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Sequência do Tigre depende de concessão

Celso Luiz/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Presidente nega venda, mas condiciona permanência em São Bernardo ao controle do 1º de Maio


Dérek Bittencourt

17/01/2019 | 07:00


A parceria firmada entre São Bernardo FC e Elenko Sports, que trouxe ao Tigre comissão técnica, mais de uma dúzia de reforços e custeio da disputa do Campeonato Paulista da Série A-2, gerou série de boatos sobre a venda do clube e até mesmo mudança para outra cidade. Entretanto, em conversa de quase uma hora com o Diário, o presidente Edinho Montemor negou que o Aurinegro tenha sido negociado e colocou uma única condição para possível transferência de município: a perda do processo de licitação do Estádio 1º de Maio, que deixaria a equipe desabrigada.

“Jogar em Barueri? Vou participar da concessão e meu sonho é ganhar. Se isso acontecer, um abraço. Durante 20, 30 anos estou sossegado, não vou ter problema nenhum mais. Se não ganhar, tenho de arrumar um lugar para ir. Mas não estou pensando nisso. Vou ganhar, porque montei grupo forte atrás de mim (Progen Projetos, Gerenciamento e engenharia S.A.) para participar dessa concorrência. Gente que participou do Castelão, da Arena das Dunas, está participando do Pacaembu. Então devo ganhar”, disse, confiante. “Se não, tenho estrutura no 1º de Maio: cozinha, lavanderia, alojamento, fisioterapia, departamento médico, academia. Tudo. Aí vou torcer para que Red Bull e Oeste se fundam, vão para Jundiaí, e o (Rubens) Furlan (prefeito barueriense) é meu amigo. Se abrir um espaço em Barueri, por que não? Mas não penso e nem passou pela minha cabeça isso”, emendou.

O mandatário revelou alguns detalhes sobre a parceria – inclusive, que o técnico Wilson Júnior teve papel fundamental para o desdobramento da negociação. Segundo ele, a Elenko – do empresário Fernando Garcia – não investiu no clube, mas arcará com todos os gastos da Série A-2 em troca de 50% da venda de jogadores durante o campeonato, sejam estes atletas da empresa ou do Tigre. “O São Bernardo não está à venda, não foi vendido. Fez uma parceria na qual o parceiro vai arcar com as despesas do campeonato. É um aporte para a A-2, não está colocando um tostão no clube. Nenhum centavo entrou. O que está fazendo é pagar a A-2. Viagem, alimentação, logística, bicho, premiação... o que tem de gasto da competição, ele custeia. Não está colocando dinheiro para pagar dívidas”, declarou Edinho Montemor.

Há possibilidade de que o vínculo entre as partes seja estendido após o campeonato, sobretudo caso o São Bernardo conquiste o acesso à elite estadual. “Ele disse: ‘Se a gente subir, você não pode me mandar embora. Se não subir, a gente vê o que faz, se continua para a Copa Paulista, mas é problema meu e você não me deve nada’”, contou. Na semana passada, entretanto, as partes já iniciaram as tratativas para a Copa Paulista deste ano. “Vai continuar? Vai depender da relação durante este período. Espero que sim, porque tem sido boa.”

O presidente aurinegro ainda contou que antes do Campeonato Brasileiro da Série D, em 2017, um empresário do ramo de energia quase comprou 50% do Tigre. Entretanto, o negócio não foi concretizado por detalhes. “Enfim, a luz chegou”, concluiu. 



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