinta-feira, dia 13, em vez desta terça-feira (11), quando deve ocorrer a reunião de governadores para decidir pela manutenção ou não da inclusão de Estados e municípios na proposta do governo.

Está no radar também a eventual votação do Projeto de Lei nº 4, que prevê a concessão de um crédito suplementar para o governo no valor de R$ 248,9 bilhões. São monitorados ainda os desdobramentos das denúncias do site The Intercept, de que os procuradores da Lava Jato, de Curitiba, entre os quais Deltan Dallagnol, trocavam mensagens pelo aplicativo Telegram com o atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, sobre assuntos investigados pela Operação Lava Jato.

O operador Luis Felipe Laudísio dos Santos, da Renascença DTVM, diz que os investidores estão de olho nos desdobramento da mais nova crise, após as divulgações de mensagens vazadas entre integrantes da Lava Jato com o ex-juiz. "Os desdobramento desta mais nova crise faz os ativos locais chacoalharem. O contraponto é o ambiente externo mais positivo após o governo Trump suspender as tarifas contra o México", avalia.

Às 9h24 desta segunda-feira, o dólar à vista subia 0,49%, a R$ 3,8959, enquanto o dólar futuro para julho avançava 0,41%, aos R$ 3,8995.

Mais cedo, o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerou de 0,22% na última quadrissemana de maio para 0,12% na primeira leitura de junho, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Além disso, o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) recuou 6,7 pontos na passagem de abril para maio, para 85,8 pontos, o menor patamar desde junho de 2016.

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