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Embrapii, BNDES e Senai oferecem R$ 15 mi para projetos

Marcello Casal jr/Agência Brasil/ Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Empresas interessadas podem se inscrever até 30 de janeiro


Flávia Kurotori
especial para o Diário

11/11/2018 | 07:00


Empresas de médio e grande porte que desejam desenvolver experimentos na área de internet das coisas podem contar com aporte mínimo de R$ 1 milhão proveniente da Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Ao todo, as entidades disponibilizam R$ 15 milhões.

Para participar, os interessados devem apresentar plano de inovação com a proposta detalhada de montagem e operação das experiências. A inscrição deve ser feito pelo site www.portaldaindustria.com.br até o dia 30 de janeiro.

quantia, cuja empresa deve investir 50% como contrapartida, pode ser utilizada para construção de ambientes de testes de soluções tecnológicas (testbeds), plataformas estruturadas em ambientes controlados que reproduzem um cenário real. Os recursos serão aplicados, por exemplo, em obras de infraestrutura de laboratórios, na compra de equipamentos nacionais, importados e de softwares, na remuneração da equipe, entre outras despesas necessárias para a realização dos projetos. Os segmentos prioritários da chamada serão as indústrias automotiva, têxtil, mineradora e óleo e gás.

O prazo dos testbeds será de três anos, dos quais pelo menos dois anos serão para execução dos projetos. Os experimentos trazem benefícios para as empresas participantes, pois é possível reproduzir as condições específicas de seu ambiente fabril de forma otimizada sem paralisar a linha de produção. Além disso, há redução de riscos e custos de implantação de novas tecnologias.

NA REGIÃO
Atualmente, a Embrapii conta com seis projetos em desenvolvimento no Grande ABC, que somam R$ 6,6 milhões em investimento, sendo R$ 2,2 milhões arcados pela entidade, R$ 2,2 milhões pelas unidades desenvolvedoras e o restante, pelas cinco empresas participantes, que são Pirelli, de Santo André; GM, de São Caetano; Bersa Produtos Gráficos, Toledo do Brasil e Mercedes-Benz, de São Bernardo.

O principal objetivo da entidade é “quebrar o gelo” entre empresas que desejam investir em P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) e universidades, sendo financiada pelo MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações) e MEC (Ministério da Educação).

Vale dizer que os projetos não são, necessariamente, desenvolvidos dentro das sete cidades. “Nós selecionamos o grupo de pesquisa conforme suas competências e a demanda da empresa”, explica Jorge de Almeida Guimarães, diretor-presidente da Embrapii. Tais grupos de pesquisas estão localizados em todo País e incluem instituições variadas, como por exemplo, universidades e escolas técnicas.
 



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Embrapii, BNDES e Senai oferecem R$ 15 mi para projetos

Empresas interessadas podem se inscrever até 30 de janeiro

Flávia Kurotori
especial para o Diário

11/11/2018 | 07:00


Empresas de médio e grande porte que desejam desenvolver experimentos na área de internet das coisas podem contar com aporte mínimo de R$ 1 milhão proveniente da Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Ao todo, as entidades disponibilizam R$ 15 milhões.

Para participar, os interessados devem apresentar plano de inovação com a proposta detalhada de montagem e operação das experiências. A inscrição deve ser feito pelo site www.portaldaindustria.com.br até o dia 30 de janeiro.

quantia, cuja empresa deve investir 50% como contrapartida, pode ser utilizada para construção de ambientes de testes de soluções tecnológicas (testbeds), plataformas estruturadas em ambientes controlados que reproduzem um cenário real. Os recursos serão aplicados, por exemplo, em obras de infraestrutura de laboratórios, na compra de equipamentos nacionais, importados e de softwares, na remuneração da equipe, entre outras despesas necessárias para a realização dos projetos. Os segmentos prioritários da chamada serão as indústrias automotiva, têxtil, mineradora e óleo e gás.

O prazo dos testbeds será de três anos, dos quais pelo menos dois anos serão para execução dos projetos. Os experimentos trazem benefícios para as empresas participantes, pois é possível reproduzir as condições específicas de seu ambiente fabril de forma otimizada sem paralisar a linha de produção. Além disso, há redução de riscos e custos de implantação de novas tecnologias.

NA REGIÃO
Atualmente, a Embrapii conta com seis projetos em desenvolvimento no Grande ABC, que somam R$ 6,6 milhões em investimento, sendo R$ 2,2 milhões arcados pela entidade, R$ 2,2 milhões pelas unidades desenvolvedoras e o restante, pelas cinco empresas participantes, que são Pirelli, de Santo André; GM, de São Caetano; Bersa Produtos Gráficos, Toledo do Brasil e Mercedes-Benz, de São Bernardo.

O principal objetivo da entidade é “quebrar o gelo” entre empresas que desejam investir em P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) e universidades, sendo financiada pelo MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações) e MEC (Ministério da Educação).

Vale dizer que os projetos não são, necessariamente, desenvolvidos dentro das sete cidades. “Nós selecionamos o grupo de pesquisa conforme suas competências e a demanda da empresa”, explica Jorge de Almeida Guimarães, diretor-presidente da Embrapii. Tais grupos de pesquisas estão localizados em todo País e incluem instituições variadas, como por exemplo, universidades e escolas técnicas.
 

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