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Mulheres africanas sofrem mais conseqüências da Aids, diz ONU


Da AFP

06/07/2004 | 10:17


O informe global das Nações Unidas publicado nesta terça-feira, em Paris, revela que as mulheres pagam o maior preço por causa da Aids na África, e elas constituem o contingente mais numeroso de enfermos ou soropositivos, devendo ainda ocupar-se de suas famílias afetadas pela epidemia.

"Em nenhuma outra parte, a 'feminização' da epidemia é mais evidente do que na África Subsaariana, onde 57% dos adultos infectados (pelo vírus HIV) são mulheres e onde 75% dos jovens infectados são do sexo feminino", segundo o informe.

Enquanto no início dos anos 80, quando apareceu a Aids, as mulheres estavam menos afetadas que os homens, "agora há uma média de 13 mulheres infectadas por 10 homens, contra 12 mulheres infectadas por 10 homens em 2002".

"Isto significa que elas levam o fardo mais pesado da Aids", indica o informe, acrescentando que "as jovens são retiradas da escola para ocupar-se dos membros enfermos da família. As mulheres idosas se ocupam dos filhos adultos quando estes adoecem".

O informe adianta que a província de Manicaland (leste do Zimbábue), "quando uma mulher morre de Aids, em dois casos sobre três o lar é destruído" e os órfãos são abandonados à própria sorte.

Cerca de três milhões de novos casos foram registrados na África em 2003 e 2,2 milhões de pessoas morreram.



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