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Férias luxuosas no Centro de Portugal

Redação

16/05/2019 | 08:18


No Centro de Portugal, região que fica entre Lisboa e Porto, há inúmeros destinos maravilhosos, como Coimbra, Aveiro e Fátima. Além de visitar as cidades e as vilas que se espalham por seu território, os turistas podem ter muitas outras experiências atrativas, desde hospedagens em hotéis de charme até comer em restaurantes de alta qualidade.

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Curta opções de lazer no Centro de Portugal

O que fazer no Centro de Portugal

A Vista Alegre é uma das marcas mais famosas da região. A fabricante de porcelanas finas tem em Ílhavo, a uma hora de Porto, uma fábrica em pleno funcionamento e um museu, que não apenas conta toda sua história, mas também exibe peças icônicas de suas coleções ao longo dos anos.

A contribuição da Vista Alegre para o turismo português não acaba por aí. Ela é tema do Montebelo Vista Alegre Ílhavo Hotel, também em Ílhavo, um cinco estrelas decorado com as peças da marca, com um edifício moderno e sofisticado, além de outro histórico e clássico.

A região vai ganhar um outro empreendimento, que já está em desenvolvimento: um novo hotel na cidade de Caldas da Rainha, que será associado à marca de cerâmicas portuguesa Bordallo Pinheiro.

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Opção de hospedagem em Portugal

Na Serra da Estrela, o destaque vai para a Casa de São Lourenço, um hotel cinco estrelas com 17 quartos e quatro suítes que fica no Vale do rio Zêzere, o maior vale glacial da Europa. A 1.200 metros de altitude, o hotel conta com vistas panorâmicas de tirar o fôlego, decoração elegante minimalista e mobília com design contemporâneo.

A decoração tem objetos e obras de arte produzidas em lã de ovelha, chamada burel – termo que dá tema ao hotel. Originalmente utilizado por pastores, o ele se transformou em matéria-prima de design e é produzido exclusivamente nesta região.

Os viajantes também podem visitar a fábrica que fica na vila de Manteigas, que mostra a história do burel e possui uma loja com roupas, acessórios e peças de decoração.

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Hotéis no Centro de Portugal

Outra opção bacana fica em Viseu, onde encontra-se a produção da fábrica Abyss & Habidecor, que trabalha com algodão egípcio para criar toalhas que estão entre as melhores do mundo. A marca faz parte do grupo Celso de Lemos, que também tem nas redondezas de Viseu a Quinta de Lemos, produtora de vinhos, mel e azeite, além de um restaurante, o Mesa de Lemos, que garante uma ótima experiência gastronômica na região.

Por fim, o litoral também tem luxo a oferecer. O Noah Surf House, na praia de Santa Cruz, a uma hora de Lisboa, é dedicado ao mar e ao surfe. A hospedagem possui oito quartos e 13 bangalôs, além de piscina, jacuzzi, skate park, loja de equipamento de surfe e um restaurante na praia.

Com uma localização mais tranquila que Nazaré e Peniche, o hub do surfe português, garante boas ondas e belas vistas para o oceano.

Sete maravilhas de Portugal

As sete maravilhas de Portugal foram eleitas por mais de 350 mil portugueses em 2007. A campanha tinha como objetivo divulgar o patrimônio cultural e histórico do país, tanto para a população quanto para os turistas. Confira na galeria.

  • Crédito: Strocchi on Visualhunt / CC BY-SA

    Construída na margem norte do Rio Tejo, entre 1514 e 1520, com o objetivo de proteger Lisboa de invasores, a Torre de Belém é um dos principais símbolos arquitetônicos do reinado de D. Manuel I.Referência cultural no mundo,foi, em 1993, classificada pela UNESCO como “Patrimônio Cultural de toda a Humanidade”

  • Crédito: p_v a l d i v i e s o on VisualHunt / CC BY-SA

    Torre de Belém, Lisboa

  • Crédito: Frags of Life on Visualhunt / CC BY-NC-SA

    Torre de Belém, Lisboa

  • Crédito: ¦ Slices of Light ¦¯ ¯ ¯ on VisualHunt.com / CC BY-NC-ND

    Torre de Belém, Lisboa

  • Crédito: Miquel Fabré on Visualhunt.com / CC BY-NC-ND

    Torre de Belém, Lisboa

  • Crédito: titoalfredo on Visualhunt / CC BY-NC-SA

    Outra construção da época de D. Manuel I é o Mosteiro dos Jerónimos. O então rei de Portugal construiu este mosteiro para perpetuar a a memória do Infante D. Henrique e instalar o panteão para a sua dinastia. Para ocupar o lugar, D. Manuel I escolheu os monges da Ordem de São Jerónimo, de modo que eles orassem por ele e também dessem conforto espiritual aos navegadores. O local foi declarado, em 1907, Monumento Nacional, e, em 1983, a UNESCO classificou-o como “Patrimônio de toda a Humanidade”

  • Crédito: Glyn Lowe Photoworks on Visualhunt.com / CC BY

    Mosteiro Dos Jerónimos, Lisboa

  • Crédito: Polybert49 on VisualHunt / CC BY-NC-SA

    Mosteiro Dos Jerónimos, Lisboa

  • Crédito: mhx on Visualhunt.com / CC BY-NC-ND

    Mosteiro Dos Jerónimos, Lisboa

  • Crédito: TheOneShot (Gunnar Marquardt) on VisualHunt.com / CC BY-ND

    Mosteiro Dos Jerónimos, Lisboa

  • Crédito: Willtron on Visualhunt.com / CC BY-SA

    O Palácio da Pena é o segundo ponto mais alto da Serra de Sintra. Localizado na zona oriental do Parque da Pena, é o palácio mais visitado de Portugal e disputa com o Mosteiro dos Jerónimos o título de monumento que mais recebe turistas no país.O Palácio da Pena foi classificado como Monumento Nacional em 1910, e é apontado pela UNESCO como Patrimônio Mundial da Humanidade desde 1995. Em 2013 passou a integrar a Rede de Residências Reais Europeias

  • Crédito: Paul Stephenson on VisualHunt / CC BY

    Palácio Nacional Da Pena, Sintra

  • Crédito: pasaro on VisualHunt / CC BY-NC

    Palácio Nacional Da Pena, Sintra

  • Crédito: marise caetano on VisualHunt / CC BY-NC-ND

    Palácio Nacional Da Pena, Sintra

  • Crédito: LisArt on Visual Hunt / CC BY-NC-ND

    Palácio Nacional Da Pena, Sintra

  • Crédito: ivogomes on VisualHunt / CC BY-NC-SA

    O Mosteiro da Batalha é uma das mais belas obras da arquitetura portuguesa e europeia. Este conjunto arquitetônico resultou do cumprimento de uma promessa feita pelo rei D. João I, em agradecimento pela vitória em Aljubarrota, batalha travada em 14 de agosto de 1385, que lhe assegurou o trono e garantiu a independência de Portugal. As obras prolongaram-se por mais de 150 anos, através de várias fases de construção

  • Crédito: amaianos on Visual hunt / CC BY

    Mosteiro Da Batalha, Batalha

  • Crédito: Portuguese_eyes on Visualhunt / CC BY-SA

    Mosteiro Da Batalha, Batalha

  • Crédito: Portuguese_eyes on Visualhunt.com / CC BY-SA

    Mosteiro Da Batalha, Batalha

  • Crédito: Hugo Gamelas on VisualHunt / CC BY-ND

    Mosteiro Da Batalha, Batalha

  • Crédito: Pedro Nuno Caetano on Visual Hunt / CC BY

    O conjunto monumental do Mosteiro de Alcobaça constitui um dos mais notáveis e bem conservados exemplos da arquitetura e filosofia espacial Cisterciense. Alcobaça foi a última fundação em vida de São Bernardo e o primeiro monumento integralmente gótico do país. Em 1810, as tropas de Napoleão Bonaparte roubaram grande parte da riqueza do mosteiro, e as peças que não foram levadas naquele momento, mais tarde, em 1834, sumiram com a extinção das ordens religiosas em Portugal. Mesmo assim, a Unesco classificou o local como Patrimônio da Humanidade em 1989

  • Crédito: andré.luís on VisualHunt / CC BY

    Mosteiro de Alcobaça, Alcobaça

  • Crédito: Portuguese_eyes on Visualhunt.com / CC BY-SA

    Mosteiro de Alcobaça, Alcobaça

  • Crédito: Portuguese_eyes on Visualhunt / CC BY-SA

    Mosteiro de Alcobaça, Alcobaça

  • Mosteiro de Alcobaça, Alcobaça

  • Crédito: abac077 on Visualhunt.com / CC BY-NC-SA

    A construção do Castelo de Óbidos é de origem romana, mas foi posteriormente, sob o domínio árabe, que o local se desenvolveu e que a fortaleza foi definitivamente criada. Depois de ser conquistado pelos cristãos em 1148, o local foi várias vezes reparado e ampliado. O castelo sofreu fortes danos com o terramoto de 1755. No século 20, estava em total ruína, mas foi recuperado para abrigar uma primeira das famosas Pousadas de Portugal (que pertencem ao governo e ficam em prédios históricos)

  • Crédito: nborges on Visualhunt.com / CC BY

    Castelo de Óbidos, Óbidos

  • Crédito: dynamosquito on Visual hunt / CC BY-SA

    Castelo de Óbidos, Óbidos

  • Crédito: pedrosimoes7 on VisualHunt.com / CC BY

    Castelo de Óbidos, Óbidos

  • Crédito: pedrik on VisualHunt / CC BY-NC-SA

    Castelo de Óbidos, Óbidos

  • Crédito: Pixabay

    Este monumento encontra-se ligado à fundação do Condado Portucalense e às lutas da independência de Portugal. Foi designado popularmente como berço da nacionalidade. De acordo com a tradição, aqui nasceu o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques. Ligado a façanhas heroicas do período da fundação do país, serviu ainda ao longo da sua história de palco a vários conflitos reais. Após ficar abandonado, o castelo foi, no século 20, declarado como Monumento Nacional. A partir daí, foram realizadas obras de restauração completas

  • Castelo de Guimarães, Guimarães

  • Crédito: abac077 on Visual Hunt / CC BY-NC-SA

    Castelo de Guimarães, Guimarães

  • Crédito: abac077 on VisualHunt / CC BY-NC-SA

    Castelo de Guimarães, Guimarães

  • Crédito: fortes on Visual Hunt / CC BY-SA

    Castelo de Guimarães, Guimarães

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