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Federais mantêm nota máxima em avaliação

Em contrapartida, duas instituições apresentaram resultado insatisfatório em índice do MEC em 2017


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

20/12/2018 | 07:00


 A UFABC (Universidade Federal do ABC) e a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), que tem campus em Diadema, mantiveram conceito máximo em escala de 1 a 5 no IGC (Índice Geral de Cursos) referente a 2017, divulgado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira). Em todo o País, apenas 35 (1,6% do total) das instituições de Ensino Superior estão nesta lista.

O IGC é calculado anualmente e leva em consideração série de indicadores, como avaliação dos cursos e distribuição dos estudantes entre eles, além da nota do Enade (Exame Nacional do Desempenho dos Estudantes).

A Unifesp destacou que “a manutenção da nota máxima reflete o comprometimento da comunidade acadêmica na formação dos estudantes e revela a consolidação da expansão da universidade nestes últimos 12 anos.” Já a reitoria da UFABC declarou que o cenário, “para além do reconhecimento em relação aos esforços contínuos em prol da educação de excelência, o resultado evidencia que a UFABC, está comprometida em entregar à sociedade ensino gratuito e de máxima qualidade.”

Entre as instituições privadas, seis alcançaram o conceito 4: FMABC (Faculdade de Medicina ABC), em Santo André; Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano; Centro Universitário FEI, de São Bernardo; FAPSS (Faculdade Paulista de Serviço Social) de São Caetano; Strong/Esag (Escola Superior de Administração e Gestão), de Santo André, e a Faculdade de Tecnologia Termomecânica, de São Bernardo.

“O resultado divulgado pelo Inep é excelente e reflete a qualidade do ensino, da assistência, da pesquisa e da extensão na FMABC”, afirmou o diretor geral da instituição, David Uip. “Acreditamos que os resultados alcançados refletem um ensino de qualidade e comprometimento dos alunos”, observou o diretor executivo da Strong/Esag, Sergio Tadeu Ribeiro.

A diretora acadêmica da Termomecânica, Luciana Guimarães, destacou que a instituição vem trabalhando em cima dos indicadores do Ministério da Educação com objetivo de qualificar cada vez mais os cursos, além de atuar no planejamento das ações, com adoção de conteúdos transversais.

O pró-Reitor do Instituto Mauá de Tecnologia, Marcello Nitz, celebrou o fato de a instituição passar da nota 3 para 4 entre 2016 e 2017, mas destacou que a avaliação não capta a evolução global dos alunos.

 

INSUFICIENTE

Em contrapartida, três faculdades – Diadema; de Tecnologia Pentágono, de Santo André; e São Bernardo de Tecnologia – obtiveram conceito 2, classificado como insatisfatório. De acordo com o MEC, as instituições que ficaram com notas entre 1 e 2 podem sofrer sanções que vão desde a redução no número de vagas até o descredenciamento. Procuradas, as faculdades não se pronunciaram sobre o tema até o fechamento desta edição.

Em todo o País, 278 faculdades ficaram com conceitos abaixo do limite de qualidade estabelecido pelo Sinaes (Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior ).

 

MAIORIA

A maior parte das instituições de Ensino Superior da região está na média, já que obteve índice 3. São elas: Universidade Metodista, de São Bernardo; Iesa (Instituto Superior de Santo André); Fasb (Faculdade de São Bernardo), Centro Universitário Anhanguera, de Santo André; Uscs (Universidade Municipal de São Caetano); Fia (Faculdade Interamericana) de São Bernardo; Faculdade de Ribeirão Pires; Anhanguera de São Bernardo; Fama (Faculdade de Mauá); Faculdade de São Caetano (que fechou os cursos este ano); Fundação Santo André; Faculdade Estácio de Santo André; e Fatec São Caetano.

O Grupo Estácio destacou, em nota, que “está em constante evolução e desenvolvimento”. O pró-reitor de graduação da Fundação Santo André, Rodrigo Cutri, afirmou que a nota “atesta a tradição de qualidade da instituição”. A Anhanguera considerou “que processos contínuos de melhorias são implementados para atender aos requisitos de qualidade do MEC”. Já o Centro Paula Souza, responsável pela Fatec São Caetano, informou que “trabalha constantemente para aprimorar e garantir a oferta de ensino de qualidade”.

 



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Federais mantêm nota máxima em avaliação

Em contrapartida, duas instituições apresentaram resultado insatisfatório em índice do MEC em 2017

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

20/12/2018 | 07:00


 A UFABC (Universidade Federal do ABC) e a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), que tem campus em Diadema, mantiveram conceito máximo em escala de 1 a 5 no IGC (Índice Geral de Cursos) referente a 2017, divulgado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira). Em todo o País, apenas 35 (1,6% do total) das instituições de Ensino Superior estão nesta lista.

O IGC é calculado anualmente e leva em consideração série de indicadores, como avaliação dos cursos e distribuição dos estudantes entre eles, além da nota do Enade (Exame Nacional do Desempenho dos Estudantes).

A Unifesp destacou que “a manutenção da nota máxima reflete o comprometimento da comunidade acadêmica na formação dos estudantes e revela a consolidação da expansão da universidade nestes últimos 12 anos.” Já a reitoria da UFABC declarou que o cenário, “para além do reconhecimento em relação aos esforços contínuos em prol da educação de excelência, o resultado evidencia que a UFABC, está comprometida em entregar à sociedade ensino gratuito e de máxima qualidade.”

Entre as instituições privadas, seis alcançaram o conceito 4: FMABC (Faculdade de Medicina ABC), em Santo André; Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano; Centro Universitário FEI, de São Bernardo; FAPSS (Faculdade Paulista de Serviço Social) de São Caetano; Strong/Esag (Escola Superior de Administração e Gestão), de Santo André, e a Faculdade de Tecnologia Termomecânica, de São Bernardo.

“O resultado divulgado pelo Inep é excelente e reflete a qualidade do ensino, da assistência, da pesquisa e da extensão na FMABC”, afirmou o diretor geral da instituição, David Uip. “Acreditamos que os resultados alcançados refletem um ensino de qualidade e comprometimento dos alunos”, observou o diretor executivo da Strong/Esag, Sergio Tadeu Ribeiro.

A diretora acadêmica da Termomecânica, Luciana Guimarães, destacou que a instituição vem trabalhando em cima dos indicadores do Ministério da Educação com objetivo de qualificar cada vez mais os cursos, além de atuar no planejamento das ações, com adoção de conteúdos transversais.

O pró-Reitor do Instituto Mauá de Tecnologia, Marcello Nitz, celebrou o fato de a instituição passar da nota 3 para 4 entre 2016 e 2017, mas destacou que a avaliação não capta a evolução global dos alunos.

 

INSUFICIENTE

Em contrapartida, três faculdades – Diadema; de Tecnologia Pentágono, de Santo André; e São Bernardo de Tecnologia – obtiveram conceito 2, classificado como insatisfatório. De acordo com o MEC, as instituições que ficaram com notas entre 1 e 2 podem sofrer sanções que vão desde a redução no número de vagas até o descredenciamento. Procuradas, as faculdades não se pronunciaram sobre o tema até o fechamento desta edição.

Em todo o País, 278 faculdades ficaram com conceitos abaixo do limite de qualidade estabelecido pelo Sinaes (Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior ).

 

MAIORIA

A maior parte das instituições de Ensino Superior da região está na média, já que obteve índice 3. São elas: Universidade Metodista, de São Bernardo; Iesa (Instituto Superior de Santo André); Fasb (Faculdade de São Bernardo), Centro Universitário Anhanguera, de Santo André; Uscs (Universidade Municipal de São Caetano); Fia (Faculdade Interamericana) de São Bernardo; Faculdade de Ribeirão Pires; Anhanguera de São Bernardo; Fama (Faculdade de Mauá); Faculdade de São Caetano (que fechou os cursos este ano); Fundação Santo André; Faculdade Estácio de Santo André; e Fatec São Caetano.

O Grupo Estácio destacou, em nota, que “está em constante evolução e desenvolvimento”. O pró-reitor de graduação da Fundação Santo André, Rodrigo Cutri, afirmou que a nota “atesta a tradição de qualidade da instituição”. A Anhanguera considerou “que processos contínuos de melhorias são implementados para atender aos requisitos de qualidade do MEC”. Já o Centro Paula Souza, responsável pela Fatec São Caetano, informou que “trabalha constantemente para aprimorar e garantir a oferta de ensino de qualidade”.

 

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