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Impeachment de Atila será votado na quinta; prefeito apela ao TJ de novo

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Câmara antecipa a votação, que estava marcada apenas para a próxima semana


Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

16/04/2019 | 16:53


 A Câmara de Mauá decidiu antecipar a votação dos dois pedidos de impeachment do prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), para quinta-feira, às 10h. Presidente da casa, Vanderley Cavalcante da Silva, Neycar (SD), oficializou nesta terça-feira o chamamento para a sessão extraordinária de julgamento no Diário Oficial. A princípio, segundo apurou o Diário, a ideia era a de apreciar as denúncias apenas na semana que vem, após a Páscoa, mas há receio de que expire o prazo de 90 dias estipulado pela legislação para que todo o processo seja concluído.

Já a defesa do prefeito apelou de novo para o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) para tentar anular os processos de cassação. Na semana passada, o prefeito já havia acionado o tribunal no intuito de barrar a tramitação de uma das denúncias, a que trata de quebra de decoro. Na petição, o prefeito volta a pedir intervenção urgente do TJ-SP para "evitar grave lesão a direito da parte" e "assegurar o resultado útil do processo".

Para que Atila seja cassado, pelo menos dois terços da Câmara, ou seja, 16 dos 23 vereadores, precisam votar pela sua deposição. O prefeito, por sua vez, precisa de oito votos para se livrar do impeachment. Em fevereiro, logo após deixar a cadeia, Atila falou que venceria o processo no voto, em plenário. Porém, recentemente pediu ao TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) que suspenda a tramitação de uma das denúncias.

Atila é alvo de duas denúncias, uma que trata de suposta vacância do posto pelo fato de o socialista ter ficado mais de duas semanas afastado da cadeira sem autorização legislativa – estava preso. Em outra, de quebra de decoro por, segundo a Polícia Federal, receber propinas de empresas prestadoras de serviços do Paço em troca de favorecimento em contratos na administração, o que ele nega.



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Impeachment de Atila será votado na quinta; prefeito apela ao TJ de novo

Câmara antecipa a votação, que estava marcada apenas para a próxima semana

Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

16/04/2019 | 16:53


 A Câmara de Mauá decidiu antecipar a votação dos dois pedidos de impeachment do prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), para quinta-feira, às 10h. Presidente da casa, Vanderley Cavalcante da Silva, Neycar (SD), oficializou nesta terça-feira o chamamento para a sessão extraordinária de julgamento no Diário Oficial. A princípio, segundo apurou o Diário, a ideia era a de apreciar as denúncias apenas na semana que vem, após a Páscoa, mas há receio de que expire o prazo de 90 dias estipulado pela legislação para que todo o processo seja concluído.

Já a defesa do prefeito apelou de novo para o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) para tentar anular os processos de cassação. Na semana passada, o prefeito já havia acionado o tribunal no intuito de barrar a tramitação de uma das denúncias, a que trata de quebra de decoro. Na petição, o prefeito volta a pedir intervenção urgente do TJ-SP para "evitar grave lesão a direito da parte" e "assegurar o resultado útil do processo".

Para que Atila seja cassado, pelo menos dois terços da Câmara, ou seja, 16 dos 23 vereadores, precisam votar pela sua deposição. O prefeito, por sua vez, precisa de oito votos para se livrar do impeachment. Em fevereiro, logo após deixar a cadeia, Atila falou que venceria o processo no voto, em plenário. Porém, recentemente pediu ao TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) que suspenda a tramitação de uma das denúncias.

Atila é alvo de duas denúncias, uma que trata de suposta vacância do posto pelo fato de o socialista ter ficado mais de duas semanas afastado da cadeira sem autorização legislativa – estava preso. Em outra, de quebra de decoro por, segundo a Polícia Federal, receber propinas de empresas prestadoras de serviços do Paço em troca de favorecimento em contratos na administração, o que ele nega.

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