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Outro desafio nas mãos


Do Diário do Grande ABC

10/02/2019 | 11:13


Ícones da industrialização e do desenvolvimento do Grande ABC a partir da década de 1950, e ainda hoje no topo da geração de riquezas nas terras de João Ramalho, as montadoras se deparam com novo desafio para manter em alta as vendas de veículos zero-quilômetro, conforme revela a edição de hoje deste Diário. Depois de intensos investimentos para modernizar plantas obsoletas e fazer frente à invasão de marcas e modelos mais atraentes que por aqui aportaram após a abertura econômica do início da década de 90, agora as automobilísticas precisam encontrar maneiras de atrair o coração de parcela da população que dá de ombros para o carro próprio, sobretudo os mais jovens.

São vários os motivos alegados para não seguir os passos de boa parte das gerações nascidas nos anos 1970 e 1980, pelo menos, cujo maior sonho ao completar 18 anos era tirar carteira de motorista e comprar um carro. O alto preço dos veículos, gastos com seguro, licenciamento e outras taxas estão entre as justificativas de moradores da região para não embarcar em um modelo novinho em folha. Ou seminovo, que seja. 

Mas não é só. Assim como o chão de fábrica não é o mesmo, o perfil do consumidor também não, e existem outras prioridades. Sem contar que o chamado transporte por aplicativo não pesa tanto no bolso e livra o motorista de rodar em busca de um lugar para estacionar em meio ao mar de carros que toma vias da região. Motivos justos, sem dúvida.

Não por acaso, o presidente da associação dos fabricantes de veículos, Antonio Mengale, é taxativo ao dizer que “hoje, a mobilidade é mais importante do que a propriedade”. Ainda assim, acredita que o sonho de ter um carro continua, mas que está sendo adiado. Talvez. Fato é que a chamada Geração Z, que tem até 25 anos, não parece muito disposta a investir nisso. Pesquisa mostra que 95% deles vão bem por aplicativo, assim como 88% de quem tem entre 26 e 35 anos. Ou seja, as montadoras terão muito trabalho para conquistar esses corações.



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Outro desafio nas mãos

Do Diário do Grande ABC

10/02/2019 | 11:13


Ícones da industrialização e do desenvolvimento do Grande ABC a partir da década de 1950, e ainda hoje no topo da geração de riquezas nas terras de João Ramalho, as montadoras se deparam com novo desafio para manter em alta as vendas de veículos zero-quilômetro, conforme revela a edição de hoje deste Diário. Depois de intensos investimentos para modernizar plantas obsoletas e fazer frente à invasão de marcas e modelos mais atraentes que por aqui aportaram após a abertura econômica do início da década de 90, agora as automobilísticas precisam encontrar maneiras de atrair o coração de parcela da população que dá de ombros para o carro próprio, sobretudo os mais jovens.

São vários os motivos alegados para não seguir os passos de boa parte das gerações nascidas nos anos 1970 e 1980, pelo menos, cujo maior sonho ao completar 18 anos era tirar carteira de motorista e comprar um carro. O alto preço dos veículos, gastos com seguro, licenciamento e outras taxas estão entre as justificativas de moradores da região para não embarcar em um modelo novinho em folha. Ou seminovo, que seja. 

Mas não é só. Assim como o chão de fábrica não é o mesmo, o perfil do consumidor também não, e existem outras prioridades. Sem contar que o chamado transporte por aplicativo não pesa tanto no bolso e livra o motorista de rodar em busca de um lugar para estacionar em meio ao mar de carros que toma vias da região. Motivos justos, sem dúvida.

Não por acaso, o presidente da associação dos fabricantes de veículos, Antonio Mengale, é taxativo ao dizer que “hoje, a mobilidade é mais importante do que a propriedade”. Ainda assim, acredita que o sonho de ter um carro continua, mas que está sendo adiado. Talvez. Fato é que a chamada Geração Z, que tem até 25 anos, não parece muito disposta a investir nisso. Pesquisa mostra que 95% deles vão bem por aplicativo, assim como 88% de quem tem entre 26 e 35 anos. Ou seja, as montadoras terão muito trabalho para conquistar esses corações.

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