O porto industrial terá como foco o setor de petróleo e gás, mas também atenderá as outras áreas como, por exemplo, a de mineração e cargas em geral. O projeto já está em fase de licenciamento ambiental e a primeira delas deve ficar pronta em 2016. Até junho o Estudo e Relatório de Impacto Ambiental estará concluído. O porto terá três profundidades distintas e permitirá o atracamento de navios de até 20 metros de calado.
A TPK foi criada especificamente para o desenvolvimento do projeto e tem como sócios as holdings RV e FIABE, ligadas ao grupo Polimix Concreto, e a Nova K Logística. A empresa é formada por executivos brasileiros com experiência em mineração e indústrias offshore. O Porto de Rotterdam, por sua vez, entra no projeto com seu conhecimento no campo de gerenciamento de portos.
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